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sexta-feira, janeiro 31, 2014
The Zero Theorem - trailer
O regresso de Terry Gilliam ao tema dos futuros distópicos, tão bem explorados em "Brazil", é sinal de alegria por aqui. Isto promete.
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terça-feira, janeiro 29, 2013
Django Unchained
Gosto muito de Quentin Tarantino, a sua paixão pelo Cinema é contagiante. Gosto da sua noção de estética, da sua irreverência e da forma como filma. Mas, mais ainda, gosto da sua escrita, dos seus diálogos e das suas personagens.
Focando-me por exemplo em alguns dos seus últimos filmes, há determinadas cenas em particular, onde o realizador envereda por determinados aspectos da nossa cultura (popular ou não) que são absolutamente divinais. Relembremos o monólogo de Bill (David Carradine) em "Kill Bill 2" sobre o Super-Homem, a fim de provar um determinado ponto de vista, ou, no seu projecto anterior "Inglorious Basterds", aquela mítica cena em que o Major Hellstrom (August Diehl) descobre ter o papel do King Kong e desvendar os infiltrados pelo simples - mas denunciador - pormenor do Lt. Archie Hicox (Michael Fassbender) a fazer o número 3 com a mão.
[SPOILERS]
Em "Django Unchained" temos mais uma destas pérolas, quando o Dr. King Schultz (Christoph Waltz) se encontra a sufocar emocionalmente ao recordar a morte de um escravo por cães. Neste momento Schultz levanta-se interrompendo a música - não era a altura para se ouvir o seu conterrâneo Beethoven - e dirige-se à biblioteca. Aqui segue a conversa sobre o autor Alexandre Dumas e as suas respectivas raízes (o seu avô havia casado com uma escrava de origem Afro-caribenha). Uma conversa que tem origem no facto do escravo que Schultz recordava se chamar D'Artagnan. É uma das melhores cenas do filme, com um Christoph Waltz e um Leonardo DiCaprio nos seus melhores níveis. Apesar de ser um caçador de prémios implacável Schultz é um idealista, um lutador pelos direitos humanos e que, felizmente, não viverá para assistir aos massacres que haveriam de decorrer na sua terra Natal.
Gostei do Jamie Foxx e de todo o conceito do seu Django, - um escravo a vingar-se dos esclavagistas, o que há para não gostar? - bem como da sua luta pela mulher que ama. Mas, para ser sincero, todo o filme pende mais para as excelentes interpretações secundárias. Os já mencionados Waltz e DiCaprio, sempre que se encontram juntos adicionam uma carga extra de tensão a todo o filme criando um anti-herói e vilão dignos de perdurar na história. Mais tarde junta-se a eles Samuel L. Jackson no papel de Stephen o governante de Calvin Candie (DiCaprio) em mais uma interpretação magistral, os maneirismos e olhares de Stephen são tão reais que por momentos cremos que o actor nos deixou e que tudo que ficou foi a sua personagem, certamente uma das mais amargas que já interpretou. Nisto tudo ainda há tempo para uma perninha do grande Don Johnson.
Depois temos as influências cinematográficas de Tarantino, que são tantas que não devo ter apanhado metade. Ainda assim é de referir a sua admiração pelos Westerns e pelos filmes de Blaxploitation. E já agora o cameo de Franco Nero também foi bem bonito. Toda esta mistura de estilos gerou um filme muito diversificado, o que poderá não agradar a todos, veja-se por exemplo a cena cómica com os Regulators (pré-KKK), tão diferente do resto do tom do filme, mas tão hilariante na mesma. A própria banda sonora junta Ennio Morricone e 2Pac, passando por outros compositores. Talvez, muitos estranhem o uso de Hip-hop num Western, mas isto é Tarantino e de tradicional só mesmo as homenagens.
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sexta-feira, janeiro 20, 2012
Carnage

Depois do belo e intrigante "Ghost Writer, Roman Polanski está de regresso com a adaptação da peça de teatro "Le Dieu du carnage" de Yasmina Reza que também trabalhou com Polanski no argumento.
Um filme onde as máscaras que usamos lentamente vão caindo. Já dizia Oscar Wilde: "Man is least himself when he talks in his own person. Give him a mask, and he will tell you the truth".
Um filme de actores e nesse sentido os quatro mosqueteiros escolhidos, Christoph Waltz, Kate Winslet, Jodie Foster e John C. Reilly estão muitíssimo bem.
De salientar também que o compositor Alexandre Desplat volta novamente a unir forças com Polanski.
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