segunda-feira, setembro 05, 2011

Photobucket

E ainda dizem que não tem super-poderes. Até depois de morto o seu charme prevalece no ar.

Hoje li o comic em que surge esta imagem. Mais um triunfo do Morcego (rói-te de inveja Superman).

Não sei se é o facto de ser misterioso, negro, inteligente ou simplesmente o carro, Chicks Love the Car (sim eu sei que vou para o inferno por ter citado o Batman Forever), mas a verdade é que Catwomam, Talia e Wonder Woman não é para qualquer menino.
Ainda para mais esta mulher já votou a sua expulsão da Liga da Justiça no passado.

Este comic é da Wonder Woman e pertence à saga Blackest Night que tem sido o meu maior vício agora.
Aproveito para dizer que se sente a falta do Morcego nesta saga que envolve todo o universo DC, mas nesta altura Bruce Wayne ainda está morto (Dick Grayson ocupa o seu lugar como Batman, como sempre foi suposto).
No entanto Geoff Johns, o arquitecto deste projecto, não se dá muito bem a escrever o morcego e por isso talvez tudo seja pelo melhor. Se estivessemos a falar de Grant Morrison as coisas seriam diferentes.

E claro agora que a DC revela que a Wonder Woman ama o Batman (e ele volta dos mortos) decidem começar o UNIVERSO DC DO ZERO NOVAMENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, setembro 01, 2011

The (New) Justice League


Neste regresso de férias e ao blog, nada como começar a falar do novo começo da DC Comics.

Em muito tem dado que falar esta medida da editora que vai iniciar uma nova continuidade no seu universo lançando, a partir de ontem, 52 comics (parece que agora já são 53) com todos a começarem no número 1.

Esta estratégia pretende, tal como a Marvel com o universo Ultimate, aliciar novos leitores. Qualquer pessoa pode pegar nalguns destes comics sem saber nada sobre eles. É, como disse acima, um novo começo. A DC já tinha tentado criar algo como a linha Ultimate com a linha All Star, mas que foi terminada.

Claro que para dificultar as coisas, pois a DC gosta é de confusão, há comics que vão manter a continuidade antiga, pelo que percebi. Isto é que vai ser uma amálgama de cronologias.

A DC tal como a Marvel sempre tiveram linhas cronológicas diferentes, mas separavam-nas em universos paralelos e reboots na DC de novidade também não têm nada. No entanto, segundo a DC este novo universo DC vai ser o oficial e não um Ultimate. No entanto o antigo mantém-se em funcionamento na linha Green Lantern por exemplo (depois do trabalhão de Geoff Johns seria herético começar do zero).

É garantido que os números 1 irão vender muito bem (há sempre a esperança de que valorizem), mas se as vendas vão realmente manter-se altas é algo que o tempo (e a qualidade das histórias) ditará.

Eu vou seguir Batman e Detective Comics por serem do homem morcego. Action Comics porque é escrito pelo Grant Morrison e o homem já fez um brilharete com o Super em All Star Superman.
Acabei por decidir dar uma oportunidade também ao Superman e há Justice League (escrita pelo Geoff Johns o homem do momento na DC).
A imagem da nova liga pode ser vista no início do post. Todos os fatos sofreram ligeiras mudanças sendo a maior, a perda das cuecas em Super e Batman (cujos fatos estão com um aspecto algo de armadura).

No fundo é a Liga original mas com o Cyborg em vez do Manhunter. Nunca prestei muita atenção aos Teen Titans por isso vou sentir a falta do Marciano, descrito como o coração da Liga por alguns.
Devo espreitá-lo em Stormwatch juntamente com o casal gay mais famoso da BD, Midnighter e Apollo. É bom saber que a DC não vai deixar as personagens da Wildstorm morrerem após a extinção da editora.

Algo a salientar é o "novo" protagonista do comic Green Lantern. Nada mais nada menos que...Sinestro. Claro que para quem andou a seguir o Lanterna isto não surgirá como uma surpresa, ainda assim é sempre um momento icónico.

segunda-feira, agosto 15, 2011

2º série dos Planos

O João Palhares, autor do blog Cine Resort, teve a amabilidade de me convidar a participar na sua rubrica dedicada a planos de cinema.

A minha escolha recaiu sobre um dos meus planos predilectos do filme The General e pode ser consultada aqui.

quarta-feira, agosto 03, 2011

segunda-feira, julho 25, 2011

Moneyball - Trailer



Este parece ser um ano em grande para Brad Pitt. Depois de nos brindar com um grande papel em "Tree of Life" parece vir a repetir o feito neste "moneyball" o segundo filme do realizador de "Capote", Bennett Miller.

quinta-feira, julho 21, 2011

Cabaret Monstra

"Cabaret Monstra" é uma curta BD da minha autoria e do FIL, que marca a minha segunda colaboração no projecto Zona, após a BD Despertar, que pode ser encontrada na Zona Negra II.

Esta história encontra-se na Zona MONSTRA que saiu em colaboração com o Festival de Cinema de Animação de Lisboa com o mesmo nome, na edição deste ano.

Aproveitando a publicidade feita no blog de Geraldes Lino, Divulgando Banda Desenhada, ao qual aproveito para agradecer a atenção dada, disponibilizo-a aqui também.




quarta-feira, julho 20, 2011

The Amazing Spider-Man Trailer



Finalmente encontra-se disponível o primeiro trailer do novo filme do Homem-Aranha.
Ainda não dá para ver muito do fato que tem preocupado muita boa gente por causa de uns certos sapatos de cristal à Cinderela.

Gostei, espero que o Peter não venha com um ar emo, pois no trailer parece mais isso do que geek. E basicamente é isso, quero que este filme seja excepcional e espero que não seja pedir muito.

17º Super Bock Super (16/0711)

As hostes em todos os dias do festival foram (muito bem) abertas por bandas portuguesas e o terceiro não ia ser excepção. A tarefa coube aos energéticos X-Wife. Esta banda do norte é boa e sabe-o. Ao longo de uma hora deliciaram-nos com várias canções dos seus álbuns e foi sem dúvida um excelente começo para uma bela noite que se aproximava.



Aqui cometi o meu maior erro da noite, ir ver Brandon Flowers para perto do palco. A dada altura olhei para trás e reparei na imensidão de público que se tinha juntado no recinto. Já estava cansado para andar aos encontrões e ir até ao palco secundário ver Junip quando dali a pouco tempo os Elbow entrariam em cena. E estes queria ver bem de perto.
Sendo assim assisti ao concerto inteiro de Brandon Flowers que cheio de simpatia até deu um espectáculo competente, o problema para mim é que as suas músicas não me disseram rigorosamente nada. Não conhecia o seu projecto a solo e fiquei sem vontade de aprofundar tal conhecimento. Notou-se, obviamente, uma maior resposta do público quando tocava Killers (sempre com arranjos diferentes, mais ao género do seu reportório a solo). Infelizmente acabou por assassinar a Mr. Brightside o momento por qual mais ansiava.




Recinto cheio e no entanto havia buracos bem à frente. Eram (assumo eu) fãs de Strokes a guardar lugar sentados. Este era o 3º dia e o cansaço era muito. Se em Elbow não houve grande problema em Slash foi pior, uma pessoa quer saltar e não está a contar com pessoas sentadas no chão.
Mas voltemos a Elbow que deram um dos meus concertos preferidos do dia. Era uma banda que assentava melhor no 2º dia, tendo em conta os cartazes. Precederam Slash e Strokes e a maioria das pessoas creio que não estava lá para os ver.
Mas Guy Garvey conseguiu cativar muito bem o público e a banda fez aquilo que lhe competia, presentear-nos com grandes canções ao vivo.




Logo de seguida entra em palco a próxima banda. Ao longe vemos a cartola, o cabelo encaracolado a tapar a cara, a camisa aberta e a guitarra à cintura. É a "lenda", caramba é o Slash!!!
A voz não é a de Axel Rose mas de Myles Kennedy, o vocalista dos Alter Bridge. Não tem um timbre de voz peculiar, mas tem uma boa afinação e projecção de voz.
Não conhecia nenhuma das suas canções a solo e não me fascinaram, mas aquela guitarra ao vivo vale sempre a pena ouvir e havia sempre cerejas no topo do bolo como foi o caso de Sweet Child of Mine e Paradise City que fechou um grande concerto. Também houve tempo para relembrar a sua passagem nos Velvet Revolver com Sucker Train Blues e Slither.


" Sweet Child O'Mine" - Slash in Super Rock 2011 por menphis_child

Vídeo da autoria do meu amigo Menphis


Depois de um concerto de rock mais clássico, onde os solos de guitarra são reis e senhores, vieram aqueles que são uma das bandas mais importantes do rock actual, os The Strokes.
Uma banda pouco comunicativa entre eles e com o público mas que soube dar um bom espectáculo, principalmente os dois guitarristas da banda que brilharam em vários momentos.
Não percebi metade das coisas que Julian Casablancas dizia entre as canções mas percebia as canções que era bem mais importante. Um concerto em que o mote sexo drogas e Rock n´Roll voltou a ser evocado.

terça-feira, julho 19, 2011

17º Super Bock Super Rock (15/07/11)

O segundo dia provou ser o melhor de todo o festival. No final abandonei o recinto com uma enorme sensação de satisfação. Agora sim valeu a pena vir.

O dia começou com Noiserv. Já assisti a vários concertos deste artista que gosto muito. Sem dúvida um dos nomes que tem mais sobressaído na música portuguesa da actualidade.
Noiserv tem tudo para fazer um grande concerto num ambiente mais intimista, agora num festival a tarefa podia ser injusta. Não foi o caso, o concerto correu muito bem e foi uma bela maneira de ir recebendo todos os que chegavam. Hoje esperavam-se ainda mais pessoas, afinal esgotou.
Diana Mascarenhas acompanhou-o mais uma vez com os seus desenhos.
É evidente que é um concerto que ganha mais num espaço menor, mas isso não impede de ter resultado e resultou muito bem.



A seguir veio Rodrigo Leão. Novamente um concerto menos festivaleiro. Vi-o pela terceira vez e verdade seja dita nunca nenhum bateu o espectáculo que foi o concerto na torre de Belém que curiosamente contou com Beth Gibbons ao contrário deste. Sim foi um balde de água fria Gibbons não subir ao palco ou a Sónia Tavares.
Claro que isso não invalida a qualidade deste projecto musical que é muita. Rodrigo Leão brindou-nos com excelentes canções, mas talvez por ser, como disse acima, um concerto menos festivaleiro, não foi daqueles que nos marcou nesta noite. Mas ver Rodrigo Leão vale sempre a pena, sempre.



Até agora ainda não pus os pés no outro palco. Neste momento até era a altura ideal pois The Legendary Tiger Man iria actuar. Mas após The Gift entra Portishead e quem esteve por lá sabe que com aquele mar de gente a corrida entre palcos era uma aventura.
Eu gosto de The Gift e assisto aos seus concertos de bom grado mas algo que não captei aconteceu a dada altura nestes últimos anos. Toda a gente odeia os Gift. Só ouvia palavras de ódio neste dia e sei que o sentimento não é recente mas não me lembro da sua existência no início. Alguém sabe quando isto mudou?
Algo curioso, Gift precede Portishead e Arcade Fire, ou seja, as bandas que influenciam os primeiros discos e o último, respectivamente.
Foi um bom concerto com muita cor (como a nova imagem pede) e com uma Sónia Tavares e um Nuno Gonçalves em grande êxtase, principalmente este último como tem sido cada vez mais habitual. De salientar dois momentos altos, a Enjoy the Silence metida no meio de outra canção e a explosão de confetis no final.



Chegou finalmente a vez de uma das bandas mais esperadas do festival, os Portishead. E diga-se de passagem deram um concerto lindíssimo. Porque continuam iguais a si próprios e porque a voz de Gibbons arrepia igualmente hoje como no início. Era como se os anos nunca tivessem passado.
Foi dos concertos que teve melhor som, algo também a salientar. Apesar de no final da Machine Gun aqueles graves quase me fizeram entrar em arritmia cardíaca (estava bem próximo da coluna).
Estivemos perante um dos melhores concertos do festival que juntamente com o próximo está no meu top 3 do mesmo.



Depois do cancelamente no Atlântico por causa da cimeira da Nato, facto que teve direito a uma brincadeira por parte de Win Butler, os fãs estavam mais do que sedentos por um concerto de uma das maiores bandas dos últimos anos. O resultado foi no mínimo memorável.
É verdade que o som não foi perfeito, não se ouviam os violinos e infelizmente pelo que tenho lido são problemas que têm sido constantes na digressão da banda. Uma banda como os Arcade Fire com tantos instrumentos precisa corrigir isso para brilharem em todo o seu esplendor e glória.
Felizmente o concerto não deixou de ser majestoso. O leque de canções escolhidas foi muito bom, a química entre a banda e o público monstruosa. Arrisco-me a dizer que a maior de todo o festival. Há bandas que quando elogiam o nosso público eu acredito nas suas palavras e os Arcade Fire foram uma delas. Posso estar enganado mas acho que é impossível não ter visto a emoção genuína nos olhos de Win Butler.
Neste concerto não houve momentos altos, houve UM momento alto que se propagou durante o concerto todo e isso é dizer tudo.




No final ainda fui assistir a um pouco de Chromeo. De onde estava via mal o concerto e apenas fiquei a admirar o som. Diz quem viu que foi muito divertido e um dos melhores também.

The Dark Knight Rises - Teaser



Foi em 2008 após The Dark Knight ter estreado que fiz esta sondagem no blog. Não temos Penguin nem Ridler mas sim Bane o homem que "quebrou" o morcego. E temos Catwoman (ainda não a vejo caramba).

Sem mais palavras vejam o teaser de "The Dark Knight Rises".

segunda-feira, julho 18, 2011

17º Super Bock Super Rock (14/07/11)

Não foi o primeiro "Super Bock Super Rock" que fui, mas foi o primeiro desde que se realiza no Meco e...não fiquei fã da localização.
As condições do campismo são muito más. Supostamente iam ser melhoradas mas a quantidade de chuveiros, WC's e pura e simplesmente fontes de água eram escassas. Claro que as pessoas também fazem a diferença. Quando saímos no domingo de manha o parque parecia uma lixeira. Sim uma equipa irá limpar tudo quando sairmos, mas eu gosto de deixar os locais como os encontrei e não uma pocilga, chamem-me excêntrico.

O recinto serve, mas as quantidades abusivas de pó que se levantam no Meco eram dispensáveis. Além de o recinto parecer estar com mais pessoas do que é capaz de suportar.

Quanto ao acesso, é o que já se sabe. Terrífico.

Agora vamos aos concertos que é o mais importante.

Entrei no recinto ao som de Sean Riley and The Slowriders. Aparentemente tiveram alguns problemas como falhas de electricidade, mas na altura em que os ouvi correu tudo bem. Era o 3º concerto que assistia da banda que decorreu bastante bem e sem surpresas.
Uma boa banda que vale a pena ter debaixo de olho.



The Walkmen continuou a festa. Não vi todo mas foi um bom concerto, o som deles ao vivo é muito energético e a presença do vocalista algo a destacar. O público ainda estava muito disperso, mas sinceramente foi o dia que muito possivelmente teve a pior audiência do festival o que não ajudou este e outros concertos.



Depois vieram os The Kooks. Não conhecia fiquei para guardar lugar para Beirut. Foi um bom concerto, penso que cumpriu mas pessoalmente não me disse nada. Há muita banda que faz este tipo de som melhor e pura e simplesmente é isso.



Um dos momentos porque mais esperava estava prestes a acontecer. Beirut sobem ao palco. Não foi, infelizmente, dos concertos mais memoráveis do festival. O som não foi dos melhores e o público terrivel. Acabei por ir mais apra trás para priveligiar a visão do concerto e tal provou-se um erro crasso. A maioria das pessoas ao meu lado não lhes ligaram nenhuma, preferia conversar e brincar com outros assuntos. A banda e nós merecíamos mais. Ainda assim só por ouvir a "Elephant Gun" ao vivo já tinha valido a pena estar lá.




Pela primeira vez (devia ter ido mais) desloquei-me até ao palco secundário para assistir a meia-hora de Lykke Li (meia-hora porque depois vinham os Arctic Monkeys). Foi um bom concerto dos melhores da noite, talvez mesmo o melhor. Uma pena não ter assistido mais.




Para finalizar no palco principal tivemos os já mencionados, Arctic Monkeys. Estes rapazes sabem tocar, não é à toa que captaram a atenção de muitos no início e que conquistaram tantos fãs, a maioria do público era obviamente para eles. Belos temas rock entreteram-nos durante cerca de 1 hora e 10 minutos.
No entanto no final do dia ficou aquela sensação de que não houve um concerto marcante, daqueles míticos cujas recordações nos irão assombrar. Isso como viria a descobrir estava reservado para o dia seguinte.



Este foi o único dia que estive pela tenda electrónica.Quando entrei tocava Tim Sweeney. Não é um género que costume ouvir e não me estava a dar prazer nenhum, não desfazendo o senhor como disse "not my cup of tea". Mas queria ver James Murphy e isso implicava esperar pelas 4 da manhã.
Não estava a contar com LCD Soundsystem isto é James Murphy DJ setting, mas para meu espanto gostei muito quando o senhor (com um ar Lynchiano) subiu ao palco e assumiu as rédeas do espectáculo.

quinta-feira, julho 14, 2011

quarta-feira, julho 13, 2011

terça-feira, julho 05, 2011

José e Pilar aos Óscares


O blog Split Screen criou o movimento "José e Pilar aos Óscares" cujo objectivo principal é, como o próprio nome indica, consciencializar o Instituto de Cinema e Audiovisual (ICA) de forma a considerarem submeter o filme "José e Pilar" aos óscares. Para isto foi já criada uma petição pública que pode ser assinada aqui.

Apesar de oportunidades não terem faltado ainda não visualizei este filme. Mas José Saramago foi um dos grandes nomes da literatura portuguesa por isso acredito que haja material para termos um belíssimo filme. É também sempre interessante ver como um filme mexe com as pessoas e a paixão deste pelo blogger Tiago Ramos é contagiante.

Para mais informações visitem os sites aqui indicados:


SPLIT SCREEN - http://splitscreen-blog.blogspot.com/2011/07/jose-e-pilar-aos-oscares.html
PETIÇÃO - http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N11961
BLOGUE - http://joseepilaraososcares.blogspot.com/
FACEBOOK - http://www.facebook.com/OscarJosePilar
TWITTER - http://twitter.com/#!/oscarjosepilar

sexta-feira, junho 24, 2011

Captain America - Trailer 2



Tinha de mencionar este trailer nem que fosse só pela música escolhida.

terça-feira, junho 21, 2011

A Dangerous Method - Trailer



Porque todos os dias que sai um "Cronemberg" devia ser feriado.

Fassbender continua na mó de cima. Este homem é um senhor.

domingo, junho 19, 2011

Ainda sobre X-Men First Class

Aparentemente o filme iria contar uma batalha telepática entre Xavier e Emma Frost.
A ideia foi abandonada por causa do filme Inception, uma vez que a cena remeteria para este filme.

Uma pena...Uma boa batalha telepática podia ser bem engraçada.

terça-feira, junho 14, 2011

X-Men: First Class


Matthew Vaughn, filme a filme tem vindo a construir uma carreira deveras agradável. Não vi Layer Cake, mas a adaptação de Stardust e Kick Ass foram muito bem conseguidas e proporcionaram-me excelentes momentos de diversão.
Por isto mesmo foi com muito agrado que recebi a notícia de que Vaughn realizaria este filme. Temi pelo curto espaço de tempo que teve para o fazer, mas mais uma vez o realizador deu um passo sólido na sua carreira. "X-Men: First Class" não é perfeito mas é um belo filme sobre o grupo de mutantes mais famosos do mundo e pessoalmente aposto que será o melhor do género este ano.
Inicialmente iria ser um filme centrado na personagem de Magneto, mas acabaram por pegar na sua história e inseri-la também no nascimento dos X-Men (pergunta um miúdo na sala porque se chamam X-Men. Pois bem, aqui terás a resposta).

Adoro quando o casting de personagens de BD é certeiro como um tiro de um snipper. Michael Fassbender É Eric Lensherr e James McAvoy é Charles Xavier. É graças a esta dupla que o filme é tão bom. Se em poucas palavras tivessemos de descrever a posição destes dois, bastaria pegar na conversa que têm enquanto jogam Xadrez:

Xavier: We have it in us to be the better man.
Eric: We already are.

A início o filme apresenta-nos a infância dos dois protagonistas que são completamente antagónicas uma da outra. De um lado o judeu alemão Eric Lensherr, vitima do holocausto, e do outro Charles Xavier, americano e filho de milionários que vive numa luxuosa mansão que espelha bem as dificuldades que não passou. A infãncia é crucial no moldar da personalidade e nota-se em ambas as personagens que são frutos das suas raízes.
Xavier torna-se um estudioso da evolução humana, já Magneto não consegue esquecer o seu doloroso passado e vive para a vingança perdendo pouco a pouco toda a sua fé na raça humana. É mais complicado acreditar na aceitação por parte dos outros quando já se assistiu na própria pele o quão dura e cruel pode ser a discriminação. E Eric não tem intenções de sofrer do mesmo mal duas vezes.


Dos mutantes mais jovens, recrutados por Xavier e Eric, saliento o grande Banshee interpretado por Caleb Landry Jones. A personagem é sem dúvida uma das mais divertidas do filme. Outro dos grandes e um dos meus favoritos na BD é Hank McCoy encarnado por Nicholas Hoult. Gostei muito da referência ao clássico de Robert Louis Stevenson, “O Estranho Caso de Dr. Jekyll e do Sr. Hyde” que tão bem se encaixa nesta personagem.
LinkInfelizmente nem todos tiveram o tempo de antena que eu desejaria, Darwin (Edi Gathegi) aparece pouco por exemplo e a Angel (Zoë Kravitz) pouco ou nada está lá a fazer.
Havoc (Lucas Till) substitui o irmão Cyclops. Não é daqueles que mais marca, mas também não faz nada para manchar o filme.
Por fim não me posso esquecer de Mystique (Jennifer Lawrence), um dos secundários mais importantes na história. Acaba por ficar ofuscada ao pé de Fassbender e Xavier, mas a sua mudança de posição em relação à forma como vê os mutantes é crucial neste filme.

Algo que um fã de BD gosta sempre são as várias referências geeks e aqui houve algumas muito boas. Desde as piadas sobre o cabelo de Xavier até aos cameos de velhos amigos e sem esquecer a aparição dos pais de Nightcrawler.
O filme infelizmente tenta é ser uma amálgama entre prequela e reboot, que é de estranhar. Pega em elementos dos filmes anteriores (visíveis até nos trailers) mas depois corta com a continuidade, sem qualquer tipo de preocupação. O próprio realizador fala do filme como um novo começo sem necessitar de se ligar aos outros. De qualquer das maneiras o importante é que o filme vale por si, siga ou não os outros e acreditem que vale (claro que eu sou suspeito o Magneto é a minha personagem predilecta deste universo).

Ainda bem que a qualidade do filme não é proporcional à qualidade dos posters e afins que neste caso foram muito fraquinhos.

quinta-feira, junho 02, 2011

sábado, maio 28, 2011

VII FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE BEJA


Já o devia ter feito mais cedo, mas coloco aqui agora o post sobre o Festival Internacional de BD de Beja que começa hoje.

Deixo em seguida o lançamento de imprensa. Para mais informações cliquem na imagem para aceder ao site oficial.


"Este ano, entre os dias 28 de Maio e 12 de Junho, Beja volta a transformar-se num ponto de encontro obrigatório para todos os que gostam de histórias em imagens (e não só).

São 17, as exposições de banda desenhada patentes ao público, mais de 60 autores de países como a Espanha, a França, a Itália, o Reino Unido e a Sérvia (além de Portugal, naturalmente), cerca de 70 editores representados no Mercado do Livro, e 15 dias de Programação Paralela a pensar em todos os gostos, com apresentação de projectos, cinema, conferências, cosplay, desenho ao vivo, lançamentos, maratona de desenho, oficinas, portfolio reviews, sessões de autógrafos, visitas guiadas, workshops, etc.

Como já é habitual o Festival estende-se por todo o centro histórico, partindo da Casa da Cultura (o núcleo central), para se estender até à Biblioteca Municipal, à Galeria do Desassossego, ao Museu Jorge Vieira - Casa das Artes, ao Museu Regional de Beja, e ao Pax Julia - Teatro Municipal.

15 dias de Festival, 15 dias sem descansar…


EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

ALEKSANDAR ZOGRAF – Sérvia

ANDREA BRUNO – Itália

BERNARDO CARVALHO (Ilustração) – Portugal

CARLOS RICO – Portugal

FERNANDO RELVAS – Portugal

INÊS FREITAS - Portugal

IVO MILAZZO – Itália

JOÃO MASCARENHAS – Portugal

LIAM SHARP - Reino Unido

LOUSTAL – França

PABLO AULADELL – Espanha

RICARDO CABRAL – Portugal

RUI LACAS – Portugal



EXPOSIÇÕES COLECTIVAS

À VOLTA DO MUNDO – Portugal
Com trabalhos os alunos das escolas de Albernoa, Baleizão, Beja, Beringel, Cabeça Gorda, Mombeja, Nossa Senhora das Neves, Quintos, Salvada, Santa Clara de Louredo, Santa Vitória, São Brissos, São Matias, Trigaches e Trindade

FUTURO PRIMITIVO – Portugal
Com Afonso Ferreira, Ana Menezes, Ana Ribeiro, André Coelho, André Lemos, André Ruivo, Andreia Rechena, Bráulio Amado, Bruno Borges, Cláudia Guerreiro, Daniel Lopes, David Campos, Filipe Quaresma, Inês Silva, Jarno Latva-Nikkola, Joana Pires, João Chambel, João Maio Pinto, João Ortega, João Paulo Nóbrega, John P-Cabasa, José Feitor, Jucifer / Pedro Brito, Lucas Almeida, Manuel Pereira, Marco Moreira, Marcos Farrajota, Margarida Borges, Mattias Elftorp / Sofia Lindh, Natália Andrade / Christina Casnellie, Nevada Hill, Ondina Pires, Pedro Sousa, Pedro Zamith, Pepedelrey, Rafael Gouveia, Ricardo Martins, Rita Braga, Rudolfo, Silas, Sílvia Rodrigues, Stealing Orchestra, Susa Monteiro, Uganda Lebre e Valério Bindi / MP5

PORTUGUESES NA MARVEL – Portugal
Com Filipe Andrade, João Lemos, Nuno Plati e Ricardo Tércio

VENHAM + 5 – Portugal
Com Agonia Sampaio, André Lima Araújo, António Pedro, Carlos Apolo Martins, Carlos Páscoa, Diniz Conefrey / Maria João Worm, Fil / Rui Alex, Inês Freitas, Luís Lourenço Lopes, Marco Silva,Sérgio Chaves / Kari Murakami, Sónia Oliveira, Teresa Câmara Pestana e Véte


OUTROS AUTORES PRESENTES

VICTOR MESQUITA - Portugal"

quinta-feira, maio 05, 2011

Crítica: The Motherfucking Wire




Melhor série de Sempre!

Green Lantern - Novo Trailer



Pela primeira vez surge a imagem de um dos Guardiões do Universo.

De resto não estou com grandes esperanças.

sábado, abril 30, 2011

Thor - Sugestões de Leitura

Este é um ano carregado em filmes de super-heróis. Na passada quinta Thor abriu as hostes, mas X-Men First Class, Captain America e Green Lantern aproximam-se também.

Como os filmes podem suscitar a curiosidade de alguns sobre as personagens vou deixar algumas sugestões de comics para os interessados.

Começo então com Thor que fui hoje ver e que é um bom filme de entretenimento sólido.

É óbvio que o início para conhecer qualquer personagem é sempre o seu 1º comic, a minha ideia é, no entanto, destacar alguns dos meus favoritos e que possam agradar àqueles que gostaram do filme.

Sem mais demoras aqui ficam duas sugestões:


THOR (Julho 2007 - Novembro 2009)


Começo por avisar que não sou um grande conhecedor desta personagem. Nunca lia os seus comics e conhecia-o mais pela participação nos Avengers ou em outras histórias.
No entanto comecei a lê-lo quando, em 2007, J. Michael Strazinsky pegou no leme.

Será um comic muito confuso para aqueles que não conhecem nada sobre Thor. Até porque no filme Donald Blake não existe, pois iria apenas complicar a sua história que tem pouco tempo para ser contada, posso, no entanto, referir que quando Thor foi enviado para a Terra por Odin foi enviado para o corpo do médico Donald Blake.

Este comic é no entanto um "novo início" para este super herói que desperta da sua hibernação e tem como missão reconstruir Asgard após o Ragnarok.

O autor Strazinsky foi também um dos autores da história do filme




ULTIMATES



Ultimates é uma versão alternativa dos Avengers da qual já falei aqui. É um Thor diferente do clássico, mas muitos dos novos filmes têm alguma inspiração nesta saga, o que faz sentido uma vez que se trata de contar a história dos Avengers se eles tivessem sido criados nos dias de hoje.

Apesar de o Mjolnir não ser tão bonito os livros valem muito a pena, pelo menos os que li, o volume 1 e 2 (o 2 se bem me lembro é o melhor).

Um grande trabalho saído da mente de Mark Millar (Kick Ass, Wanted).

X-Men First Class - New Trailer

Cliquem na imagem para ver.

Momento Favorito:

Xavier: We have it in us to be the better man.
Erik: We already are.

segunda-feira, abril 25, 2011


"Long Live The New Flesh.
Death to Videodrome"

quinta-feira, abril 21, 2011

Entrevista a Rui Zink e António Jorge Gonçalves


Já tinha falado aqui, do novo livro de Rui Zink e António Jorge Gonçalves, "O Grupo do Leão".

Agora saiu na Rua de Baixo a entrevista que fiz aos dois autores. Cliquem aqui para ver.

terça-feira, abril 19, 2011

Expo SyFy



Até 25 de Abril, das 10h00 às 00h00 vai estar disponível, no cinema São Jorge, a exibição da “ExpoSyFy”, que traz a Portugal cerca de 100 objectos originais e fotografias autografadas de alguns dos mais simbólicos filmes de ficção científica e fantasia. Uma vez que a entrada é gratuita não há desculpas para faltar.

A colecção pertence a Maite Minguez (na foto acima) que nos revela possuir cerca de 1800 artigos de cinema ao todo. Nesta exposição em particular trouxe praticamente todos os artigos que contém dentro do género.


Sobre como esta paixão pelo coleccionismo nasceu Minguez conta-nos:“A paixão por cinema vem desde pequena, costumava escapar do colégio para ver filmes e já nessa altura coleccionava os bilhetes de cinema. Depois comecei a comprar fotografias autografadas por actores e foi num desses mercados em Barcelona, o Sant Antoni, que conheci o meu actual marido, Lluis de Val enquanto procurava por uma foto. Ele tinha-a em sua casa e deu-ma porque gostou de mim. Logo nos casaríamos continuando juntos com a nossa colecção e dentro do nível monetário que tínhamos, que era pouco.

“Mais tarde montámos uma produtora de cinema e tivemos a sorte de trabalhar neste meio. Quando fomos a L.A. começámos a comprar objectos de filmes que consideramos muito importantes, estando aqui exposta a primeira peça de ficção científica que adquirimos, que são as fardas do filme “Dune”.


Além de “Dune” são muitos os filmes que se podem encontrar na exposição. Desde a espada usada por Arnold Schwarzenegger em “Conan e os Bárbaros”, passando pela luva de Freddy Krueger em “Pesadelo em Elm Street”, pelas máscaras de Jason em “Sexta-Feira 13” e de Tom Cruise em “A Lenda” ou mesmo a de Batman usada por Michael Keaton no filme de Tim Burton, um dos realizadores predilectos da coleccionadora.

Em relação às fotografias, são várias, onde figuram o grande Snake Plissken (“Fuga de L.A.”), a dupla de vampiros Louis e Lestat (“Entrevista com o Vampiro”), ou o cantor Sting no já mencionado “Dune” entre muitos mais. No entanto se tivesse de destacar uma teria de ser o mítico beijo entre homem e macaco num dos maiores clássicos de ficção científica de sempre, “O Planeta dos Macacos”. Claro que logo de seguida viria a foto da cena mais icónica de “E.T.”, o voo de bicicleta com a lua cheia como fundo e que está assinada por todos os protagonistas.


Todas as peças expostas são originais salvo a excepção de duas réplicas (oficiais), o capacete de Darth Vader assinado por Dave Prowse e uma pistola usada por Harrison Ford em Blade Runner.

Minguez revela-nos também que a peça mais cara, “porque era a que tinha mais interessados nela”, foi a mão de “Eduardo Mãos de Tesoura”. E que o capacete vermelho dos “Power Rangers”, na sua opinião, não é exactamente igual ao do filme.

Uma história engraçada foi a da aquisição do Relógio usado no filme “A Máscara”. Quando a peça chegou vinha quebrada. A coleccionadora preocupada entrou em contacto com os vendedores mas rapidamente foi relembrada que o relógio a dada altura no filme é partido pela personagem interpretada por Jim Carrey.


É de destacar também as caricaturas feitas a vários filmes e que se encontram expostas a meio das escadas do São Jorge. São das últimas peças adquiridas na colecção e foram elaboradas para a revista “Cinefantastique” por alguns dos caricaturistas mais famosos dos Estados Unidos.

O director geral do canal SyFy em Portugal, David Nuñez (na foto abaixo) conta-nos que esta exposição tem início aqui em Lisboa e que depois irá circular por diversas partes de Espanha. Mas ficou a sugestão de a levar a outros locais de Portugal, além da capital.



Artigo publicado em Rua de Baixo e da minha autoria.

quarta-feira, abril 13, 2011

Mortal Kombat Legacy - ep1

Lembram-se disto?
Pois bem, a ideia de Kevin Tancharoen não se desenvolveu (ainda) para um filme. De momento a Warner aceitou que ele realizasse 10 webisódios e o primeiro já pode ser visto.



De novas personagens, surge Stryker e Kano. O momento alto será o Kano a olhar para o seu futuro olho sem ainda o saber.
Claro que o que eu quero mesmo ver é a dupla Sub-Zero e Scorpion.

terça-feira, abril 12, 2011

O Clube de Cinema


Um proposta interessante que a Pergaminho editou recentemente por cá, foi este "O Clube de Cinema" (de 2007). Da autoria de David Gilmour, não o dos Pink Floyd, mas o do crítico de cinema e jornalista canadiano.
Trata-se de uma história auto-biográfica em que o autor nos relata a sua relação com o filho, Jesse, durante os seus últimos anos na adolescência.
A ideia é muito curiosa mas também assustadora se pensarmos do ponto de vista de um pai. Nos seus 15/16 anos Jesse cada vez mais se distanciava e desmotivava da vida académica. Durante a altura em que Jesse se encontrava a viver com o pai este percebeu que algo teria de mudar em relação à vida do filho, pois o caminho que este seguia não o estava a ajudar.
É aqui que lhe surge uma ideia, certamente radical para a maioria de nós. David deixaria o filho desistir da escola e em troca este teria apenas de ver 3 filmes por semana com ele.
É notório ao longo do livro que esta nunca foi uma decisão fácil para o pai que constantemente a questiona. Que a escola não estava a resultar na vida do filho era óbvio, mas abdicar dela, não tentar outros meios de ensino escolar, isso sim atormenta-o.
O livro vai-se dividindo então em duas grandes partes. O relatar desta relação entre pai e filho e as sessões de cinema que eu ansiava por ler. São vários os filmes visualizados e David faz sempre ao filho uma breve introdução sobre os mesmos.
Surgem nesses capítulos algumas histórias verdadeiramente fantásticas sobre vários filmes, a reter o murro que William Friedkin deu a um padre durante a realização de "The Exorcist", por exemplo. Como padre Damien o realizador usou um padre verdadeiro ao invés de um actor. A dada altura numa determinada cena descontente com o desempenho do padre perguntou-lhe se este confiava nele. O padre respondendo que sim levou de surpresa um murro na cara do realizador. Quando a cena foi novamente filmada o padre tremia enquanto terminava o seu ritual ao fundo das escadas. Isto é completamente louco e brilhante ao mesmo tempo. A ideia é genialmente louca e funcionou na perfeição para colocar a tensão necessária na personagem.
A educação pela arte é algo em que acho que devemos seriamente investir. O cinema pode ser mais do que entretenimento disso poucos terão dúvidas. Porém isso não torna a decisão do autor mais fácil, afinal de contas Jesse podia ter o clube de cinema e continuar na escola. Se as coisas corressem mal, muito provavelmente não estava a escrever este post, pois duvido que o livro tivesse sido escrito.
Gostei bastante do livro, aborda temas que me apaixonam de uma forma leve e descontraída. Sendo por momentos cativante ao ponto de querermos entrar na conversa que está a decorrer naquele momento.

Jesse é um apaixonado por hip-hop e ao longo do livro esta actividade está bem presente. por isso a título de curiosidade deixo aqui o único vídeo que o seu grupo "Corrupted Nostalgia" gravou:

segunda-feira, abril 11, 2011

No More Nathan


Caramba nao me chegou ter descoberto no fim-de-semana que a edição portuguesa do "The Brood" contém a versão do filme cortada (menos 4 minutos, nunca mais compro filmes de terror sem pesquisar antes) e agora leio que o Robert Sheehan vai abandonar uma série muito amada por mim "The Misfits".

Sempre disse que este actor ia longe, tem muita personalidade e o seu papel em Misfits chamou óbviamente a atenção de outros. Sheehan abandona assim a série para se dedicar a outros projectos.

Tenho pena porque como disse gosto muito de Misfits e sem o grande Nathan a série perde metade do seu brilho.

Haverá um substituto da sua personagem, tarefa ingrata e que dificilmente funcionará. Misfits terá uma 3º temporada, pessoalmente acho que será a última.

segunda-feira, abril 04, 2011

Green Lantern WonderCon Footage


Melhor que o trailer. Mas ainda não sei bem o que pensar disto.
A vozinha no final não me convenceu.

terça-feira, março 29, 2011

Despertar

Vou aproveitar que a "Zona Negra II" já se encontra disponível na Fnac, para colocar aqui a minha primeira história de BD que se encontra nesta revista.
Um muito obrigado ao Rui Alex por ter aceite desenhar esta história, sem ele nada disto tinha sido possível.







Anigamix 11


Para consultar o programa cliquem na imagem.

segunda-feira, março 28, 2011

MONSTRA 2011: Piercing 1 e L’illusionnist

Piercing 1



Da China chega-nos o muito interessante “Piercing 1″ de Liu Jian. Um nome até à data desconhecido no mundo da animação e que tem dado que falar com esta sua longa-metragem, tendo já conquistado em Portugal o prémio de melhor longa-metragem no Cinamina em Espinho e agora aqui na MONSTRA.

Este filme é mais uma prova de como a paixão pode levar à realização dos nossos sonhos. “Piercing 1″ é o sonho e trabalho de um homem só, Liu Jian. O filme é independente e não teve qualquer apoio do governo Chinês. Jian teve mesmo de vender a casa para poder concretizá-lo. “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena” (Fernando Pessoa). E valeu.

Utilizando um tipo de animação que evoca os saudosos Beavis and Butt-Head o autor conta-nos uma história sentida sobre a vida no seu país de origem durante a crise financeira que os tem afectado nestes últimos anos.

Na história seguimos Xiao Zhang, um jovem que veio da aldeia para a grande cidade com o objectivo de ter uma vida melhor, uma história facilmente reconhecida no mundo. No entanto os tempos agora são outros e onde o seu pai teria triunfado ele actualmente não consegue. Após perder o seu emprego considera a hipótese de regressar para junto dos pais, mas não sem antes se envolver numa série de encontros dos quais nada terá a beneficiar. Até quando tenta ajudar uma senhora idosa que tinha sido atropelada acaba por ser ele próprio acusado de tal crime sendo posteriormente torturado pela polícia (na busca de uma falsa confissão). Uma visão da China que não surpreenderá muitos e isto sim é que é realmente triste.

O final é digno de um filme dos irmãos Coen, com uma série de planos mirabolantes que nunca resultam como esperamos.




L’illusionnist




Na sessão seguinte chegou-nos “L’illusionnist” de Sylvain Chomet, já bem conhecido pelo seu trabalho anterior “Le triplettes de belleville”. Este foi, dos filmes mais actuais, o único a ter passado por cá nos circuitos comerciais nutrindo já de um grande reconhecimento e por isso mesmo não é de estranhar que tenha vencido o prémio do público aqui na MONSTRA.

Este foi também um filme que deu muito que falar ainda antes de ter estreado ou não tivesse argumento do saudoso Jacques Tati. Pessoalmente este encontro entre o humor de Tati e a animação de Chomet foi um momento maravilhoso, adorei esta peça de animação cujo resultado acaba por estar mais próxmo do título traduzido para português, ou seja, mágico.

O filme conta a história de um ilusionista francês que durante o seu percurso de espectáculos acaba por conhecer uma jovem mulher na Escócia que o segue desde então acreditando fielmente que tudo o que ele faz é magia.

Os tempos são duros para os ilusionistas, a maioria das pessoas já não se interessa por magia e os seus espectáculos acabam por ser drásticamente reduzidos. A jovem com quem está agora, não se apercebe de tais problemas, tudo para ela se resolve por magia e o ilusionista tudo faz ao seu alcance para a manter a viver nesse mundo mágico e sonhador. Mas nada dura para sempre, muito menos uma ilusão.


Publicado na Rua de Baixo por Gabriel Martins (Loot)

quinta-feira, março 24, 2011

Captain America - Trailer



Afinal as drogas são boas para nós (já o Black Panther e as suas ervinhas nunca me enganaram também).

Quanto ao trailer, parece-me bem. A música inicial faz-me lembrar o belo trailer de Star Trek do Abrams.

quarta-feira, março 23, 2011

MONSTRA 2011 – Abertura Oficial

Father and Daughter

Como nos têm vindo a habituar, as sessões de abertura deste festival são sempre muito bem pensadas e cuidadas, primando também pela diversidade artística sempre conectada com a animação. Como o próprio Francisco Galrito menciona, a MONSTRA é um festival de animação que pretende ser também um encontro entre diversas formas de arte.

Ao nos sentarmos na sala somos presenteados com uma pequena lanterna, “fará parte do espectáculo” alguém nos profere. É caso para dizer que a sessão ainda antes de começar já entusiasmava e aguçava ainda mais a curiosidade do público.

Segue-se então o espectáculo Pika Pika oriundo do Japão (um dos países cujo cinema de animação tem mais destaque nesta edição a par com o convidado, Holanda). A ideia consiste em usarmos o feixe de luz das nossas lanternas para desenharmos algo no ar enquanto o nosso movimento é captado por uma câmara (“também funciona com a luz do telemóvel” avisava a tradutora). No final criou-se um efeito de animação entre todos os desenhos elaborados, um espectáculo que divertiu todo o auditório.

Este ano a apresentação deixou de estar a cargo de Fernando Galrito para passar a ser responsabilidade do comediante Luis Franco Bastos, bem conhecido pela sua capacidade de imitação de figuras públicas. Foi uma boa aposta dotando toda a sessão de um pouco mais de humor.

Para terminar e como não podia deixar de ser, veio o cinema de animação em todo o seu esplendor e glória, coma exibição de quatro curtas do Holandês Michael Dudok de Wit: “Tom Sweep”; “The Monk and the Fish”, “The Aroma of Tea” e “Father and Daughter”.

As duas primeiras mais voltadas para a comédia rapidamente conquistaram as gargalhadas da plateia. A terceira e mais experimental, “The Aroma of Tea” consiste na sua última curta que é inteiramente feita usando chá, impressionante. Dudok de Wit é um mestre, não havia dúvidas disso por esta altura, mas se me pedissem para eleger o momento mais alto desta sessão foi sem dúvida o final de “Father and Daughter”, talvez o filme mais premiado do realizador. Esta história ternurenta sobre uma filha que após se separar do pai o aguarda durante toda a vida, arrebatou a audiência que fez questão de o demonstrar naquela que foi a salva de palmas mais sonora e sentida da noite.

A MONSTRA começou e que bom que isso é.


Publicado em Rua de Baixo por Gabriel Martins (Loot)




Torneio de Personagens de BD Europeia: Vencedor

Obélix




O Torneio de Personagens Europeias chegou ao fim. e o grande vencedor foi o não menos grande Obélix.

Ao contrário do que aconteceu no torneio de personagens norte-americanas o vencedor não foi a personagem mais nomeada pelo público. Neste caso foram dois os que obtiveram mais nomeações: Astérix e Lucky Luke.

Tenho ideia que Obélix é de facto a personagem mais popular de "Astérix", até falei sobre o facto de em miúdo (antes de ler os livros) se pensar que o nome de Obélix era Astérix.

Mesmo assim foi com alguma surpresa que vi Obélix começar a ter todos os votos e Astérix quase nenhum. Com o tempo a votação tornou-se, felizmente, mais equilibrada e estes são os resultados:

Obélix (57%): 12
Astérix (42%): 9


Curiosidade

A partir dos quartos-de-final (inclusivé) todas as personagens que apareciam primeiro nas votações passaram.



Por fim agradeço a todos os que participaram.

Astérix, Obélix e Idéafix

Photobucket

uma visão diferente por Gizenya

domingo, março 20, 2011

quarta-feira, março 16, 2011

Torneio de Personagens de BD Europeia: Resultados da Meia-FInal

Obélix VS Tintin VS Lucky Luke

Depois do empate entre Obélix e Tintin parece que a introdução de Lucky Luke a esta equação veio facilitar a vida a Obélix.
Rapidamente Tintin foi perdendo terreno enquanto uma luta renhida decorria entre Obélix e Luke. No entanto o cowboy de Morris estave sempre (ou quase) à frente...até ao dia de hoje onde foi ultrapassado pelo gaulês mais divertido da BD.


Resultados:

Obélix (40%): 12
Tintin (23%):7
Lucky Luke (36%): 11





Astérix VS Druuna

Como tinha previsto a viagem de Druuna terminaria aqui. Quanto a Astérix tem tido alguma sorte no seu caminho, mas isso agora acabou. Na final irá defrontar o seu melhor amigo.

Resultados:

Astérix (71%): 20
Druuna (28%):8




Considerações Finais

Tinha dito a dada altura que gostava de ver um Astérix VS Obélix. Não necessáriamente na final, mas assim aconteceu.
São duas personagens muito amadas e com um grande leque de fãs, estou curioso para ver sobre qual destes dois caem as maiores preferências.
Será o esperto, baixo e corajoso Astérix? ou o alto, engraçado e comilão Obélix?
Os dados estão lançados, resta votar.

ZONA MONSTRA - Lançamento



No próximo dia 26 de Março no festival de cinema de animação, MONSTRA, pelas 18:45 será lançada a nova revista de BD da Zona, a "Zona Monstra".

A capa já está a ser divulgada e é da autoria de Filipe Andrade, actualmente a desenhar para a Marvel.

Nesta edição que conta com cerca de 30 autores, volto a participar com uma curtíssima história intitulada "Cabaret Monstra", uma pequena brincadeira dedicada a um dos meus festivais predilectos e que é desenhada pelo Fil o grande criador e impulsionador deste projecto.




Para mais informações consultem o blog da Zona.

sexta-feira, março 11, 2011

O Grupo do Leão



“O Grupo do Leão” consitia numa tertúlia de artistas e aficcionados do Naturalismo que tiveram uma grande importância no desenvolvimento e divulgação deste movimento artístico em Portugal. Os encontros ocorreram na Cervejaria Leão d’Ouro durante a década de 80 e contavam com membros tão ilustres como Columbano e Rafael Bordalo Pinheiro, Silva Porto, António Ramalho e muitos outros.

No ano de 1985 o pintor Columbano Bordalo Pinheiro imortalizou este grupo naquela que viria a ser a única representação deste colectivo de artistas. O quadro pode ser actualmente visitado na colecção do Museu do Chiado de Lisboa.

Ora foi precisamente a partir de um convite do Museu do Chiado que surgiu este livro da autoria de Rui Zink e António Jorge Gonçalves, uma parceria já bem conhecida no mundo da BD/ilustração (“VIH”, “Rei” e “Arte Suprema”).

Sem dúvida uma proposta muito interessante, esta de relembrar um dos movimentos artísticos mais prestigiosos do nosso país.

Os autores a quem o desafio foi lançado, seguiram um caminho pouco convencional para prestar homenagem a este “Grupo do Leão”. O resultado é um trabalho não só aliciante como original e inventivo.

A narrativa começa com a chegada do Inspector Columbano (que não é da famíla do pintor) ao Museu do Chiado. Aparentemente desapareceram três dos pintores do famoso quadro “O Grupo do Leão”. Nunca se tinha ouvido crime mais bizarro, pois o quadro permanecia intacto no museu, os três pintores, Silva Porto, José Malhoa e Moura Girão é que literalmente desapareceram da tela. Provavelmente o caso mais misterioso com que que o Inspector Columbano se deparou.

A partir daqui seguimos uma viagem pelo museu sempre acompanhados pelo inspector que se vai informando (a ele e a nós) sobre o famoso “Grupo do Leão”. Quem eram os seus membros e qual a sua relevância?

Passeando entre esculturas e atravessando vários quadros dessa época esta é uma viagem que não será rápidamente esquecida. Aqui é preciso salientar a excelente construção e desconstrução de obras por parte de António Jorge Gonçalves bem como a qualidade dos diálogos de Zink sempre pautados por uma elevada dose de bom humor.

Uma entrevista conduzida por mim aos dois autores pode ser vista aqui.

Publicado originalmente em Rua de Baixo (Março de 2011) por Gabriel Martins (Loot)

quinta-feira, março 10, 2011

MONSTRA 2011




A MONSTRA está de regresso e já tinha saudades.
Para os apaixonados por este género ou para aqueles que o querem conhecer melhor é de aproveitar este festival que dura apenas uma semana e que promete, como sempre, ser intenso.
O país convidado é a Holanda e o festival irá decorrer entre 21-27 de Março.

Para mais informações entrem no site oficial ou leiam na Rua de Baixo o texto de Gonçalo Trindade sobre a apresentação do programa deste ano.

quarta-feira, março 09, 2011

Torneio de Personagens de BD Europeia: Resultados dos quartos-de-final

Obélix VS Tintin

Do grupo o maior duelo de todos, tal como se previa. Tintin como já foi dito nos comentários é uma escola e Obélix é das personagens europeias mais queridas de sempre, sendo muitas vezes preferido em relação ao protagonista, Astérix.
Não sabia em quem apostar, pois podia ir para qualquer lado e acabou por não ir para nenhum. Um empate. Devido a este acontecimento vou deixar passar os dois para a meia-final, ver se os votos com um 3º membro se dividem mais. Caso contrário terei de arranjar outra forma de os distinguir pois na final só haverá dois.

Resultados

Obélix (50%): 10
Tintin (50%):10




Lucky Luke VS Spirou


Spirou foi dos que obteve um melhor resultado na 1º fase, mas não tinha ninguém no grupo com a popularidade do gatilho mais rápido do velho oeste, Lucky Luke.
Previa-se uma vitória fácil para o ex-fumador, apesar de Spirou ser uma referência.


Resultados

Lucky Luke (70%): 14
Spirou (30%): 6




Astérix VS Milou


Astérix tem tido uma caminhada sem grandes percalços. Sempre foi um dos favoritos e não tem tido grandes desafios. Milou pode ter surpreendido ao vencer na 1º fase, mas contra este Gaulês? Nem pensar.


Resultados

Astérix (80%): 16
Milou (20%): 4





Druuna VS Major Alvega

Não é que a bela e sensual Druuna não mereça ter passado, mas fica a sensação que a sorte também a favoreceu. Afinal de contas não calhou contra Astérix, Obélix, Lucky Luke ou Tintin. Quatro personagens com potencial para chegar às meias-finais e agora que penso nisso chegaram mesmo (devido ao empate).
Acho que o caminho de Druuna termina nesta meia-final, mas posso estar errado e neste caso não me importava nada.


Resultados

Druuna (64%): 11
Major Alvega (35%): 6




Considerações Finais

A grande conclusão é que o mercado Franco-Belga é o que está retratado em maior força nesta recta final, salvo a excepção de Druuna que é italiana.
Goscinny é o nome que mais sobressai, além de ter criado Astérix e Obélix também escreveu Lucky Luke.

segunda-feira, março 07, 2011

Fantasporto II

Neste fim-de-semana, infelizmente só pude comparecer no Sábado.

De tarde participei no "Encontro de Bloggers Cinéfilos", apesar de não ser um blogger cinéfilo a malta não é preconceituosa. É sempre interessante conhecer novas pessoas que partilham gostos e rever caras já conhecidas.

De noite aproveitei para ver o grande vencedor do Festival:


Zwart Water


Filme holandês realizado por Elbert van Strien. Conta a história de Lisa (Isabelle Stokkel), uma jovem criança de 9 anos e dos seus pais Christine (Hadewych Minis) e Paul (Barry Atsma) que decidem mudar-se para a Bélgica após a avó materna de Lisa ter falecido e lhes deixado, uma verdadeira Mansão, como herança.
O grande impulsionador desta mudança é Paul que fica apaixonado pela casa, infelizmente parece ser o único. Lisa não quer abandonar a Holanda onde tem a sua vida e Christine tentou cortar com o seu passado há muito tempo atrás, um regresso destes pode ser sempre perigoso.
A princípio o casal rapidamente se habitua à mudança até Paul que parecia um bon vivant arranja emprego e Christine aproveita agora para perseguir o sonho de ser estilista. Todos parecem felizes, todos menos Lisa. Deambulando pela casa sozinha tudo muda quando decide visitar o porão e encontra pela primeira vez o fantasma de uma jovem rapariga, a falecida irmã gémea da mãe. O pior é quando esta revela a Lisa que foi assassinada pela sua própria irmã, a mãe de Lisa.
A premissa de termos uma casa abandonada e amaldiçoada que irá tornar a vida dos seus novos habitantes um pesadelo é do mais batido que se vê. E por isso é de realçar a abordagem distinta de van Strien. Estamos perante muitos lugares comuns mas o filme acaba por conquistar o seu lugar como se prova no final. Aliás a dada altura o filme estende-se em demasia, não havendo necessidade para tal, e caso tivéssemos um final mais comum, arriscávamos-nos a que a viagem não tivesse valido, de todo, a pena.
Por falar em lugares comuns é curioso o processamento dos momentos de susto que se tornaram um procedimento quase matemático, ou seja, numa determinada cena cria-se um ambiente propício ao tal susto, seguimos uma personagem em busca de algo por exemplo. A tensão da cena vai aumentando até que de repente surge algo pacífico. Isto acontece para baixar o mecanismo de defesa da pessoa "ah afinal era só um ursinho carinhoso" e é precisamente logo a seguir que o susto é pregado. Mesmo sabendo isto de antemão é sempre engraçado quando se dá um salto na cadeira na mesma, mas tal nem sempre acontece.
Não faço ideia se foi merecedor do prémio no Fantas, quero acreditar que não foi, porque seria uma pena este ter sido o melhor filme que passou no festival. De qualquer das maneiras é um filme que tem o seu interesse, é bem executado e acho que vale a pena conhecer. O remake Americano já está em desenvolvimento e irá contar com Charlize Theron.

quinta-feira, março 03, 2011

My Movie Tracks


A Gema lançou o desafio e eu respondi. Escolher 10 temas musicais que representam um filme. 10 dos predilectos pois claro e 10 que podiam ser 50.
Para ver a lista é só clicar aqui.

quarta-feira, março 02, 2011

Fantasporto

Como só tenho possibilidade de ir ao fim-de-semana, ficam aqui os filmes que fui ver:





Les aventures extraordinaires d'Adèle Blanc-Sec


Não ia com expectativas nenhumas até porque o filme não estava a ser bem conotado. Mas gosto da Adéle do Tardi e achava que o Luc Besson faria algo minimamente interessante. Foi uma bela surpresa, o filme está muito divertido, soube pegar nos aspectos mais humorísticos dos livros e dar-lhes a devida representação cinematográfica.
A Adèle do filme é mais uma versão feminina do Indiana Jones (que saudades desses filmes), diferente do que estava à espera mas mantendo alguns traços da energética Adéle da BD.
Uma proposta bem divertida.





Reykjavik Whale Watching Massacre


Quando penso no "Fantas" este é o tipo de filmes que me vem primeiro à cabeça, fazem parte do festival e sem os mesmos não seria igual.
Um filme que se aproxima do gore (podia aproximar mais), com más representações, maus efeitos especiais onde a única coisa que interessa é MATAR, MATAR; MATAR.
Um grupo de turistas encontra-se na Islândia para observar baleias quando durante um acidente o capitão do navio em que se encontram morre. A sorte deles é que há um outro navio pronto a salvá-los. Eu disse sorte? Pois...nem por isso.
Esperava algo melhor, mas também não dei o tempo por perdido, teve a sua piada.
Curiosamente no filme nunca surge uma baleia. No final uma Orca tem uma aparição de destaque, mas apesar de este mamífero ser popularmente conhecido por "Baleia Assassina" na realidade é da família dos golfinhos.






The Bat



Para terminar aproveitei a programação de filmes antigos do Fantas. É sempre uma boa oportunidade de os ver em grande ecrã. Infelizmente "The Bat" foi de todos o que teve a pior qualidade de projecção.
O filme em si, apesar de previsível é muito divertido.
Um assassino conhecido como "The Bat" volta a atacar, desta vez na mansão em que se encontra uma famosa escritora de policiais. Conspirações, homicídios e traições não faltarão nesta aventura.
Um dos actores é Vincent Price, um dos grandes nomes do cinema e o actor predilecto de Tim Burton.

E pronto, para o próximo há mais.

terça-feira, março 01, 2011

Torneio de Personagens de BD Europeia: Resultados da 1º fase

Aqui estão eles, os 8 magníficos:

- Tintin (65%);
- Druuna (44%);
- Obélix (47%);
- Astérix (42%);
- Lucky Luke (41%);
- Major Alvega (35%);
- Spirou (66%);
- Milou (53%).


Grupo I

Sem qualquer tipo de surpresas Tintin dominou o 1º grupo com um total de 23 votos em 35. Não havia mais nenhuma personagem que gozasse do mesmo reconhecimento, Tintin é, afinal de contas, uma das personagens de BD mais conhecidas mundialmente. A surpresa terá sido Sire Cryptus que conseguiu com 5 votos ficar em segundo, mas como é por tão pouco acaba por ser irrelevante. Blacksad teve 3 e Lauréline 4.


Grupo II

Apostava em Valérian para a vitória porque achava que seria o mais conhecido de todos. No entanto as excelentes aventuras de ficção científica de Druuna (ou as suas belas curvas) falaram mais alto e com 12 votos é a vencedora. Em segundo com 7 é que vem então Valérian seguido muito de perto por Zakarella (6).
Carrots teve apenas 2.


Grupo III

Neste grupo já se previa um duelo mais emocionante. V VS Obélix.
Dupont et Dupond e J'On ficaram ambos com 2 votos e rapidamente de distanciaram dos outros dois.
Aqui não fazia ideia de quem venceria. V teve resultados muito bons no torneio anterior tendo chegado às meias-finais, mas Obélix é um favorito de todos. Acho que V nunca esteve a ganhar mas também nunca esteve muito afastado. Acabou por ficar a 2 votos com 14.
Acho que está bem, afinal V já brilhou no anterior, é altura de deixar o lugar para outros.


Grupo IV

Tenho ideia que Tex é bastante popular em Portugal, mas ninguém neste grupo bateria Astérix.
Não há muito a dizer, temos personagens icónicos do velho oeste, como Tex (9 votos) e Blueberry (6 votos) e temos um grupo de vilões que dispensa apresentações, Les Daltons (7 votos).
Mas contra o Astérix (16 votos)? A par de Tintin um dos mais conhecidos? Nunca tiveram hipótese.


Grupo V

Este era o mais complicado de todos. Obviamente que falo em termos de popularidade, há aqui excelentes personagens que nunca teriam hipótese ao pé de outros infinitamente mais conhecidos.
Mas neste grupo, tirando o menos conhecido Bouncer (3 votos) havia Gaston (4 votos), Lucky Luke (14 votos) e Corto Maltese (13 votos).
Pensava que Gaston conquistasse mais votos, mas o duelo maior previa-se entre Luke e Maltese assim foi.
Apesar de Maltese ser muito popular sempre achei que Luke levaria a melhor, o que aconteceu na realidade, mas a um grande esforço. Maltese esteve muito tempo a vencer e só mais perto do final é que foi ultrapassado e por um voto apenas.


Grupo VI

Grupo complicado também. Apostei no Major Alvega (10 votos) para a vitória porque muitos devem ter visto a série de TV.
Caso contrário até diria que o divertido Titeuf (7 votos) venceria. Mas a pouco e pouco foi a criação de Bilal que mais se aproximou do Major, Nikopol conseguiu 8 votos. Munshine ficou apenas com 3, se calhar é porque a sua colecção não está toda editada em português...


Grupo VII


Aqui novamente o vencedor mais provável seria Spirou (18 votos). O curioso é que este esteve quase a não participar. Foi nomeado pouco tempo antes do torneio ter início.
Red Dust foi das personagens do velho Oeste a que teve menos votos, apenas 1.
Thorgal ficou em segundo com 5 votos e Isa com 3. Mereciam todos mais.


Grupo VIII

No último grupo Milou nunca deu hipóteses a ninguém. Desde o início se distanciou e assims e manteve vitorioso conseguindo 17 votos. Como já referi não sou grande conhecedor das aventuras de Tintin, mas simpatizo com Milou, acho que é um cão com muita personalidade. Ainda assim gostava de ver Adèle Blanc-Séc com mais votos, teve apenas 3.
O Méta-Baron e a Valentina tiveram 7 e 5 respectivamente.


Considerações Finais:


Gostava de ter visto mais mulheres nos quartos-de-final, alguém como Isa ou Adéle mereciam o destaque. Sendo assim temos um grupo dominado por homens. Ainda assim Druuna conseguiu prevalecer e com os seus dotes de personagem não é alguém a subestimar.
Em termos de confrontos, gostava de ver "Tintin VS Spirou", ambos são jornalistas e resolvem os mais variados mistérios. Ambos têm um animal de estimação e um grupo de amigos com personagens particulares e cómicas. Há muitos paralelismos entre os dois, por isso seria interessante o confronto.
Outro combate que gostaria de ver seria "Astérix VS Obélix" o protagonista contra o mais cómico.