
Finalmente regressaram os "Sons of Anarchy". Uma temporada que promete emoções intensas não fosse aquele final ao som do que me parecia um Nick Cave mas era afinal Richard Thompson.

Agora a sério, Stallone realiza aqui o regresso dos grandes filmes de acção que mencionei acima. É esse o espírito e são essas as memórias que evoca. Quando miúdo devorava esses filmes todos e aqui prometia-se o regresso da velha guarda, que tão bem conheço, aliado aos heróis de acção dos tempos modernos. Claro que agora já não sou esse miúdo e no que toca a filmes de acção estou mais inclinado para um "Bourne" do que para um "Expendables" cujo argumento é coisa que não importa. Mas também se era para retratar estes filmes na perfeição, uma boa história ia mudar o registo do filme automaticamente.
Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger dão os seus ares de graça num curto cameo. A conversa entre Stallone e Schwarzenegger brinca com a rivalidade entre estes dois, afinal foram os dois grandes heróis de acção nos seus tempos, o Terminator e o Rambo.
Pick an artist: Bob Dylan
1.) Are you a male or female? Minstrel Boy
2.) Describe yourself: I Am a Lonesome Hobo
3.) How do you feel about yourself: Like a Rolling Stone
4.) Describe where you currently live: Maggie's Farm
5.) If you could go anywhere, where would you go: Knockin' On Heaven's Door
6.) Your best friend is: Lily, Rosemary And The Jack Of Hearts
7.) Your favorite color is: Tombstone Blues
8.) You know that: The Times They Are A-Changin'
9.) What's the weather like? Buckets of Rain
10.) If your life was a television show, what would it be called? Highway 61 Revisited
11.) What is life to you? See That My Grave Is Kept Clean
12.) What is the best advice you have to give? It Takes A Lot To Laugh, It Takes A Train To Cry
13.) If you could change your name, what would you change it to? Mr. Tambourine Man

Em 1999 Morrison esteve de baixa durante alguns meses sozinho em casa com o seu gato, nas suas palavras “Ao invés de ficar a lamentar-me, decidi transformar tudo num processo horroroso de solidão e decadência, em um tipo de purificação - ou putrefação – poética” [2]. E assim foi, Morrison mergulhou a fundo no mundo da morte, do sofrimento, de pornografia levada ao extremo, da decadência, ou seja, no mundo do caos, o Qliphoth (árvore da morte) que consiste no oposto da mais conhecida, árvore da vida. “The Filth é uma tentativa de injetar nos meus leitores uma mistura curativa de idéias vis, emoções nocivas e imagens inaceitáveis" [2].



Em The Empire Strikes Back surge um novo Sith num holograma, mas seria em Return of the Jedi que o iríamos ver em carne e osso (até porque Ian McDiarmid não lhe deu voz no episódio V), estou a falar obviamente de Lord Sidious, o Imperador.
A voz de Ian McDiarmid é magestosa. Sidious é o mais negro de todos os personagens de Star Wars e a sua voz transmite toda a sua maldade e desprezo. É um mestre manipulador, sem dúvida, um verdadeiro Dark Lord of the Sith. Voltou a estar em alta no mais recente filme Revenge of the Sith.
Darth Maul
O costume dos Sith (nesta altura) é de haver apenas dois, um mestre e um disciplo, por isso nunca em nenhum filme houve mais de dois a partilhar o ecrã.
O próximo Sith surgiria em The Phantom Menace e seria talvez a melhor coisa que apareceu no filme, Lord Maul.
Maul é do tipo calado e contam-se pelos dedos de uma mão as falas que tem no filme (duas???).
Não sei se o personagem é calado por natureza ou simplesmente porque o actor que o interpreta (Ray Park) não tinha uma voz adequada para um Sith. Sim porque quando Maul abre a boca não é Ray Park que fala mas sim, Peter Serafinowicz. E dobrar um ser humano a falar não é tão adequado como um que usa uma máscara. Compreende-se por isso a fraca participação vocal de Maul. Mas a atenção às vozes do Sith mantêm-se incólume, Peter Serafinowicz tem bastante pinta a falar.
Darth Tyrannus

Em Attack of The Clones surge o último dos Sith que iríamos ver nesta saga, Lord Tyrannus. Ora Christopher Lee tem uma voz sobejamente conhecida, pois não são raras as vezes em que é usada, tal como recentemente em Alice in Wonderland de Tim Burton, ou o seu pouco aproveitado Saruman em Lord of the Rings. Lee pode ter necessitado a utilização de duplos ou de CGI para as suas cenas de combate (afinal a idade já pesa), mas basta pronunciar meia dúzia de palavras para colocar qualquer jovem de vinte e tal anos a tremer.
O filme brasileiro sensação de 2007 vencedor do urso de Ouro em Berlim e cuja sequela sairá este ano.
Adoro Wong Kar Wai e já tinha saudades de ver um novo filme seu. Já andava na lista de espera à tanto tempo e finalmente tive tempo para o ver.