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quinta-feira, setembro 29, 2016

Criminosos do Sexo


Já tinha falado deste livro anteriormente, agora aproveitando o lançamento da Devir por estas terras, volto à carga, aqui no Deus Me Livro.

segunda-feira, julho 27, 2015

segunda-feira, julho 07, 2014

Sex Criminals


Dentro das séries mensais norte-americanas, o destaque de Junho vai para o regresso de "Sex Criminals" que tinha entrado num hiato desde o número #5. Já queria ter falado deste projecto da Image, por isso aproveito este retorno para o fazer.

Esta nova série escrita por Matt Fraction e desenhada por Chip Zdarsky, tem sido uma das minhas predilectas de seguir mensalmente. Tendo em conta as nomeações aos Eisner, parece que não sou o único e basta ler o primeiro para se perceber porquê. "Sex Criminals" tem uma aura refrescante em termos de material a explorar e uma escrita muito divertida e bem-disposta que ganha vida em inúmeros painéis que Zdarsky constrói, como se fossem a coisa mais fácil do mundo. O primeiro número tinha tanta informação que logo na página por detrás da capa, a história já começava.


 Basicamente "Sex Criminals" começa por nos contar a história de Suzie uma pessoa que têm a capacidade de parar o tempo quando atinge um orgasmo. A seguir entra Jon que conquista logo o coração da rapariga numa cena genial onde o "Lolita" de Nabokov é citado. Como Jon trabalha num banco asqueroso e Suzie está a tentar salvar a biblioteca onde trabalha desse mesmo banco, decidem assaltá-lo - os poderes dela dão muito jeito. Tudo isto é contado previligiando sempre o desenvolvimento das personagens, algo que é um dos pontos mais fortes do livro.

Fica então o conselho, Fraction tem estado em grande na actualidade e este é mais um título que explica porquê. Já agora, vale a pena destacar o design dos livros, com umas capas nunca abaixo do estupendas.

Outro dos grandes momentos desta saga, foi quando Fraction não teve os direitos de uma canção dos Queen para usar na história. Bem, a alternativa reforçam o quanto este senhor tem um humor apurado.

segunda-feira, abril 21, 2014

Hawkeye, Vol. 1: My Life as a Weapon


Esta tem sido das séries da Marvel que mais tem dado que falar e compreende-se porquê. Acho que é preciso salientar que "Hawkeye" está a ter uma dose de elogios tão alta por ser a série que é dentro de um universo de super-heróis. Fosse esta uma série fora da Marvel, sobre um agente secreto qualquer e provavelmente não teria sofrido tanta atenção. Pois por muito bom que "Hawkeye" seja, também não é nenhum inventor da roda.

Dito isto, também há que dar mérito aonde ele é devido. Matt Fraction consegue pegar nesta personagem e torná-la uma das mais interessantes da Marvel na actualidade. Esta é a história de Clint Barton um dos poucos membros dos Avengers que não tem poderes e que por isso mesmo é dos frequentadores mais assíduos de hospitais. Fraction é um grande argumentista que tem uma escrita arrojada, muito bem humorada e que tem sempre especial atenção ao desenvolvimento das suas personagens. Ele está a traçar um caminho promissor para este herói aguçando-nos a curiosidade em querer continuar a lê-lo. É um argumentista que tem estado em alta nos dias de hoje e num registo mais original aconselho uma série que tem na Image chamada "Sex Criminals", mas sobre essa falarei mais tarde.


Outro grande trunfo de "Hawkeye", aliás não há trunfo maior, é termos David Aja no desenho. Dá vontade de ler o Hawkeye sempre desenhado por ele. Já agora uma palavra de apreço ao trabalho de Matt Hollingsworth na cor, em perfeita harmonia com o desenho e num registo que privilegia o roxo e violeta - as cores de marca desta personagem (até nos Converse All-Star pois claro). O trabalho dele merece tantos elogios como o de Aja. Se a história é boa, com estes desenhos e cor, o resultado ainda é mais aconselhado.

A substituir Aja nos números #4 e #5 temos Javier Pulido que faz um trabalho muito competente, mas que não deixa a mesma marca em nós, isto sem o Aja não é mesmo a mesma coisa. No final o volume contém ainda uma história dos Young Avengers por ter sido escrita por Matt Fraction (com desenho de Alan Davis). Trata-se de um pequeno extra, bem diferente do estilo deste "Hawkeye".

Uma palavra ainda para as capas que têm um design simples e extremamente certeiro.