Mostrar mensagens com a etiqueta James. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta James. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, junho 06, 2012

Rock in Rio - 3 de Junho 2012

Bruce Springsteen vem cá tocar? E vem com E Street Band? Então nem se questiona há que ir ver isto. Quando se junta o nome de James ao cartaz a decisão ainda se fez sentir como mais acertada.

Há vários tipos de público festivaleiro, ou pelo menos dois ou três. Eu sou daqueles que vai aos festivais, única e exclusivamente, pelos concertos. Nunca me preocupei o local onde estes eram executados. Hoje em dia vejo-me cada vez mais a ponderar isso, porque a localização atrai determinado tipo de público e isso remete-me para Beirut no Super Bock do ano passado e para o Sudoeste pois claro. Mas, vamos ao que interessa, concertos e concertos.





Kaiser Chiefs





Nunca os tinha visto ao vivo mas a banda fez jus à sua reputação. Foram cerca de 45 minutos muito bem passados onde o vocalista foi um grande entertainer, se bem que por vezes mais preocupado com a câmara do que com o público que estava realmente lá.
A dada altura o vocalista desata a correr até ao slide para passar por cima da multidão enquanto entoava uma qualquer canção. O momento alto do concerto. a banda também mostra bom gosto, gostei do toque Dire Straits no ínicio do concerto, até pensei que fossem cantar a canção em questão, a Money for Nothing.
Foi um belo início para o dia que prometia ser memorável.











James



Adoro James e com o vasto leque de canções que têm, dificilmente não dariam um grande concerto. Faltou  a Born of Frustration, mas de resto foi fantástico, para mim o segundo melhor concerto da noite. Soube a pouco claro, foi quase uma hora onde ainda houve tempo para falar do país e para Tim Booth recordar a primeira vez que viu Boss ao vivo, foi uma bela homenagem ao homem que nasceu nos USA.
Por falar em Booth, o homem estava em êxtase por vezes até pensei que estava a ter um ataque epiléptico, mas claramente era alguma forma de dança contemporânea.





Xutos e Pontapés



Comprei o bilhete para o festival o ano passado pela altura do Natal e depois desliguei-me de tudo em relação a isto. Ou seja, só na mesma semana soube que Kaiser Chiefs e Xutos iam tocar no mesmo dia. Esta é uma das bandas que tem marcado presença em todas as edições, se não estou em erro. Vê-los no alinhamento após James fez-me pensar que seria uma decisão tomada por estes serem uma banda portuguesa e este um festival em Portugal. Uma forma de valorizar e realçar o que temos, apesar de eu achar que devemos sempre colocar-nos na mesma balança que os outros, pois criar sub-grupos para realçar os portugueses por vezes transmite a sensação de que o que temos não consegue competir com o internacional, algo que não concordo, falo por exemplo de tops dos melhores álbuns nacionais. Por outro lado também entendo que os façam.
Depois de  assistir ao concerto, vi que estava totalmente errado. Os Xutos estão, afinal de contas, no lugar que lhes faz sentido. Eu posso preferir de longe James, mas a adesão do público foi bastante mais forte neste concerto. E a banda, claramente muito emocionada, fez aquilo que sabe melhor e que os caracteriza. Um concerto à Xutos e para fãs de Xutos.





Bruce 'Boss' Springsteen & The E Street Band



Claramente o concerto da noite, quiçá do ano. Não só porque Springsteen é realmente um Boss mas porque toda a E Street Band é qualquer coisa de fenomenal. Vê-los todos juntos no palco durante duas horas e meia de concerto foi monstruoso, memorável.
Lentamente quando entram no palco começamos a reconhecer algumas caras nem que seja a de Max Weinberg, baterista do programa de Conan O' Brien e Steven Van Zandt, o Silvio de Sopranos. No lugar de Clarence Clemons, o falecido saxofonista, esteve o seu sobrinho, Jake Clemons, o que foi a melhor escolha possível para homenagear Clarence Clemons. No final quando passaram imagens do mesmo, ver Jake Clemons lado a lado com Springsteen foi uma das partes mais emotivas da noite.
Springsteen logo no início começou por preferir algumas frases em português, algo que continuou a fazer posteriormente. O alinhamento alternou entre vários clássicos, canções do novo álbum Wrecking Ball e ainda a cover de "Twist and Shout". Springsteen até foi buscar alguns papeis à audiência onde se pediam determinadas canções e, fugindo ao alinhamento (como é costume), tocaram-nas. Mesmo assim faltaram clássicos (Human Touch por exemplo), costuma ser desta forma quando estamos presentes de uma banda com esta longevidade
O cantor que até estava ligeiramente rouco, nunca baixou os braços estando constantemente a provar-nos porque ganhou a sua alcunha. Sempre muito simpático, interagiu com o público, levou uma criança ao palco para cantar e dançou com duas senhoras que eu nem vi como conseguiram chegar ao palco.
Mesmo quando a produção do festival lançou o fogo de artifício pensando que a noite havia terminado, Boss e companhia regressam para tocar mais umas ao mesmo tempo.
Ao abandonar o recinto vamos com aquele sorriso que Tim Booth havia descrito antes, porque uma coisa é saber e outra, totalmente diferente, é viver o momento.


A multidão era tanta (81 mil) que ir ver concertos ao palco secundário era mentira. Teve de ser afinal estava num lugar muito bom.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

James - Sometimes


Parece que vão regressar a terras Lusas e no dia de Bruce Springsteen.

Porque como um amigo meu disse há muitos anos: "os James gostam mais de Portugal do que de chocolate".

segunda-feira, junho 11, 2007

James no Sudoeste



Não é novidade nenhuma, mas ainda não tinha demonstrado o meu contentamento.
É verdade os James vêm ao Sudoeste.
Adoro a banda e traz-me imensas recordações, agora resta saber se vai dar para dar um pulo ao Alentejo ou não.
Este ano está a ser milionário em termos de concertos, infelizmente não dá para ver tudo, nem de longe.
Fica aqui para recordar "Born of Frustration"