quinta-feira, maio 24, 2012

AvX: VS #2


Cá vamos nós outra vez.


SPOILERS




Captain America VS Gambit



Ora aqui está uma luta que pode e acaba por ser bem engraçada. A curta distância Steve Rogers é melhor, seja técnica ou fisicamente, o Gambit, em termos de combate, perde sempre. Estamos a falar de um dos melhores lutadores do universo Marvel, coisa que o Gambit não é, pois por muito bom que seja ainda tem o Black Panther, o Iron Fist e muitos outros à frente dele. Estes sim seriam combates mais interessantes em termos de artes marciais. Porém, o Gambit tem poderes e se à partida a sua maior vantagem é nos ataques a longa distância, a verdade é que o rapaz aprendeu uns truques a curta também (perguntem ao Wolverine quando o seu esqueleto metálico foi carregado de energia por Gambit).

Mas, comecemos pelo início. Gambit mantém a sua distância, obviamente, e ataca o Cap com um leque de cartas carregadas de energia, facilmente desviadas pela agilidade do soldado. Todos sabemos que o Cap não é assim tão forte, mas o seu escudo é, e enquanto este o tiver nada que Gambit lhe atire o vai prejudicar. O que seria giro ver aqui? Gambit a carregar de energia o escudo pois claro, e é precisamente isso que acontece.

O escudo não é destruído, mas Rogers é obrigado a continuar sem ele e sendo assim sem perder tempo investe contra Gambit, derrotando-o facilmente, como mencionei acima que aconteceria. Ele até o faz enquanto conversa com o Iron Man ao mesmo tempo, que é também a sua grande falha, uma vez que baixa a guarda baseando-se no conhecimento de que Gambit não consegue carregar de energia material orgânico. Então e o seu fatinho Capitão? Grande falha de Rogers e grande momento do velho Cajun quando carrega o fato do Captain que lhe explode em cheio no peito.

Parecia o fim mas o Cap levanta-se e vence. Epá... Uma explosão daquelas em cheio no peito? Mesmo que ambos não estejam a lutar para matar, fiquei com a sensação que o Capitão se levanta demasiado depressa, a pele dele não é assim tão resistente. Mas pronto, foi o que tivemos, mais uma vitória para os Avengers, 3-0, até agora.






Spider-Man VS Colossus




Até agora todos os combates escolhidos foram equilibrados, porém desta vez os adversários competem em ligas completamente diferentes. Se o Spider-Man já teria muitas dificuldades em lutar contra um Colossus regular, então agora que este tem o poder do Juggernaut, esqueçam lá isso, é impossível que Peter Parker vença isto.

Por muito que o Aranha se desvie dos ataques do Colossus, não há nada que ele possa fazer para vencê-lo e eventualmente a sua energia irá esgotar-se.  Ou seja, o Aranha é mais rápido e mais ágil e ainda consegue brincar um pouco com o adversário, mas, infelizmente, nada do que ele faz tem mais efeito no Colossus do que uma leve brisa de vento em mim. Ainda assim foi divertido de ler, o espírito do Aranha vale sempre a pena de assistir, principalmente no final (ver imagem):

Pelas contas os Avengers somam 3 vitórias e os X-Men apenas uma.No entanto, pelos intervenientes dos próximos dois combates acho que os mutantes vão empatar isto. Ora a Black Widow poderá ter alguma hipótese contra a Magik? E por muito forte que seja o Thing, contra o actual Colossus bem pode tentar em vão. Fisicamente só vejo um herói a ser capaz de parar o gigante de Ferro, e esse herói é o Hulk (e talvez o filho do Hulk, mas esse não conheço bem).

quarta-feira, maio 23, 2012

AvX: VS #1


O povo pede a Marvel dá. Se há coisa que uma pessoa quer ler num crossover deste género é os Avengers à batatada com os X-Men, o resto é paisagem (OK não é, mas sigam nesta onda). Talvez por causa disto mesmo a Marvel tenha começado a lançar comics dedicados exclusivamente à arte da pancadaria. Não é preciso saber nada da história, só é preciso relaxar e ver como correria o embate entre alguns destes heróis.

Na trama principal arranjaram um artifício para colocar os Avengers e os X-Men à procura da Hope em cinco localizações distintas (ela não está em nenhuma) dando assim a desculpa perfeita para os heróis se encontrarem e libertarem algum stress, uns nos outros. Pelo meio há uns comentários a dar informação e por vezes a tentarem ter piada.

Vou então comentar o número um que juntou o Iron Man contra o Magneto e o Thing contra o Namor.


SPOILERS




Iron Man VS Magneto




Este é um daqueles combates mais esperados, já se tinham encontrado na saga principal, mas o combate foi interrompido. Para quem está mais desligado da BD, pode parecer um confronto nada equilibrado, afinal de contas o homem de ferro contra o mestre do magnetismo tem tudo para correr mal ao primeiro. Mas, quem conhece bem Tony Stark sabe que ele é um génio e um génio com muito dinheiro. Além disso a armadura que ele usa actualmente não é composta por metal, mas antes por nanotubos de carbono (Hey Extremis Power). Não que isto assuste Magneto como ele lhe diz sarcasticamente. O que não lhe faltam é formas de atacar e segurando num prédio de Utopia deixa-o cair em cima de Tony. Claro que Stark pode não ter metal na armadura, mas tem-no no sangue. Poderia Erik Lehnsherr manipular o ferro no seu sangue como já o fez anteriormente? Ou de alguma forma a armadura protege-o com algum tipo de campo anti-electromagnético? De qualquer das maneiras é algo que não é explorado.


A início as investidas de Iron Man não se provam eficazes, mas ele não pode parar de atacar e arriscar um pulso electromagnético (se ele o diz, talvez as suas defesas contra ataques electromagneticos não sejam assim tão boas). Quase sem escolhas opta por canalizar o campo electromagnético de Jupiter (via Satélites) para se tornar momentaneamente ele próprio o rei do Magnetismo (a comunicação com outros equipamentos é-lhe ainda mais fácil desde a saga "Extremis", actualmente Iron Man é um cyborg). A assinatura de um planeta como Jupiter não passa despercebida a Magneto que após sofrer um forte ataque começa também a canalizar forças electromagnéticas de outros planetas enquanto se protege também com uma armadura (grande pinta). E é neste momento que as coisas mudam, Magneto sente um planeta inteiro desaparecer após a passagem da Fénix e o seu coração é invadido por terror. Neste momento Magneto sentiu na pele o poder da Fénix e viu como o seu combate com o Iron Man é tão insignificante.


Tony Stark acaba por sair vitorioso, e não é que lhe fique mal, mas não deixa de passar a sensação que Magneto baixa os braços a dada altura e que até poderá ter mudado de opinião. Por fim, ainda tenta dizer a Tony para ir buscar a sua filha Wanda, pois vão precisar dela. Cá para mim ele tem toda a razão. 

Concluindo, Iron Man vence, mas é uma vitória que não convence. Foi um confronto épico mesmo assim, talvez os dois se tivessem morto um ao outro se continuassem, mas a verdade é que no final parece que o Iron Man está a ficar mais fraco e o Magneto mais forte. Ainda assim é de valorizar a dinâmica de Stark afinal ele podia facilmente ser o underdog e não foi.






The Thing VS Namor



Já tínhamos tido uma amostra deste também, mas agora vem o confronto até ao final (naaa é mentira). São duas personagens, também elas, muito equilibradas entre si. Ben Grimm é um membro dos Fantastic Four mas que ocasionalmente faz uma perninha nos Avengers e Namor, Rei de Atlantis, já foi um Avenger mas está actualmente do lado dos X-Men.


Namor pode ser um arrogante presunçoso, mas ninguém duvida da sua coragem e força. The Thing é mais humilde e adora dar uns valentes socos enquanto troca umas piadolas. E no fundo é isto que aqui temos, um bom momento de porrada com trocas de bocas pelo meio. No final, ainda entra um peixe gigante ao barulho, que Namor tenta usar contra Thing mas onde o feitiço acaba por se virar contra o feiticeiro (quem controla peixes é o Aquaman).

Confesso que quando os vejo cair em água achei que estava tudo perdido para o The Thing, mas não... Grimm acaba por ser o que leva a melhor e claro que é salientado que desta vez ganhou o The Thing, desta vez... Pois se olharem para cima quando Thing sai da água já Namor está a voar, quem sabe se não vem aí o round 2?


Concluindo foi uma luta engraçada muito por causa do Thing que até aproveitou para gozar com o Namor dizendo-lhe que já aprendia que nenhum membro dos FF4 quer casar com ele.

Pessoalmente vejo ambos a poderem ganhar. Daria, no entanto, a vantagem ao Namor em água, faz-me todo o sentido que assim seja. Em terra como o Namor voa também tem essa vantagem, mas de porrada parece perceber o Thing. Quanto a preferências, gosto mais do Thing pois claro, "it's clobberin time" e mai nada.

Festival Internacional de BD de Beja (2012)

O tempo voa e é já neste fim-de-semana que tem início mais um FIBDB. Porque a equipa de Beja está sempre de Parabéns, a todos os amantes de BD esta é uma paragem obrigatória. Para mais informações cliquem aqui .

quinta-feira, maio 17, 2012

20th Century Boys

Quero só dizer que "20th Century Boys", o mangá de Naoki Urasawa é uma coisa sensacional. A adorar cada volume, que como são imensos vai-me tramar a carteira de uma maneira descomunal. Parece que há três filmes, mas tão cedo não lhes ponho a vista em cima, quero descobrir tudo pela mão de Urasawa. Para finalizar deixo a música que o título evoca:

segunda-feira, maio 14, 2012

Amigos Improváveis

Uma bela reflexão sobre a amizade entre duas pessoas vindas de mundos diferentes.

A história de um homem doente e incapaz de controlar o seu corpo e de como conheceu um amigo para a vida, um antigo rufia quando jovem, mas que agora está no caminho para se tornar um homem ainda melhor.

A não perder.

Photobucket

quinta-feira, maio 10, 2012

Grandes Duos da TV [11]

Stringer Bell e Avon Barksdale (The Wire)


Avon Barksdale: You Only do two days, the day you go in and the day you get out



Russell 'Stringer' Bell: While back, I took a stroll through the pit. I saw that kid we got running things down there, uh, Poot. Now, he got the cell phone I gave him for the business, right there on his hip. But, the nigga got another cell phone that only rang when the pussy called. Now, if this no-count nigga got two cell phones, how the fuck you gonna sell any more of them motherfuckers? That's market saturation.



Avon Barksdale: Live the life, leave the life, ain’t no big thang, he used to talk that shit all the time and he believed it, know what I’m sayin? Was up baby, talk that shit now. It scare you don’t it? It scares me. Yeah. See, if he dead ya know I could carry it better, comin up the way we did you kind of expect that, you wait’n on it. See, the thing is you only got to fuck up once. Be a little slow, be a little late, just once. And how you ain’t gonna never be slow? Never be late? You can’t plan for no shit like this man, it’s life. Yeah. It scares me.



Russell 'Stringer' Bell:: You know, Avon, you gotta think about what we got in this game for, man. Huh? Was it the rep? Was it so our names could ring out on some fucking ghetto streetcorner, man? Naw, man. There's games beyond the fucking game. 



Russell 'Stringer' Bell: Motherfucker, what is that?
Sean 'Shamrock' McGinty: Robert Rules say we gotta have minutes for a meeting, right? These the minutes.
Russell 'Stringer' Bell: Nigger, is you taking notes on a criminal fucking conspiracy?



Avon Barksdale: Fuck all them Eastside bitches. That’s just the way I feel about it. I got nothin’ but love for Westside niggas, nothin’ but love.



Avon Barksdale: The game is the game. Always.


Russell 'Stringer' Bell: We ain’t gotta dream no more.

terça-feira, maio 08, 2012

sábado, maio 05, 2012

Avengers VS X-Men - Primeiras impressões

E no fundo é isso, não resisti e já comecei a ler. Por isso vou armar-me em comentador de futebol e ir comentando o jogo há medida que acontece. Ainda me falta ler muita coisa para trás mas "isto é como tudo, não há-de ser nada".

SPOILERS



AvX #1-3


Até agora saíram três números e tem sido a leitura mais dinâmica. Todos os que lêem este género de BD já
imaginaram várias vezes como seria ter os seus heróis favoritos a lutar entre eles. O problema é que estamos a falar de heróis, porque razão iriam combater uns contra os outros? a não ser que estejam a ser manipulados claro. Acaba por ter de haver um deles a "ferver em pouca água" se quisermos manter isto algo estritamente ligado aos heróis.

Em "Civil War" foi sobre Tony Stark que caiu esse manto. No mundo da BD ser um super-herói é possível, mas, quando a Marvel lançou "Civil War" enveredou por um caminho diferente, um caminho com um sabor mais real, ou seja, que de facto as pessoas não nascem super-heróis, não é por alguém ganhar poderes que assumidamente vai ser uma força positiva. Na realidade a maioria não está preparado e pode colocar a vida das pessoas em maior perigo. É assim que abre a história quando um grupo de mutantes decide investir contra um grupo de vilões para o qual não estava preparado a combater e que resulta na destruição de uma escola (ocupada). Ora Tony enquanto responsável pela segurança do país, acaba por concordar que tem de ser ilegal alguém andar armado em campeão pelas ruas sem dizer nada a ninguém. Porém, apesar de ter pontos muito válidos acaba por ser retratado como o "vilão" pelas acções que toma, o que quanto a mim foi uma pena, até porque ele nunca foi pau mandado do governo. Mas sobre isso falei aqui, estou a divagar demais.

Isto tudo era para dizer que até ao momento quem parece ferver em pouca água é Scott Summers aka Cyclops. É ele quem draws first blood.


Estando longe dos X-Men, neste meu regresso entro e vejo agora Cyclops e o seu grupo exilados numa ilha, sozinhos e parecem uma seita religiosa qualquer. Com ele Magneto, Namor e Emma Frost. Não fosse pela Storm e pelo Colossus e diria que a companhia não é das melhores em termos morais, apesar de me ser estranho ver o Magneto e o Namor a receber ordens dele. Os mutantes estão cansados de serem vítimas, pior, após "House of M", são uma espécie em extinção. Cyclops quer salvar a sua espécie e fazê-la prosperar, ele acredita que a Phoenix é uma força de renascimento e que ela poderá ser a salvação dos mutantes. É uma decisão arriscada a Phoenix mesmo enquanto esta aventura decorre está a atravessar o universo e a destruir planetas inteiros com ou sem vida inteligente. É uma força de renascimento, mas também destruição.

Admito que é complicado receber alguém em nossa casa que quer levar um dos nossos familiares, percebo isso e quando o Captain America vem por Hope, Cyclops não o recebe de braços abertos, como poderia? Mas, o Captain não tem qualquer intenção de provocar estragos, ele juntamente com os Avengers só quer salvar o mundo da sua destruição e, pelo menos, para o Captain, a vida de Hope é para salvar com igual força. Atente-se que os Avengers viram a forma como Nova regressou à Terra e o que lhes contou da Phoenix. É assustador, estamos a falar da possível extinção não só dos mutantes mas de todo o planeta (universo?).

É verdade que Cable parece querer proteger a sua filha adoptiva (Hope) a todo o custo também (ler X-Saction), ele vem do futuro e certamente terá informações que poderão mudar a nossa opinião, ele que apesar de agora estar "fora de combate" tem uma conversa telepática com Cyclops antes deste investir contra os Avengers (novamente X-Sanction). Será que Cyke sabe mais do que conta? Ou estará mesmo a seguir um caminho do qual se virá a arrepender.

Quem não pensa assim é Wolverine. Sobre ele, estou a gostar bastante da personagem, já não o lia há imenso tempo. Ao contrário de Cyclops e companhia, não se isolou do mundo. Tem a sua escola à semelhança da do Xavier e baptizou-a de Jean Grey Institute numa bela homenagem à mulher que sempre amou. Gosto da dinâmica que ele tem com os seus alunos, Logan está realmente paternal para aquelas crianças. E não sei o que aconteceu entre ele e Cyclops para dividirem os grupos, mas ver Beast, Kitty Pride, Cannonbal entre outros do seu lado, mostram que Logan não terá seguido um mau caminho, o que é óptimo. Rapidamente se alia aos Avengers nesta aventura, mas, não podemos esquecer que este é um assunto sensível para o Canadiano. E ao contrário do Captain, Logan não hesitará em matar Hope se for necessário. Mas, será isso suficiente, não há outros possíveis hospedeiros?


Quanto aos combates, curtos e directos. Há bons momentos e continua-se a usar aquele artificio fácil quando dois dos heróis principais lutam, que é parar a luta deles antes que algum vença, assim continua-se sem saber quem prevaleceria. Isto acontece entre o Iron Man e o Magneto por exemplo. Eu sempre disse que o Stark é um génio, jamais em tempo algum ele seria apanhado desprevenido pelo Magneto, a sua armadura tem protecção contra ataques electromagnéticos, pois claro. Ainda assim Magneto é uma força da natureza por isso tudo pode acontecer, mas o filho do mestre do Magnetismo dá os ares de sua graça e impede o resto do combate, a sua irmã mantém-se ainda aparte.

Gostava de vê-los usar mais os poderes combinados, destaque para o Magneto a controlar o Colossus logo no início.

Depois de um primeiro confronto Cyclops estranhamente rende-se. Entretanto Wolverine tinha fugido do campo de batalha para matar Hope, falhando redondamente, a rapariga possui cada vez mais o poder da Phoenix mesmo que a entidade ainda não tenha chegado a ela, o que resulta num Logan excessivamente bem passado. Wolverine actualmente tem um factor de cura elevado ao extremo e cura-se de tudo. Ao acordar é o único a desconfiar que Cyclops tem algo na manga, mas é tarde demais e a equipa de Scott consegue fugir. Duas coisas a salientar, Dr. Strange está mesmo mais fraco e o Aranha quando se junta ao Wolverine é diversão garantida.

Depois destas acções o Captain expulsa o Wolverine desta missão, os dois lutam no avião, mas o Giant-Man mete-se no meio e juntamente com o Cap atiram o Wolverine do avião em pleno võo.


Agora é esperar por mais...

O que me lembra, espero que um certo ditador de Latvéria, faça uma aparição. Estou com saudades de um dos maiores vilões da Marvel. Só por isso vou agora mesmo ler "Secret Wars".





Avengers #25


Aborrecido. Relata uma missão dos Avengers antes do confronto, nada de interessante. Apenas o final onde ficamos a saber que o Avenger, The Protector, poderá no futuro vir a trair a equipa em nome da sua raça, os Kree. Aparentemente o seu império quer a Phoenix Force, pois, metam-se na fila.








The New Avengers #25



Aqui ficamos a saber que há uma ligação qualquer entre a Phoenix Force e o Iron Fist. A maior parte da história é um flashback sobre uma mulher ruiva escolhida para ser o novo Iron Fist. No presente Danny Rand o actual Iron Fist está prestes a descobrir do que esta relação se trata. Parece que este herói terá um papel importante a desempenhar nesta saga.








Secret Avengers #26


Um grupo de Avengers ficou a cargo da missão mais complicada e que é por todos considerada como suicida. Thor, Captain Britain, Ms. Marvel, War Machine, Vision, Beast, entre outros, têm a (impossível?) tarefa de conter a Phoenix Force no espaço, antes que chege à Terra. Graças a informação que o Cap Britain recolheu em tempos de Jean Grey, conseguiram construir uma "jaula" que poderá aprisionar esta força (esperam eles).
Neste número relata-se o primeiro encontro entre a equipa e a Phoenix que como seria de esperar é catastrófica. Felizmente a Phoenix abandona-os atraída por algo. Os Kree querem usar a sua energia para ressuscitar o Captain Mar-Vell. Isto promete.









Uncanny X-Men #11


Aqui desenvolve-se a luta entre o Red Hulk e o Colossus que decorre debaixo de água. O Red não é o verde e com os poderes do Juggernaut do lado do Colossus, o mutante tinha tudo para vencer. Não acontece, mas apenas porque Colossus opta por conter-se quando se apercebe que a carga massiva de porrada que estava a dar no vermelho ia resultar na destruição de Utopia (local onde vivem os mutantes de Cyclops).









Wolverine and The X-Men #9


Aqui vi melhor como é o Wolverine nesta escola e já o mencionei no texto acima. Gostei dos seus alunos, caramba até o Toad trabalha na escola agora e fiquei surpreso quando vi que um deles é o filho do Gladiator. Por falar nisso com o seu filho em perigo parece que o Superman da Marvel vai fazer uma nova visita ao nosso planeta. Ele que actualmente é o imperador dos Shi'ar.

sexta-feira, maio 04, 2012

Super-Hero Trailers



The Amazing Spider-Man




Novamente o destaque vai para uma representação do Aranha mais fiel na parte humorística "You found my weakness it's small Knives".



The Dark Knight Rises



Tal como na BD Bane não quer apenas matar Batman, quer quebrar-lhe o espírito.

Adam Yauch (1964-2012)



Entre várias coisas, fizeram um dos melhores videoclips de sempre.
RIP Adam Yauch

quarta-feira, maio 02, 2012

O Terror Venéreo/Corporal em David Cronemberg



Em jeito de antecipação para o mais recente projecto de David Cronemberg, "Cosmopolis", a estrear no final de Maio, optei por recordar no blog "Tertúlia de Cinema" os primeiros tempos deste realizador e aqueles que para muitos são os seus "anos de ouro", ou seja, a altura em que explorava como poucos o terror venéreo e/ou corporal. É aqui que nasce o seu fascínio pela carne que se tornaria na sua imagem de marca.

Goste-se mais de um período ou de outro, a verdade é que dificilmente se pode dizer que a carreira de Cronemberg não tenha sido sólida. Mesmo os seus mais recentes projectos de onde destaco "A History of Violence" e "Eastern Promisses" são filmes fortes e com uma realização cuidada. São, ainda que muito diferentes dos filmes aqui apresentados, dois grandes Cronemberg's. Com a curta amostra de "Cosmopolis" veio um sabor ao passado do realizador. Será este um regresso à filmografia pela qual ficou conhecido? É esperar para ver e até lá porque não recordar esse passado?

Pessoalmente considero que as três obras escolhidas são fundamentais para conhecer o trabalho deste realizador e que rapidamente se tornaram em filmes de culto. Para verem quais são cliquem aqui.

Já que falei em "Cosmopolis" aproveito também para deixar o seu segundo trailer:

terça-feira, maio 01, 2012

quinta-feira, abril 26, 2012

The Avengers


Para descrever o que este filme é para mim, vou pedir emprestadas as palavras mais proferidas por Abed Nadir de "Community" e que são: "Cool, cool, cool". "The Avengers" tem muita pinta e é pura diversão ao mais alto nível, é tudo aquilo que esperava de um filme deste calibre e que consegue a proeza máxima, aquilo que todos os filmes deste género deviam almejar, que é despertar a criança que há em nós.

Pela ambição, este projecto seria sempre lembrado, é afinal de contas, a primeira vez em Cinema que se junta uma equipa destas. Claro que já existem filmes de equipas de Super-Heróis, temos os "X-Men" com alguns títulos soberbos e os "Fantastic Four", infelizmente dispensáveis. Porém, todas estas nasceram já como equipas na BD, os Avengers não. Os Avengers, tal como a Liga da Justiça para a DC é aquela equipa com que todo o leitor de BD sonha, a equipa em que se reúnem os Super-Heróis individuais mais populares. Por isso mesmo foi uma sábia decisão terem introduzido todos os protagonistas em filmes individuais primeiro, tal como havia sido feito na BD. A espera para chegar até aqui foi mais longa, mas compensou, em "Avengers" não se perde tempo a introduzir as personagens, isso já foi feito e se fosse de outra maneira metade do filme seria gasto nisso.


Mas, vamos por partes. Porque é que este filme funciona assim tão bem? Na minha opinião vou salientar os factores que considero mais relevantes. Para começar "o homem do leme", Joss Whedon, temos aqui um senhor que percebe de BD, que aliás, já escreveu para BD e por isso sente-se que as personagens foram bem entregues, há não só respeito por elas como as suas personalidades são muito bem exploradas aos quais Whedon adiciona o seu toque de humor. Se há coisa que sempre apreciei neste senhor foi precisamente o seu sentido de humor aguçado que para quem está familiarizado com o seu trabalho ("Firefly", "Buffy") irá certamente reconhecer o seu toque neste filme também. Outra coisa importante é que Whedon sabe realizar filmes, como já provou em "Serenety" (sim é uma boca ao "Spirit"). As sequências de acção em "Avengers" são muito bem pensadas, ver esta equipa a lutar em todo o seu esplendor e glória é magnífico. Aliás todo o espírito de diversão da BD é algo que se sente muito neste filme, essa transposição ocorreu na perfeição, são vários os momentos icónicos a que assistimos, desde um Hulk a tentar levantar o Mjolnir ou um Tony Stark a experimentar a sua nova armadura.

O elenco é outro factor importantíssimo e onde felizmente foi feito o pleno. Robert Downey Jr. foi o primeiro nome a surgir nesta equipa, ele é Tony Stark. Era das escolhas mais óbvias, porque é das mais perfeitas. Dito isto como poderia falhar? A sua personagem aqui mantém-se igual a si própria porque não se mexe com a perfeição.


Chris Hemsworth interpreta novamente Thor, o deus nórdico do trovão, pessoalmente sou dos que gostou muito da escolha. O seu Thor é seguro, imponente, divertido e acima de tudo, com um sentido de honra fortíssimo. Neste filme gostei particularmente da forma como exploram a sua relação com Loki, pois para todos os restantes Loki é apenas o vilão, mas para Thor é o seu irmão também. Por falar no deus da trapaça o que dizer de Tom Hiddleston? Nada, além de elogios. Excelente escolha para vilão, de todos os filmes anteriores era o que tinha mais estofo para ameaçar uma super equipa destas. Hiddleston já tinha sido um dos pontos mais fortes no filme "Thor", aqui regressa à sua personagem, que anseia por vingança mais do que nunca, e volta a entregar-nos uma representação fascinante que o coloca no pedestal dos grandes vilões de BD adaptados ao cinema. Os seus discursos sobre a liberdade, focando que com a sua liderança o nosso mundo conheceria a verdadeira paz, tornam-no um vilão ainda mais interessante.

Na altura que Chris Evans foi escolhido para ser o Captain America, muitos expressaram o seu desagrado, não porque Evans não fosse capaz de interpretar Steve Rogers, mas, porque já tinha sido o Human Torch em "Fantastic Four". A mim Evans já me tinha convencido no seu filme a solo e aqui ainda gostei mais de o ver, porque senti ainda mais o espírito do Captain America. É uma personagem que praticamente não tem poderes ao pé dos outros, é juntamente com Black Widow e Hawkeye dos mais fracos e ao pé de deuses e "gigantes", fica sempre o receio de que passem para segundo plano. Contudo, Whedon, soube orquestrar esta equipa muito bem e todos têm um papel a desempenhar nela. O Captain America assume naturalmente o papel que sempre lhe foi destinado, o de líder e nunca em altura nenhuma isso soa a forçado. As suas cenas de luta são também fabulosas e compensam o facto de ter o fato mais piroso do filme...


De todos estes Super-Heróis, o mais mal tratado foi o Hulk, que é também a pedra no sapato deste franchise, não só por o "Incredible Hulk" de Louis Leterrier ser o pior de todos, mas porque o actor teve de mudar também. Claro que este factor inicialmente negativo acabou por ser muito bom, para mim Mark Ruffalo tem mais de Bruce Banner do que Edward Norton, não desfazendo o grande actor que este senhor é. E felizmente o Hulk surge aqui como a força da natureza que é, esqueçam o passado, este sim é o verdadeiro monstro verde que rouba todas as cenas em que entra e cuja voz volta a ser dada por Lou Ferrigno. Pessoalmente preferia que tivessem feito a ponte com o Hulk de Ang Lee, melhor filme e também com um bom Banner (Eric Bana), e essa ponte nem seria difícil de construir, os filmes facilmente se uniriam, não fosse pelo pequeno pormenor de dizerem que o Banner se transformou quando tentava recriar a fórmula do super soldado que criou o Captain America.


Por fim, temos Black Widow e Hawkeye, a espia e o sniper, os humanos e únicos membros da SHIELD a integrarem a equipa e que por isso partilham uma ligação maior entre eles os dois. Filme que é de Joss Whedon tem de ter uma rapariga jeitosa a distribuir quilos de porrada, Scarlett Johansson é essa rapariga e se não era nada uma escolha óbvia para esta personagem, tem cada vez mais ganho a minha simpatia. Jeremy Renner que tinha tido um cameo curto mais precioso em "Thor" regressa agora com bastante mais tempo de antena. O uso das suas variadas setas foi muito bem conseguido e sempre com muito estilo, dá realmente para acreditar que nos dias de hoje alguém ainda privilegie este tipo de armas.


A SHIELD revela-se finalmente neste filme, agora sim temos uma boa visualização do funcionamento desta equipa. Quando vemos a sua base de operações é um momento que qualquer fã da BD vai vibrar e por isso mesmo não me vou estender mais sobre o assunto para não estragar a surpresa. Nick Fury está de regresso e desta vez mais do que meros minutos. Há uma diferença muito significativa entre Samuel L. Jackson e os restantes actores. É que ao contrário dos outros, Jackson já tinha sido escolhido na própria BD como Nick Fury. Não na versão clássica, mas na versão "Ultimate" (ver aqui). Por falar em "Ultimates" as influências deste universo são muito notórias nas novas adaptações da Marvel, neste filme é-nos novamente recordado isso logo ao início quando revelam que o exército reunido por Loki é do povo Chitauri, nome pelo qual os Skrull são mais conhecidos na Terra do universo "Ultimate". Se gostaram deste filme, aconselho a espreitarem o segundo volume de "Ultimates" não só porque é bestial, mas porque a história também recai sobre a invasão dos Chitauri.

Como braço direito e esquerdo de Fury temos o já bem conhecido Agent Phil Coulson (Clark Gregg) e a estreante (em Cinema) Agent Maria Hill (Cobie Smulders). Phil é a personagem da SHIELD que estabeleceu maior ligação com os heróis como é visível nos filmes anteriores, pode ser uma personagem secundária mas a sua importância é tudo menos isso. Quanto a Cobie Smulders foi bom vê-la fora de "How I Met Your Mother" mesmo sendo uma aparição relativamente curta.


Esta é a história sobre a reunião da equipa de heróis mais poderosa da Terra. Indivíduos tão únicos e dispares que acabam por unir forças em prol de um bem maior. Banner diz a dada altura que isto não é uma equipa, é uma bomba-relógio, no final, fica a sensação de que mais do que isso, agora, é uma família e no fundo é tão simples quanto isso. Quem gosta deste tipo de filmes, não vai certamente sair desiludido, temos aqui aquele que será não só um dos melhores blockbusters do ano, mas também um dos melhores filmes do género feitos até à data. Isto sim é entretenimento do melhor e tendo sido o primeiro filme da Marvel a ser distribuído pela Walt Disney é caso para dizer que esta aquisição tem tudo para dar grandes frutos.

Gostava era de ver as personagens da Marvel mais unidas no Cinema e não tão separadas por diferentes produtoras. Não seria excepcional ver cameos do Spider-Man, do Wolverine ou do (cof cof) Silver Surfer? Posso estar a sonhar alto, mas depois deste filme, como é possível não o fazer? Principalmente depois de ver o potencial vilão da sequela após os créditos finais.

sexta-feira, abril 20, 2012

Zona Nippon I - Lançamento


O colectivo "Zona" está de regresso, desta vez com aquele que será o primeiro volume de uma série que conta com um leque de histórias (curtas), todas elas inspiradas de alguma forma no oriente asiático. Neste volume volto novamente a participar aliado ao Fil, com quem já tinha trabalhado no "Cabaret Monstra". Para mais informações podem consultar o comunicado de imprensa aqui. Algumas amostras dos trabalhos integrantes encontram-se disponíveis aqui.

O lançamento oficial irá decorrer no dia 5 de Maio no Festival de BD Anicomics, para mais informações consultar o programa.

quinta-feira, abril 19, 2012

Harold Lloyd


Harold Lloyd foi a par com Charles Chaplin e Buster Keaton um dos grandes nomes da comédia muda. Dos três foi o que acabou por cair mais no esquecimento e pelo que sei a grande culpa disso acaba por ser sua, uma vez, que, devido a certas imposições da sua parte, bem como a exigência de elevadas quantias monetárias para passarem os seus filmes na tv, levaram a um menor acesso aos seus filmes. Ainda assim certamente a maioria já se terá deparado algures com a sua mítica imagem em "Safety Last" agarrado a um relógio (ver figura) e que foi usada no recente "Hugo" de Scorsese.

Como dá para ver nessa imagem, Lloyd, há semelhança de Keaton, era um comediante que prezava pelo uso de grandes proezas físicas na sua comédia. Proezas essas que lhe valeram a perda de dois dedos, num anúncio em (ainda) 1919, ou seja, quatro anos antes de "Safety Last".

Desde os anos 90 que os seus filmes têm tido uma maior divulgação e um renovado (e merecido) interesse tem surgido à sua volta. Eu apenas o conheci há poucos anos e aproveitei recentemente para adquirir uma colecção de 10 DVD's que supostamente contêm os seus melhores trabalhos e se encontra na FNAC a 25€. Pela curta amostra vislumbrada, posso dizer que estou a adorar descobrir a sua filmografia e que percebo porque o seu nome é colocado ao pé dos génios de Keaton e Chaplin, sendo este último, dos três, o único que sobreviveu à introdução do som no cinema, temática explorada pelo recente "The Artist".

quarta-feira, abril 18, 2012

terça-feira, abril 17, 2012

Shaman Warrior


Usando o blog como uma espécie de diário fui ver que iniciei a minha leitura  de "Shaman Warrior" em Novembro de 2010 tendo comentado o 1º volume aqui.
Agora venho aqui assinalar que finalmente concluí a leitura dos seus 9 volumes. Há sempre um misto de sentimentos quando se termina uma série, por um lado é uma enorme felicidade possuir toda a colecção na estante, mas, por outro, fica sempre aquela tristeza quando temos de dizer adeus àquelas personagens que nos acompanharam durante tanto tempo. Apesar de ter gostado desta série, não lhe vou sentir particular falta, não é como um "Sandman" em que realmente a despedida doeu, ainda assim é sempre um adeus.

Tudo o que tinha dito sobre o 1º volume se mantém para os restantes, "Shaman Warrior" é uma BD carregada de testosterona. Todos os volumes são compostos por doses massivas de pancadaria, havendo poucos avanços no desenvolvimento da trama. Para quem gosta de combates isto torna-se um verdadeiro espectáculo graças aos belíssimos traços de Park Joong-Ki. Como referi também na altura o autor desenvolve as batalhas de uma forma muito dinâmica mas também muito veloz, que por vezes resulta em pranchas soberbas, mas que noutras também dificulta a visão global e por conseguinte a compreensão dos movimentos.


A história em si é curta, simples e directa. Não há grandes surpresas aqui, mesmo em alturas de revelações. O retrato deste mundo fictício é também bastante superficial, sem grandes explorações políticas ou sociológicas. Esta é uma história de vingança, de sangue e suor, e não pretende nunca ser mais do que isso. A acção desenrola-se num ambiente arenoso e seco, a civilização é governada por um regime opressor onde a lei do mais forte impera. Há sítios, cuja existência é aceitável, onde miúdos são treinados desde criança para serem lutadores e assassinos. Não são sítios acolhedores e onde duvido que todos atinjam a idade adulta. Aliás, acolhedor é uma palavra que nunca se faz sentir nos vários locais por que passamos.

Tudo começa com o ataque a Yarong, um guerreiro Xamã. Este tipo de guerreiros tem poderes especiais e após deixarem de ter utilidade para o governo, começam a ser abatidos como cães, uma caça que se estende durante anos. Após a morte de Yarong, Batu, o seu fiel discípulo fica encarregue de cuidar de Yaki, a filha do seu mestre. Aqui fica claro que a história se irá debruçar muito no crescimento desta criança, também ela uma guerreira Xamã, e na consequente vingança pela morte do seu pai.


Pelo caminho outros guerreiros se juntam a Batu, tais como: Horakaan, um guerreiro Xamã, que também procura vingar a sua família toda ela assassinada pelos homens do General (o governante) ou Yatilla, um guerreiro extraordinário e filho do líder do clã Manutu, que pretende destronar o governo a fim de terminar com a sua tirania. Seja quais forem as razões de cada um, todos acabam por ter o mesmo inimigo e a união das suas forças é mais do que aconselhada.

No volume 9, o último, fica a sensação de o autor ter apressado a conclusão, talvez devido a problemas com os prazos, uma vez que, ele refere essa preocupação no seu diário de bordo (segmento que se encontra no final de cada volume). É que até alguns dos desenhos me parecem pouco trabalhados. Quanto à história, perde-se em combates e a resolução acaba por surgir de forma repentina. No fundo é apenas um final para a maioria das personagens, deixando em aberto o início da prometida revolução que fica nas mãos do jovem Yatilla. Se ele sucedeu é algo que provavelmente nunca saberemos, mas quanto a mim, gosto de pensar que sim.

segunda-feira, abril 16, 2012

Grandes Duos da TV [10]

 Nathan Young e Simon Bellamy ("Misfits")



Nathan: What about you, weird kid? Don’t take this the wrong way or anything, but you look like a panty sniffer.
Simon: I’m not a panty sniffer. I’m not a pervert… I tried to burn someone’s house down.


Nathan [Discussing a plan for dealing with the Virtue group]: Come on, Barry, you're good at this stuff. Think of something.
Simon: Who's Barry?
Nathan: You are.
Kelly: His name is Simon.
Nathan: Is it? I thought it was Barry.



Nathan [to Simon]: Didn’t you say you wanted to piss on her tits? Probably best to keep that kinda thing between you and your internet service provider.


Nathan: It's a cruel senseless waste. A young man taken from us in his prime, leaving us to pick up the pieces of our shattered lives, knowing that he's gone forever. So maybe we should have the rest of the week off, you know to cry, and grieve, and remember our dear friend...
Simon: Ollie.
Nathan: ... Ollie! Dear beautiful Ollie!


Nathan: See? Babies… that's why I always use a condom. And if the girl looks dirty I use two.


Nathan: Yeah, okay. Let’s rob a bank.
Shaun: What’s that?
Simon: Nothing.
Shaun: Really? That’s funny, innit? Cause to me it sounded like a plan to rob a bank.
Nathan: No, no. I said, uh, “Let’s have a big wank.” Communal masturbation. The old Circle Jerk. 


Nathan: When did you get balls?
Simon: I've always had balls you've just never seen them.
Nathan: That's the gayest thing I've ever heard


Simon: I just want you to know... being here with all of you... it's been the best time of my life.
Nathan: Ah, I had a week in Spain last year, that was way better.


Nathan [to Simon]: Save me Barry!!

sexta-feira, abril 13, 2012

Top 10 adaptações de BD ao Cinema (Pós-2000)


A convite do André Marques do Blockbusters elaborei a lista daqueles que para mim são os melhores filmes cuja origem parte de uma BD e que foram lançados após 2000, ano a partir de qual esta febre ganhou novo fôlego.

Em 12 anos foram muitas as produções deste género, acabaram por ficar de fora filmes como "Iron Man", "Kick Ass", "Les aventures extraordinaires d'Adèle Blanc-Sec", "Hellboy" ou até mesmo "Sin City", "300" e "Watchmen".

Sem mais demoras deixo o link para o meu top aqui.

quinta-feira, abril 12, 2012

terça-feira, abril 10, 2012

Happy Sex


Philippe Chappuis mais conhecido por Zep é um conhecido autor de BD, criador do divertidíssimo Titeuf. Há cerca de dois anos foi editado pela ASA o seu livro "Happy Sex" e ao qual só pus a vista em cima ontem. Zep é característico por ter um humor bastante sexual, algo que já é claro em "Titeuf", mas que num livro dedicado exclusivamente a isso (como o próprio título indica) e só para adultos (assim dita o autocolante na capa) ganha uma outra dimensão.

A familiaridade de algumas tiras, tenham-se de facto vivido ou não pois certamente já todos pensaram nalgumas delas, aliado a um humor simples mas certeiro fazem com que "Happy Sex" seja um caso de diversão assegurada.
O único aspecto negativo de livros como este é que são de um consumo extremamente rápido ficando sempre a vontade de ler mais qualquer coisa. Espero que isto tenha aberto as portas para futuras edições de Zep, nem que seja para mais desta colecção, tais como "Happy Girls" ou "Happy Rock".

segunda-feira, abril 09, 2012

Grandes Duos da TV [9]

Jesse Pinkman and Walter White (Breaking Bad)


Jesse: Yo, I get I shouldn't call, but I'm in a situation over here, and I need my money.
Walt: I just gave you $600.
Jesse: Yeah, and thanks, Daddy Warbucks, but that was before my housing situation went completely testicular on me, okay?


Jesse: You either run from things, or you face them, Mr. White.
Walt: And what exactly does that mean?
Jesse: I learned it in rehab. It's all about accepting who you really are. I accept who I am.
Walt: And who are you?
Jesse: I'm the bad guy.


Walt: [On phone at hospital with Skyler looking on] Well yes, I will be sure and pass your best wishes on to everyone. Thank you and goodbye.
Jesse: [On phone back at meth lab] Oh yeah. And tell that douche bag brother-in-law of yours to go towards the light.


Jesse: Dude, you scared the shit out of me. When you say it's contamination. I mean, I'm thinking like... an ebola leak or something.
Walt: Ebola.
Jesse: Yeah, it's a disease on the Discovery Channel where all your intestines sort of just slip right out of your butt.
Walt: Thank you, I know what ebola is.


Jesse: [about drug dealers using kids to sell methamphetamine] Hearts and minds, right? Get them young and they'll be yours forever


Walt: You clearly don't know who you're talking to, so let me clue you in: I am not in danger, Skyler. I am the danger. A guy opens his door and gets shot, and you think that of me? No! I am the one who knocks!

terça-feira, abril 03, 2012

A Song of Ice and Fire: A Storm of Swords





















Por norma coloco sempre os títulos das obras que falo na língua em qual as vi. Digo isto para ficar claro porque coloquei o título deste livro em inglês quando no passado falei dos anteriores em português (volume 1 e volume 2). Gosto bastante das edições da Saída de Emergência, mas por questões económicas preferi começar a ler esta saga em inglês. A coincidência é que nas edições portuguesas os volumes são divididos em dois e logo quando salto para as edições inglesas calha ser no único livro em que tal também acontece uma vez que, até à data, "Storm of Swords" é o mais longo de todos.

Vou falar de acontecimentos que ocorreram nos volumes anteriores, por isso não é aconselhado ler este post a quem os desconhece. É apenas uma forma de avaliar na história o que até aqui se tem passado e os perigos que aguardam estas personagens. Uma boa altura já que a segunda temporada da série acabou de regressar.

São muitas as tramas que se desenvolvem neste mundo saído da mente de George R.R. Martin. Neste volume, por exemplo, perdemos Theon Greyjoy como uma das personagens a partir das quais a história é contada e com ele os Greyjoy ficam ausentes deste volume. Sabemos apenas que lutam entre si pelo trono após a morte do auto-intitulado Rei Balon, mas nada mais é explorado.

No entanto, em vez de Theon, há Jaime Lannister, que se torna, depois deste volume, automaticamente, uma das melhores personagens da saga. Sempre gostei do Jaime, nas poucas cenas em que aparecia tinha uma presença imponente, o diálogo com Catelyn Stark por exemplo foi prova disso. A única coisa que nos faz odiá-lo é sem dúvida alguma o que fez a Bran Stark. Neste volume ele é, secretamente, libertado por Catelyn que o envia juntamente com Brienne para Kingslanding a fim de o trocar pelas suas filhas reféns. Brienne após ter sido acusada injustamente de ter assassinado Renly Baratheon tem vindo a seguir religiosamente a viúva Stark e tudo fará para recuperar as suas filhas. Os laços que vão sendo criados entre Jaime e Brienne, que a início se odeiam, resultam num dos duetos mais fenomenais nesta história e dos mais improváveis. A partir deste enredo sabemos finalmente o que passou pela cabeça de Jaime em várias situações, conhecendo assim as razões das suas decisões nomeadamente aquela por qual é mais conhecido, a morte do Rei Aerys. Só por uma cena em particular em que estes dois estão envolvidos Jaime conquista o respeito de qualquer um, fantástico.

Para lá da muralha as coisas não estão nada fáceis também. A vida de Jon Snow tinha dado uma volta de 180º no final do volume anterior. Capturado pelos selvagens foi obrigado a lutar com Qhorin Halfhand que se deixou matar, ordenando-o que se juntasse aos selvagens para os espiar. Snow tenta assim convencer o rei para lá da muralha, Mance Rayder, de que é um desertor. É um percurso muito interessante o do bastardo mais popular de Winterfell. Envolve-se amorosamente com Ygritte, uma mulher beijada pelo fogo (ruiva), e trava até amizades com alguns dos selvagens. Talvez este povo não fosse exactamente aquilo de que ele estava à espera. No fundo, são tal como ele, simplesmente pessoas. Infelizmente pessoas que estão a montar-se como um exército para atravessar a muralha e atacar o sul. Para lá da muralha tudo é sul para este povo. Na sua mente Jon mantém-se fiél aos seus irmãos, a patrulha da noite, mas no futuro quando tiver de o mostrar, tais escolhas não serão tão fáceis de tomar, principalmente agora que está com Ygritte. Neste livro esta personagem está em grande, passa por muita coisa, é injustamente acusada e prova-se como um valente estratega e guerreiro. No final tudo isso será de certa forma recompensado. Uma coisa é certa, a vida de Snow nunca mais será a mesma.

Com Lord Snow fora da patrulha da noite, é agora a partir de Samwell Tarly que vamos tendo um vislumbre do que acontece deste lado. São poucos os capítulos de Tarly mas muito relevantes. A vida não está fácil para os "corvos". Enquanto nos 7 reinos os lordes guerrilham pelo trono de ferro, perigos mais sombrios despertam a norte da muralha. Uma das razões pelas quais os próprios selvagens se decidiram mover agora, prende-se com os constantes ataques dos "The Others" criaturas do gelo, criaturas da morte e capazes de trazer os cadáveres de volta. Pela primeira vez saberemos como se pode matar um "The Other", algo que até fez bastante sentido. Serão estas as forças do outro deus cujo nome não pode ser pronunciado segundo Melisandre a sancerdotisa do deus do fogo, R'hllor? Que os sancerdotes vermelhos detêm poder disso não há dúvidas, como já tinhamos visto também em Jaqen H'ghar. Mas até o próprio nome da saga "A song of Ice and Fire" parece indicar que se caminha para um confronto entre fogo e gelo. E se os Others parecem criaturas das trevas a verdade é que Melisandre, apesar da beleza, também.

Por falar nela, Stannis Baratheon aparece menos neste volume, depois da valente derrota em Kinglanding, graças ao anão mais popular do mundo, Stannis regressou a Dragonstone para recuperar as suas forças. Felizmente Davos safou-se durante a batalha, terminei "A Clash of Kings" a pensar que ele tinha ido desta para melhor. Gosto de determinados pormenores aos quais Martin presta atenção, por exemplo em relação a Davos que apesar de ter perdido a bolsa que ostentava ao pescoço com os seus dedos cortados continua a tentar segurá-la com as mãos como antes fazia, apesar de esta já lá não estar. Um pouco há semelhança de Jon Snow que desde que feriu a mão continua a movimentá-la da forma que o Maester lhe aconselhou. Somos criaturas de hábitos e por isso estas cenas têm um sabor muito real quando as leio, é como se as personagens existissem de facto. Voltando ao cavaleiro das cebolas é uma grande personagem e aparentemente o único capaz de chamar à razão Stannis, mesmo que nem sempre consiga. Não pensem no entanto que Stannis está quebrado, o rei pode encontrar-se mais fragilizado, mas nenhum dos seus objectivos mudou, a abordagem a eles é que sofreu algumas alterações.

Noutro continente Daenerys Targaryen continua a sua jornada. Agora com navios à sua disposição tem a oportunidade de regressar a Westeros e iniciar os seus planos para reconquistar os 7 reinos. Claro que há um ligeiro problema... Dany não tem um exército. Esta mulher tem crescido crescido muito tornando-se cada vez mais uma verdadeira líder. Para isso decide dirigir-se até às cidades de escravos, especificamente Astapor onde os leais Unsullied são vendidos. Os Unsullied são um grupo de eunucos guerreiros treinados desde miúdos para serem os escravos lutadores perfeitos. Apesar de ter adorado a forma como Dany ganhou este exército, custa-me que os seus treinadores nunca tivessem antecipado tal situação uma vez que me parece tão óbvia. Vamos culpar a sua ganância para tal ter acontecido.
Uma coisa que gosto em Dany é que se está a preparar bem antes de seguir para Westeros. Conquistando outras cidades e libertando os seus escravos pelo caminho, mas mais importante a aprendizagem que é necessária para se saber governar. De que lhe vale ser rainha dos 7 reinos se não o souber fazer? É neste volume também que finalmente sabemos quem é Whitebeard e quem tem vendido os seus segredos a Varys aka The Spider.

Ainda voltando a Theon a forma como este foi manipulado pelo bastardo de Bolton, agora já legitimizado como Ramsay Bolton foi épica. Por sua culpa Bran e Rickon perderam Winterfell, mas graças a ele estão também dados como mortos o que é uma vantagem para se protegerem dos seus inimigos. Os irmãos haviam-se separado para terem uma melhor forma de prevalecer. Rickon partiu com Osha enquanto Bran foi, nas costas de Hodor, com os irmãos Reed. E claro cada um com o seu respectivo lobo. É por Bran que descobrimos que há wargs na família Stark. Wargs têm a capacidade de entrar na mente de animais e é Bran o primeiro a descobrir, no final do volume anterior, que os sonhos em que era Summer, afinal foram todos reais. Com a ajuda de Jojen tem treinado essa habilidade que graças à paralisia nas suas pernas lhe abriu um novo rumo de possibilidades. Também Arya, sem saber, é um warg, penso que isso é claro pela descrição dos seus sonhos em que deve entrar dentro da perdida Nymeria. Jon igualmente, apesar de dos três ser aquele que menos usou essa capacidade. Possivelmente todos os irmãos podem ser wargs, mas a Lady de Sansa morreu logo no primeiro volume e não lemos nunca a partir do ponto de vista de Robb e Rickon.

Por falar em Arya Stark, muitos caminhos tem percorrido esta jovem corajosa, infelizmente nenhum desses percursos a tem levado aonde deseja. Graças a ela encontramos finalmente a "Brotherhood Without Banners". Lembram-se do lorde  Beric Dondarrion, cujo falecido Ned Stark enviou para capturar a montanha que dá pelo nome de Gregor Clegane? Bem tudo indicava que Dondarrion tinha sido morto, mas graças aos "poderes" de Thoros de Myr, mais um dos que reza ao deus vermelho, foi ressuscitado e continua-o a ser vezes sem conta. Dondarrion é então o líder deste grupo de guerreiros que ainda luta pelo reino do falecido Robert Baratheon. Um grupo que dará ainda muito que falar certamente. Entre eles e Sandor Clegane, Arya terá muitos desafios para enfrentar e quiçá se decida finalmente a rever o misterioso  Jaqen H'ghar.

Em Kingslanding, tudo parece bem, o lorde Tywin, mão do Rei é acima de tudo um brilhante estratega tanto fora como dentro do campo de batalha. Planeando casamentos entre os Lannister's e os Tyrell e os Martell vai ganhando aliados poderosos e aparentemente tudo os favorece nesta grande guerra. Joffrey continua igual a si próprio, ou seja, um asno. E a pobre Sansa é obrigada a cumprir tudo que a sua "nova" familia lhe indica. Aqui custa ver a pouca gratidão que todos têm a Tyrion Lannister sem o qual a última grande batalha poderia ter um desfecho totalmente diferente. Este é também o livro em que Tyrion será mais posto à prova, os desafios que irá enfrentar poderão ser-lhes letais. Felizmente o "Imp" mantém-se firme nas qualidades que fazem dele uma das melhores personagens.

Por fim, falta mencionar Robb Stark, cuja história continua a ser seguida por nós a partir dos olhos da sua mãe. Depois de Catelyn ter libertado Jaime, Robb foi obrigado a castigá-la mantendo-a "prisioneira" nos aposentos do seu moribundo avô o lorde Hoster Tully. Tal acção não foi vista com bons olhos por alguns dos seus homens que ansiavam pela morte do regicida. Robb é um corajoso guerreiro, até à data invicto, nas batalhas que trava, mas ainda é um miúdo, um jovem sonhador que em aspectos do coração fraqueja. São as decisões baseadas nas suas emoções que o colocam em maior perigo.

"A Storm of Swords" é um banho de sangue e veneno. Traições e mortes são elevadas ao extremo. É um livro também de revelações, finalmente sabemos quem matou Jon Arryn e quem ordenou o ataque a Bran, entre outras coisas. Em relação ao ataque de Bran foi a revelação que menos apreciei, não lhe vi grande necessidade mesmo vindo de quem vem. Temos finalmente o regresso de Lord Baelish que tem estado desaparecido. Ainda que só mais para o final a presença de Littlefinger é muito bem recebida da minha parte, este homem é um senhor e um dos reis da conspiração.

Desde "Game of Thrones" que George R.R. Martin tem sido capaz de nos prender a atenção com estas aventuras. Faz-nos amar e odiar personagens como se de amigos se tratassem e pelo menos até este terceiro volume não me parece ter dado nenhum passo em falso, pois valem todos bem a pena o tempo que lhes é dispendido.

segunda-feira, abril 02, 2012

Grandes Duos da TV [8]

 
Bender e Fry (Futurama)


Bender: Bite my shiny metal ass!


Fry: It's just like the story of the grasshopper and the octopus. All year long, the grasshopper kept burying acorns for the winter, while the octopus mooched off his girlfriend and watched TV. But then the winter came, and the grasshopper died, and the octopus ate all his acorns. And also he got a racecar. Is any of this getting through to you?


Bender: Hey Fry, I'm steering with my ass.
Fry (leaps out of chair): That's the best thing I ever saw.


Leela: That was the worst mission yet.
Fry: Yeah. I'm never going to any planet called Cannabilon.
Bender: Me too. Food was good, though.


Leela: Fry, we have a crate to deliver.
Fry: Well let's just dump it in the sewer and say we delivered it.
Bender: Too much work. Let's we burn it and *say* we dumped it in the sewer.


Bender: Fry come quick its an emergency!
Fry (runs in):WHAT! WHAT!
Bender: shut up already! Calculons on t.v.!


Bender: I'm so embarrassed. I wish everybody else was dead