terça-feira, agosto 27, 2013

Pink Floyd e Doctor Who



Parece que os Pink Floyd eram fãs da série, uma vez que na canção "One of These Days" do álbum de 1971 "Meddle" se consegue ouvir algures (a partir do minuto 2:37) um eco do tema de "Doctor Who". Esta é uma referência que foi mais salientada em prestações ao vivo.

E com isto aproveito para me dizer que já me rendi aos encantos do Doctor e comecei a ver a série.

10 comentários:

Hugo Teixeira disse...

Já tinha topado antes, achei só coincidência, não fazia ideia que eram fãs :P

tás um NERD!! ;D

Anita disse...

Finalmente rapaz!!! Welcome to the dark side :D Por onde é que resolveste começar?
Bjos

PS: Por forma a compensar o atraso dos votos de parabéns aqui fica um presente:

http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2013/08/23/o-que-acontece-no-final-de-a-piada-mortal-a-melhor-historia-do-batman-do-alan-moore.htm

Loot disse...

Hugo: Não sei até que ponto são fãs, mas não foi fruto do acaso :D

Anita: Comecei pela série nova de 2005(?). Não sei se a antiga é fácil de arranjar (li algures que há episódios perdidos e tudo), mas hei-de tentar. Já estava cansado de esperar para me decidir como ver isto lol.

Sobre a Killing Joke, o Grant Morrison abalou aí a internet na sua entrevista. Eu acho que a BD do Moore é mais do que parece à primeira vista. Os editores não o deixaram ir tão longe com as personagens (já aceitarem o disparo na Barbara Gordon foi mto) e por isso nós nunca sabemos realmente até onde o Joker foi com ela e com o seu pai.

Depois o final, oficialmente nunca podia ser este, uma vez que a BD entra na continuidade e precisavam do Joker, por isso parece-me que a teoria do Morrison faz todo o sentido, até pelo título e pelas várias alusões que o morcego faz na história ao facto de ter consciência que um dia o seu confronto com o Joker acabará na morte de um deles.

bjs e é bom ver-te de volta ;)

Anita disse...

Eu comecei pela 5.º temporada (a era Moffat/Smith) e depois fui andando para trás. Acho que foi uma boa escolha, se ttivesse começado pela 1.ª (a de 2005) acho que não tinha ficado logo tão agarrada como fiquei.

Eu estou agora a ver a antiga e para já não tive problemas em encontrar episódios. Mas ainda tenho uma longa viagem pela frente :D

Loot disse...

Foi a primeira que vi, apanhei dois eps na sic radical só que dps perdi eps e enfim fiquei-me pelo caminho.

Por isso para mim a imagem do Doutor sempre foi o Christopher Eccleston de quem gosto muito e de quem já me ando a despedir porque já estou na recta final desta temporada :P

Mas todos falam muito bem do 10º Doutor que já reparei que usa Converse All-Star :D

Quando aos antigos isso é excelente. Li algures é que há literalmente eps perdidos, acho que do 2º Doutor :(

Mas pronto finalmente já posso pertencer ao vosso grupinho, essa sociedade "secreta" de adoradores da Tardis (cujo som de funcionamento já é a minha notificação de sms).

Anita disse...

O Eccleston foi o Doctor que menos gostei, embore também goste muito do actor.

O David Tennant (10th) é o maior. Percebe-se bem o amor que toda a gente tem por ele mas eu serei sempre fiel ao Matt Smith (11th) e à sua companion, a miss Amy Pond (que também é ruiva, by the way). Ele não tinha uma tarefa nada fácil em ser o substituto do Tennant e esteve mesmo à altura. Adoro o Doctor que ele conseguiu construir.

O novo Doctor também me parece ser uma excelente escolha. Tem uma pinta do caraças, é escocês e fã de carteirinha da série desde os nove anos :)

Prepara-te que isto é mesmo um vício visceral. E dá mesmo piada discutir os episódios ao pormenor.

E prepara-te para os "Wheeping Angels". Depois deles eu nunca mais consegui olhar para as estátuas da mesma forma. O "Blink" é o meu epi preferido de toda a série ;)

Loot disse...

Mas começaste a ver com o Tennant ou com o Smith?

Sei que todos falam melhor desses dois que do Eccleston, citam-nos sempre acima. E não me incomoda nada que os venha a preferir, mas acho que nunca esquecemos o 1º Doctor, há sempre um carinho especial, por isso acho que sempre me lembrarei bem do Eccleston e por isso é que te perguntei qual foi o que viste primeiro.

Caramba ainda me falta tanto lol

Ah e sim gostei da escolha do novo. Sei que ainda não posso falar muito, mas acho que tem muita pinta para ser Doctor.

Anita disse...

O primeiro episódio que vi foi o BLINK (3x10) que tem o Tennant como Doctor. Aconselharam-me a começar por este para ganhar entusiasmo, uma vez que é um episódio solto na série (o Doctor quase nem aparece) e é aqui que nasce a famosa frase "Don´t Blink", que acredita vais passar a dizer muitas vezes ;)

Depois comecei mesmo a seguir "a sério" com o Smith no início da quinta temporada, que foi quando entrou o Steven Moffat como Head Director e o Smith como novo Doctor. É uma espécie de reinício da série.

Depois de ver a 5.ª e a 6.ª temporadas de rajada é que voltei à primeira e por aí fora.

Por isso, o Matt Smith foi o meu primeiro Doctor, daí o meu carinho por ele. É como dizes, nunca nos esquecemos do primeiro Doctor (e da primeira companion) também.

Este ano vou ter a minha primeira experiência de despedida de um Doctor em "real time" e ainda não estou mentalizada. Se a despedida dos Ponds custou de caraças (a sério, foi um dos momentos mais tristes que já vi em televisão, o Moffat é terrível) nem quero imaginar o que vai sair daqui agora :( Vai ser um Natal mais triste.

Loot disse...

É verdade eu já vi a ruiva, apanhei este mês um episódio na TV com ela, que parecia bem engraçado, decorria entre duas realidades e numa delas ela estava grávida. Mudei de canal porque quero ver tudo certinho, mas sim, pareceu-me uma excelente companion :D

Eu estou muito curioso para ver como funciona a tal regeneração. Até porque sendo sempre o mesmo Doctor eles são todos diferentes. E parece que depois dessa fica a faltar só mais um...

O Moffat é mais um Midas, esse homem tem estado formidável. O que me lembra que este ano é ano de Sherlock :D
Tenho é de rever o último que a morte do Moriarty pareceu-me estranha :(

Anita disse...

Sherlock!!!!
Já falta pouco :D :D

Eu gosto imenso do Moffat, mesmo mesmo muito e é engraçado que os fãs mais acérrimos da série não gostam nada dele.

Mas tenho que admitir que no Doctor Who já se começa a notar uma certa preguiça na escrita. Esta segunda metade da sétima temporada foi uma autêntica reciclagem de tramas antigas e só se salvou mesmo pelo último episódio que teve um excelente cliffhanger.

Já se começa a falar na possibilidade do Neil Gaiman o substituir no próximo ano, embora eu não acredite muito nisso.