quinta-feira, abril 22, 2010

Kick Ass

A melhor descrição para este filme é precisamente o seu título, pois ele é "Kick Ass".
O novo filme de Matthew Vaughn ("Layer Cake", "Stardust") consiste na adaptação da novela gráfica de mesmo nome de Mark Millar and John Romita Jr.. Talvez adaptação não seja a palavra indicada afinal de contas o filme começou a ser escrito, mais ou menos, ao mesmo tempo que o livro. Vaughn conhecia o trabalho de Millar e estava interessado em trabalhar com ele. Resumindo Millar falou-lhe desta ideia e Vaughn adorou.
O início de "Kick Ass" entra já para o top das melhores introduções de 2010, é absolutamente hilariante dentro de um estilo de humor sádico. Humor esse que continuará presente no filme.
Dave Lizewski (Aaron Johnson) é como ele próprio se define, um rapaz normal. As raparigas não lhe ligam, não é um atleta e até no seu grupo de geeks nem é o mais engraçado. No entanto Dave começa a questionar-se cada vez mais sobre a possível existência de super-heróis na vida real. Alguém que não fique a assistir imóvel enquanto outro ser humano é agredido. É com esta ideologia que segue em frente e começa a patrulhar as ruas sob o nome de código: Kick Ass!
Ele não é um perito em artes marciais ou noutra forma de combate e não são um par de flexões que lhe vão mudar o físico da noite para o dia, por isso não é de surpreender que a sua primeira experiência a combater o crime seja extremamente dolorosa e negativa. Mas se pensam que isso o irá demover desenganem-se pois "aquilo que não nos mata deixa-nos mais fortes (ou pelo menos mais estranhos)".
O outro enredo do filme envolve Damon Macready (Nicolas Cage) um policia honesto que viu a sua vida destruída pelo mafioso Frank D'Amico (Mark Strong). Após sair da prisão onde esteve injustamente a cumprir pena, vai buscar a sua filha Mindy (Chloë Grace Moretz) a qual inicia num severo treino de combate. Juntos planeiam a sua vingança para destruir Frank D'Amico.
Quando vêem na televisão Kick Ass que entretanto se tornou mais um fenómeno da internet, acabam também por optar o uso de fatos de super-heróis tornando-se em Big Daddy e Hit Girl. Mas ao contrário de Kick Ass, estes dois sabem muito bem o que fazem e não os chamaria de super-heróis, pois os seus métodos estão mais próximos de um Punisher do que de um Batman.
O filme tem uma forte componente crítica à nossa sociedade. O tema em questão é tudo menos actual, pois é intemporal. Neste caso é abordado, muito bem, aos dias de hoje, à geração da internet e das redes sociais. Antes as pessoas só assistiam imóveis à violência dos outros, hoje além disso também a filmam e colocam no youtube. É a triste evolução do Peeping Tom.
O elenco está todo ele bastante bem. Ainda só vi Mark Strong no registo de vilão, mas é um registo que lhe assenta bastante bem. Nunca tinha visto Aaron Johnson mas gostei do seu Dave Lizewsk, a mim convenceu-me sempre. Foi muito bom poder ver Lyndsy Fonseca levantada do sofá de "How I Met Your Mother" onde tem uma participação tão pequena. Ela é a rapariga de sonho de Dave e durante o filme percebe-se bem porquê.
Outra coisa que soube bem foi novamente voltar a querer ver um filme que tem Nicolas Cage no elenco. Aqui ostenta um fato inspirado em Batman e por isso gostei muito do pormenor de Cage ter imitado a forma de falar do Batman de Adam West quando o vestia. Muito engraçado.
Para terminar não podia deixar de falar da criança prodígio interpretada por Chloë Grace Moretz que com apenas 12? anos é absolutamente assustadora e conduz-nos ao longo do filme por um festival de porrada e morte, o papel assenta-lhe que nem uma luva. O irónico é que a actriz ainda não tem idade para ir ver este filme.
O ponto mais forte é ainda assim a forma magistral com que é usada a banda sonora, sempre na altura certa e nas doses ideais, providenciando a atmosfera ideal à cena em questão. E depois há a grande homenagem a Ennio Morricone e os seus clássicos Western Spaghetti, a cereja no topo do bolo no que toca à música.
Há medida que nos aproximamos do final o filme tende mais para os excessos, mas é algo normal nestes géneros e com que já contava, não me incomodou nada.
Quem conhece os trabalhos de Mark Millar sabe que a violência é uma componente muito importante e usada por ele. Neste filme o realizador filmou-a com bastante classe e ficaram fantásticas (até cenas a evocar o Scorpion de Mortal Kombat tem).
Estive afastado da campanha publicitária (e continuo a achar que é o melhor que faço em relação aos filmes, tenho pena não fazer com todos ainda) por isso não estive tão ligado ao hype que existe à volta do mesmo, mas para mim cumpriu tudo o que prometia, gostei muito.

segunda-feira, abril 19, 2010

Mão Morta - Novelos de Paixão



A partir de hoje disponível nas lojas.

sábado, abril 17, 2010

Dracula

Irei dividir o comentário sobre este livro em duas grandes partes. Na primeira irei abordar a história clássica criada por Abraham “Bram” Stoker e na segunda falarei desta edição em particular, a da "IDW", que contém ilustrações de Ben Templesmith e cuja capa podem ver na imagem acima.

Quando pensamos no mito do Vampiro há um livro que acima dos outros nos vem à cabeça, esse livro é precisamente "Dracula". Não só a obra mais famosa de Stoker mas arriscar-me-ia a dizer a obra mais famosa sobre o Vampiro.
Stoker utilizou uma forma original e diferente para contar esta história, fazendo-o através dos diários e cartas das várias personagens, sejam diários escritos ou gravados, e utilizando recortes de Jornais também. Saliento no entanto que nunca lemos nada através da perspectiva de Dracula, pois este não tem um diário, ou se tivesse, nós não lhe temos acesso. Este livro é como se fosse a reunião de todo o material que Mina, Harker, Van Helsing e companhia reuniram ao longo desta penosa aventura. Mas não saliento isto como um ponto negativo, Dracula sempre que surge é muito bem retratado e não seria proveitoso nem faria sentido para esta história sabermos tudo sobre ele e quais os seus planos, pois tiraria força e terror à personagem. Claro que assim em grande parte da história Dracula está ausente e a sua falta é sentida, mas a abordagem de Stoker foi, não só inovadora, como muito certeira.
O livro tem inicio com a viagem de Jonathan Harker até à Transilvânia onde irá conhecer o Conde Dracula com quem tem vários negócios a tratar, pois o Conde decidiu comprar terrenos em Londres e prepara-se assim para abandonar a sua terra Natal. Os primeiros capítulos são dos melhores momentos que esta história nos oferece. A viagem de Harker até ao castelo e a sua estadia e interacção com Dracula são momentos sublimes. O ambiente negro e tenebroso é todo ele muito bem captado por Stoker. Temos mistério, noite e magia que culminam na personagem de Dracula.
Entretanto do outro lado da Europa vamos conhecendo Wilhelmina "Mina" Murray a noiva de Harker que aguarda ansiosamente pelo regresso do seu amado. A personagem de Mina é bastante interessante, pois considerando-se uma típica mulher da era Vitoriana acaba por ser precisamente o contrário, uma grande feminista, mesmo que ela algures no livro o recuse. Mas Mina não vive na sombra dos homens, a sua inteligência é reconhecida e a sua voz ouvida por todos.
Para colmatar a ausência de Dracula temos o professor Abraham Van Helsing o misterioso médico da Holanda, o único a ter conhecimento dos Nosferatu e aquele que tem de provar a todos estes filhos do séc XIX que há mitos que são verdade e inexplicáveis aos olhos da ciência. Uma tarefa que se prova terrivelmente árdua, não só porque esta é uma geração que abandonou o pensamento metafisico, mas porque irá envolver os sentimentos pessoais de todos quando Lucy Wensterra, uma mulher amada por eles, cair nas presas do Conde.
Antes de terminar tenho de salientar também um dos melhores enredos do livro que são os que ocorrem no hospício, mais especificamente os que envolvem o doente Renfield. Através das notas do doutor John Seward vamos observando as diferentes alterações de espírito deste paciente que proporciona alguns dos melhores momentos. A sua obsessão pelo ciclo da vida é intrigante e posteriormente irá revelar-se mais do que aparentava a início aos olhos de John.
Apesar de existiram vários retratos de vampiros, há uma característica que se mantém em todos: "sangue é vida". Quando um vampiro usa as suas presas para morder a vítima e assim alimentar-se, poderá soar como um acto de bestialidade mas são cenas retratadas grande parte das vezes com uma enorme sensualidade e sexualidade. "Dracula" contém várias destas cenas cujo poder de sedução é inegável, veja-se por exemplo o poder que a mulher vampira ostenta sobre o homem mortal que cai facilmente rendido aos seus encantos.
"Dracula" será sempre uma referência para todos aqueles que gostam do género. É sem dúvida uma obra imprescindível e que se tornou um clássico. Muitos anos já passaram e muitos outros continuarão a passar e esta história nunca irá envelhecer e cansar. O maior imortal criado por Stoker não foi o personagem Dracula, mas sim este livro.
Em relação à edição antes de mais quero dizer que é péssima e que não aconselho a sua leitura a ninguém. Se querem ler "Dracula" não o façam com este livro. A edição é horrenda e carregada de erros. Faltam imensas palavras, frases e até um parágrafo (a edição é de 2009!!!). Aqui tenho de agradecer ao site enotes graças ao qual não tive de comprar outro livro. Basicamente quando o lia sempre que algo não me soava bem no "inglês" apontava num caderno e posteriormente corrigia com o auxílio do site mencionado. Isto para dizer que se alguém tiver o livro e ainda não o leu se quiser eu posso ajudar, pois tenho um documento em word com todos os erros que eu encontrei, com a página, parágrafo e linha em que se encontram e posso enviá-lo a quem quiser. Já corrigi o meu e no futuro será garantidamente uma leitura menos trabalhosa. Entusiasmei-me e corrigi também todos os typos que apanhei, mas com esses podia eu bem. Agora frases e parágrafos que faltam é que é realmente triste.
Não posso deixar, no entanto, de sublinhar que Ben Templesmith é um mestre no género do horror e as suas ilustrações são fantásticas e uma bela prenda ao longo da leitura, apesar de por vezes não estarem na ordem ideal pois antecedem-se um pouco em relação à cena em questão.
Templesmith opta, por alguma razão, por desenhar Dracula como no clássico de F. W. Murnau "Nosferatu" e quem leu o livro saberá que a sua descrição é bem diferente.
Dito isto acho que esta edição só deverá ser adquirida por aqueles que querem ter as ilustrações de Templesmith, caso contrário arranjem uma edição melhor.

quarta-feira, abril 14, 2010

7º Festival Black & White - Festa de Apresentação


A Festa de Apresentação do 7º Festival Black & White irá decorrer no Cinema Nun'Álvares, dia 17 de Abril (Sábado), pelas 18h30.
E quinta-feira, dia 15, às 11h30, a conferência de imprensa do festival será realizada na Universidade Católica Portuguesa do Porto.

sexta-feira, abril 09, 2010

Hume


Este personagem não entra naquela que é possivelmente a melhor temporada de "Lost" (a primeira). Tenho ideia que na temporada que mais aparece é na terceira, talvez a mais fraca (é esta ou a segunda).
No entanto é das melhores personagens da série, não só pelo seu carisma mas também porque todos os episódios que se centram nele são dos melhores episódios que esta série nos dá.
Não sei se os argumentistas usam drogas ou amor para inspiração mas a verdade é que sempre que têm que escrever um episódio para ele, conseguem dar o seu melhor.
Esta semana voltou a acontecer isso em "Happily Ever After" (mas claro que não podemos esquecer determinados personagens que pudemos reencontrar neste episódio entre os quais outro dos meus favoritos).
E pronto era só isto que queria partilhar.Bom fim-de-semana brothers.

quarta-feira, abril 07, 2010

Entrevista a Filipe Melo


Filipe Melo é realmente um homem de sete ofícios. Desde cedo se interessou pela música, particularmente pelo piano, tendo tocado já com vários músicos de renome, tais como Camané ou Jesse Davis, entre muitos outros.

Em 2003 fundou a produtora “O Pato Profissional”, a partir da qual se tem dedicado a vários projectos, entre os quais o primeiro filme de Zombies português “I’ll See You In My Dreams” (vencedor do Fantasporto 2004 e de mais 12 prémios internacionais) e a série de televisão “Um Mundo Catita”.

O seu último trabalho surge agora no campo da Banda Desenhada (BD). “As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy” é um delicioso livro de aventuras que tem tudo para se tornar uma série contínua à semelhança de um “Hellboy” ou de um “Hellblazer”.

Em nome da Rua de Baixo estive à conversa com o autor para conhecer um pouco melhor este seu novo projecto.
Para lerem a entrevista cliquem aqui.

Entrevista a Fil e André Oliveira, editores da revista de BD "Zona"


Na passada edição do Fantasporto, foi lançada a Zona Fantástica, uma revista que pretende contribuir para o desenvolvimento e divulgação de BD no nosso país.

Este é já o terceiro número de um projecto que tem vindo a crescer e a ter cada vez mais notoriedade.
Após o lançamento da Zona Zero e da Zona Negra em 2009, chegou a vez da Zona Fantástica, uma Zona dedicada aos géneros que fizeram do Fantasporto aquilo que é hoje.

Em nome da Rua de Baixo estive à conversa com os editores por detrás deste projecto, Fil e André Oliveira.
Podem ver a entrevista aqui.

terça-feira, abril 06, 2010

Desafio: 1 Actor. 3 Filmes

A convite do Daniel Silva do CineObservador aceitei o desafio em escolher um actor e salientar as minhas três interpretações favoritas do mesmo.
O escolhido foi Johnny Depp, mas poderiam ter sido muitos outros.
Apesar de haver inúmeros papeis na sua carreira dos quais gosto particularmente, rapidamente se formou um Top 4 na minha mente. o pior foi mesmo ter de tirar um.
Para verem os escolhidos cliquem aqui.

domingo, abril 04, 2010

Orelha Negra - A Cura



E o álbum já está à venda!!!

quarta-feira, março 31, 2010

Festival Black & White - Teaser Trailers

Já se encontram online dois teaser trailers do 7º Festival Audiovisual Black & White.
Cada vez mais nos aproximamos deste festival que decorrerá entre 21 e 24 de Abril.
Para mais informações cliquem aqui.
O spot oficial será lançado em breve.




segunda-feira, março 29, 2010

VI edição do Festival Internacional de BD de Beja

A pouco e pouco aproximamos-nos cada vez mais da VI edição do Festival Internacional de BD de Beja. É um festival que rapidamente conquistou um lugar cativo em Portugal. E este ano Paulo Monteiro e a sua equipa voltam a providenciar-nos um cartaz absolutamente fantástico, como podem comprovar mais abaixo:



VI FESTIVAL INTERNACIONAL
DE BANDA DESENHADA DE BEJA

De 29 de Maio a 13 de Junho



Entre os dias 29 de Maio e 13 de Junho o Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja volta a fazer da cidade a capital da banda desenhada no nosso país, juntando autores consagrados e talentos emergentes.

Para além das exposições haverá ainda lugar para a apresentação de projectos, conferências, espectáculos, lançamento de livros, sessões de autógrafos, sessões de cinema, workshops, etc.

Um Festival eclético, virado para todos os públicos, que mostra muitas das orientações que se fazem sentir no campo da banda desenhada contemporânea…


21 EXPOSIÇÕES
Individuais: Dame Darcy; Fabio Civitelli; Hippolyte; Igor Hofbauer; JCoelho; João Fazenda; João Vaz de Carvalho (ilustração); Jorge Miguel; Miguel Rocha; Niko Henrichon; Regina Pessoa; e Rufus Dayglo.

Colectivas: Aldeia das Amoreiras; Avenida Marginal; Fábio Moon & Gabriel Bá; Greetings from Cartoonia; Kingpin Books; NCreatures; The Lisbon Studio; Toupeira; e Zona.

14 PAÍSES REPRESENTADOS
Bélgica, Brasil, Canadá, Croácia, Eslovénia, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Itália, Noruega, Polónia, Portugal, Reino Unido e Roménia.

MAIS DE 70 AUTORES EM EXPOSIÇÃO

15 DIAS DE PROGRAMAÇÃO PARALELA DIÁRIA

6 NÚCLEOS EXPOSITIVOS
Casa da Cultura (o núcleo principal), Galeria do Desassossego, Galeria dos Escudeiros, Instituto Politécnico de Beja, Museu Jorge Vieira - Casa das Artes e Museu Regional de Beja.

3 NÚCLEOS PARA A PROGRAMAÇÃO PARALELA DIÁRIA
Bedeteca de Beja (Casa da Cultura), Galeria do Desassossego e Pax Julia – Teatro Municipal.

56 EDITORES REPRESENTADOS NO MERCADO DO LIVRO


É de salientar ainda que todos os autores estarão presentes em Beja nos dias 29 e 30 de Maio.

quinta-feira, março 25, 2010

Scott Pilgrim VS The World - Trailer

Para quem viu "Arrested Development" repararam que o George Michael vai andar à porrada com a Ann?
O pai dele ia ficar tão orgulhoso.
Cliquem na imagem para ver o trailer.

domingo, março 21, 2010

O CAPTAIN! MY CAPTAIN!

Captain! my Captain! our fearful trip is done,
The ship has weather'd every rack, the prize we sought is won,
The port is near, the bells I hear, the people all exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring;
But O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red,
Where on the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.

O Captain! my Captain! rise up and hear the bells;
Rise up -- for you the flag is flung -- for you the bugle trills,
For you bouquets and ribbon'd wreaths -- for you the shores a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;
Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead.

My Captain does not answer, his lips are pale and still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,
The ship is anchor'd safe and sound, its voyage closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.

Walt Whitman

quarta-feira, março 10, 2010

MONSTRA 2010


É já amanhã que a MONSTRA abre as portas ao público para mais um ano. Desta feita o 10º.
Entre 11 e 21 de Março o cinema São Jorge e outros espaços irã dedicar-se de corpo e alma a esta paixão que é o cinema de animação.

Para saberem mais sobbre este festival podem ler uma entrevista a Alexandra Bobolina (membro da equipa da MONSTRA) conduzida por Gonçalo Trindade aqui.

Ou também um artigo sobre Cristiano Mourato, o vencedor do prémio para o melhor filme de animação português em 2009, da minha autoria, que pode ser lido aqui.

segunda-feira, março 08, 2010

Iron Man 2 - Trailer 2



O aspecto está a melhorar, afinal o Whiplash só vai ter o fato piroso no início.
E o fato na mala está muito bom.

quinta-feira, março 04, 2010

Lançamento: As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy


O autor de "I´ll See You In My Dreams", FIlipe Melo, juntou-se ao desenhador Argentino Juan Cavia para nos trazer o seu mais recente projecto: "As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy", uma novela gráfica publicada pelas "Edições Tinta-da-China".
O lançamento oficial irá decorrer no dia 5 de Março no Teatro Rivoli pelas 17:00 e conta também com o apoio da "Qual Albatroz".
O prefácio está a cargo de John Landis o realizador "American Werewolf in London" e do videoclip de Thriller de Michael Jackson.
Para mais informações ir aqui.


Aqui fica um resumo fornecido pela "Tinta-da-China":

"Um jovem distribuidor de pizzas, um ex-lobisomem de meia-idade e um demónio de seis mil anos serão os únicos capazes de fazer frente às forças do mal que ameaçam a Humanidade. Três amigos e uma cabeça de gárgula serão os responsáveis por uma viagem demente que fará com que cruzem os limites da imaginação.
Este é um projecto da produtora "O Pato Profissional" - dedicada às artes do fantástico e do improvável.
O grande mentor do projecto, criador da ideia original e argumentista, Filipe Melo - que escreveu e realizou fenómenos de culto, como a curta-metragem cinematográfica "I´ll See You In My Dreams" (vencedor Fantasporto 2004, 250 mil espectadores em sala) e a série televisiva "Um Mundo Catita", exibida por três vezes na RTP - é músico profissional, professor, compositor, arranjador, e célere seguidor do género fantástico.

Reunindo uma equipa de jovens talentos - Juan Cavia (DESENHO), Santiago Villa (COR) e Martin Tejada (ADAPTAÇÃO), a história ganhou forma e tornou-se real.


Se gostou de "Gremlins", "Big Trouble in Little China" e do famoso jogo "The Secret of Monkey Island", esta é a sua Banda desenhada.


Desta vez, o destino do Mundo será decidido… em Lisboa!"


Deixo também outras datas onde o autor irá estar a apresentar o livro:

Dia 5 de Março, 17h00, Rivoli Teatro Municipal, inserido na programação do FANTASPORTO 2010, como apoio da Qual Albatroz
Eventos de promoção e sessões de autógrafos:
Dia 6 de Março, às 16h00, na Central Comics - Porto
Dia 6 de Março, às 18h00, na Fnac Sta Catarina - Porto
Dia 6 de Março, às 21h30, na Fnac Braga - Braga
Dia 8 de Março, às 21h30, no Acert - Tondela
Dia 9 de Março, às 20h00, na Tertúlia de BD de Lisboa
Dia 10 de Março, às 18h30, na Dr.Kartoon - Coimbra
Dia 10 de Março, às 21h30, na Fnac Coimbra - Coimbra
Dia 11 de Março, às 20h00, na Fnac Chiado - Lisboa

quarta-feira, março 03, 2010

Lançamento - Zona Fantástica


Há semelhança do que ocorreu no Motelx, a "Zona" volta a editar um fanzine associado a um festival de Cinema com histórias do mesmo género.
Sendo assim amanhã irá decorrer o lançamento oficial da "Zona Fantástica" inserida no programa do Fantasporto.

O lançamento será a partir das 18:00 e contará com a presença de vários autores.

Para mais informações consultem o blog oficial aqui.

Nota: Alguns autores também irão estar presentes na apresentação do livro Sábado dia 6 na loja Central Comics, no Porto, a partir das 17:00.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Black & White - Poster Oficial



King Kong, Frankenstein, estas são duas referências cinematográficas que poderãos er rapidamente encontradas no poster da 7º Edição do Festival Audiovisual Black & White que irá decorrer entre 21 e 24 de Abril.

Para mais informações cliquem aqui para aceder ao site oficial.

domingo, fevereiro 21, 2010

Formação MONSTRA 2010


Este ano a MONSTRA celebra 10 anos.
O festival mais antigo de Lisboa investe novamente na formação e para todos os interessados aqui ficam as datas.
Para quem estiver interessado ou tiver dúvidas pode contactar a organização do festival ou perguntar-me através do email.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Jsalvador's "Super 'Emo' Friends"





O melhor é o do Green Lantern.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

25 anos de Mão Morta


Em 2010 os "Mão Morta" comemoram 25 anos de carreira e em jeito de comemoração poderão encontrar à venda, a partir de hoje, uma caixa que contém os 4 primeiros discos da banda reeditados ("Mão Morta"; "Corações Felpudos"; "O.D., Rainha do Rock & Crawl" e "Mutantes S.21").
Além desta caixa prevê-se para Abril o lançamento do novo álbum "Pesadelo de Peluche".
Para terminar já está confirmado um concerto a 29 de Abril no Coliseu de Lisboa.
2010 é definitivamente um ano "Mão Morta" e eu agradeço.

domingo, fevereiro 07, 2010

Tekken - Trailer


O jogo é bem conhecido por todos, tornou-se um clássico dos beat'em ups em 3D.
Tinha uma reviravolta interessante, pois o aparente "herói" de Tekken torna-se o vilão e é o seu filho que irá nos próximos jogos assumir o manto de herói deixado pelo pai.
Em 97 fizeram o animé de Tekken, eu vi e não aconselho é literalmente uma perca de tempo.
O animé contava-nos a história do 1º Tekken, ou seja, de Jun Kazama. Agora em 2010 chega-nos o filme em acção real sobre o filho Jin Kazama.
Houve uma altura em que este tipo de adaptações esteve na moda. Quem não se lembra de "Street Fighter" ou "Mortal Kombat"? Filmes mauzinhos aos quais "Tekken" parece seguir as pisadas. Felizmente parece ir pelo caminho mau de "Mortal Kombat" mais interessante que "Street Fighter" o qual tinha ares de ser uma grande produção e é mesmo mesmo muito mau. "Kombat" ou "Tekken" têm aquele aspecto chunga ou guna que faz parte.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Anjo Exilado



Reneguem tudo o que vos apeteça e bom fim-de-semana!

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Moonspell na FIL 23/01/2010

No passado Sábado decorreu na Feira Internacional de Lisboa (FIL) aquele que terá ficado apelidado como "O Dia do Metal". A FIL pretende novamente dinamizar o seu espaço para concertos e os escolhidos para abrirem as hostes foram os "Moonspell" que aproveitaram o convite para desenvolverem um dia dedicado a este género musical/filosofia de vida que é o Metal.
Assim sendo a FIL tinha as portas abertas desde as 17:00 e para além do habitual merchandising, havia também uma curta exposição de fotografia e encontravam-se marcadas uma conferência e a exibição do documentário "Global Metal", da qual apenas vi o final altura em que entrei no pavilhão.
Às 21:00 entram os "Opus Diabolicum" uma banda de violoncelos e percussão de tributo aos "Moonspell". A qualidade das músicas e a prestação, muito empolgada, da banda conquistou rapidamente a atenção do público. Temas como "Luna" e "Opium" fizeram parte do alinhamento, mas foi com "Alma Mater" que conseguiram o momento mais alto do concerto, colocando o público a entoar o refrão: "Virando as costas ao mundo/ Orgulhosamente sós/ Glória antiga volta a nós/ Alma Mater".
O espectáculo continuou no palco principal com outra banda convidada pelos "Moonspell" os maquinais "Bizarra Locomotiva". Uma escolha acertada, pois são uma banda com uma grande presença em palco que nos proporciona sempre um espectáculo cheio de energia e visualmente peculiar. Rui Sidónio continua igual a si próprio ostentando o seu peito portentoso e com apenas umas ligas pretas nas pernas que iam sendo arrancadas ao longo do concerto. No final pouco faltou para Sidónio sair do palco completamente, como diria Bruno Aleixo, pélado.
O concerto contou também com a participação de Fernando Ribeiro que subiu ao palco para cantar "Anjo Exilado" incluída no último álbum dos "Bizarra", "Álbum negro".
Pouco depois das 23:00 chega a vez dos anfitriões. O concerto começa com "At Tragic Heights" e "Night Eternal" ambas do último trabalho da banda, que são seguidas por "Finisterra" e "Memento Mori" de "Memorial" um dos meus álbuns favoritos deles e cujos temas deixaram o público ao rubro.
Depois de "The Southern Death Style", Fernando Ribeiro volta a lembrar que irão tocar alguns temas mais antigos e esquecidos dos concertos e para perdoarem qualquer erro que possa ocorrer. Alguns desses escolhidos foram "Soul Sick", "Herr Spiegelman" e "Magdalen". Confesso que quando ouvi pela primeira vez esta afirmação pensei que "Wolfheart" ia ser dos mais beneficiados, o que não foi o caso, talvez porque é um álbum que marca sempre presença ao vivo, ora não fossem "Vampiria" e "Alma Mater" canções indispensáveis num concerto dos "Moonspell" que definitivamente não seria o mesmo sem elas. "Alma Mater" é aliás um dos maiores clássicos do Metal nacional.
Durante o concerto não puderam faltar canções como "Everything Invaded", "Scorpian Flower", "Luna", "Nocturna" e obviamente esse grande tema que é "Opium" o qual colocou a FIL inteira (ou quase) a declamar Álvaro de Campos.
Antes de finalizarem com "Alma Mater" houve tempo ainda para invocar "Mephisto" com grandes jactos de chamas a saírem do palco remetendo-nos para a imagem clássica do Inferno.
Para o encore estavam ainda guardadas algumas surpresas, começando pela voraz "In And Above Man" e seguida por "From Lowering Skies" do mesmo álbum ("The Antidote").
O momento mais inesperado e também um dos mais belos do concerto surgiu quando Fernando Ribeiro revelou a ideia em se criar um álbum acústico de Moonspell e que iria testar a força de um dos seus temas ao vivo, tocando "Os Senhores da Guerra" a cover dos Madredeus que pode ser encontrada em "Darkness and Hope".
Para terminar não podia deixar de faltar "Full Moon Madness" uma daquelas canções que se tornou a alma da alcateia que são os "Moonspell".
Esperemos agora que para além de mais bons espectáculos que a FIL nos venha a proporcionar na música, que este dia do Metal tenha sido também o primeiro de muitos.

A título de curiosidade criei uma sondagem para saber qual o álbum mais popular dos "Moonspell".



Encontrei o vídeo no Youtube e é da autoria de Ivo.

terça-feira, janeiro 19, 2010

Top filmes de 2009

Mais um top desta vez sobre Cinema. Parece que cada vez é mais difícil colocar estes filmes por ordem.
E depois há sempre o factor tempo, é curioso ver como alguns filmes envelhecem na mente, mas por outro lado há outros cuja memória e sentimento estão mais presentes por terem sido vistos há pouco tempo.
Mas pronto sem mais demoras aqui está ela:

10 - Star Trek


Eu gostei muito desta nova forma de abordar "Star Trek" e a antiga não tem de estar comprometida por causa desta, ela continua lá para todos irem rever ou descobrir (eu ainda tenhod e a ir descobrir).
as personagens foram bem aprofundadas e os actores bem escolhidos, o resto é pura diversão. Resultado final: funcionou.


9 - Slumdog Millionaire

O filme sensação de 2009, que arrecadou vários prémios.
Independentemente de ter sido o melhor filme do ano ou não "Slumdog Millionaire" é um belo filme de Danny Boyle, um conto de fadas na Índia que vale a pena vislumbrar.
E grande Dev Patel é bom ver uma cara conhecida de "Skins" (1º geração) numa produção destas.




8 - (500) days of summer


Talvez a injustiça do ano, ainda hoje não entendo como este filme não passou nos nossos Cinemas.
O filme Indie do ano, até o Ikea marca presença. Boa música, bons diálogos e personagens interessantes. Isto é "500 days of summer" e isto é muito bom.



8 - The Curious Case of Benjamin Button

Ver comentário aqui.



8 - Avatar

Ler comentário aqui.



7 - Up

É incrível mas bem verdade, a Pixar não falha. Alguém tem dúvidas que "Up" levará para casa o Óscar de melhor filme? Graças à Pixar já nem tem piada assistir à entrega do òscar de melhor filme animado.
Isto tudo que escrevi não é mais do que um enorme elogio a esta produtora. "Up" distingue-se e merece essa distinção, um filme lindíssimo.



6 - Låt den rätte komma in



Baseado no livro de John Ajvide Lindqvist veio mostrar que o mito do Vampiro não está morto, longe disso e que ainda há formas originais de abordar o tema, foi o melhor filme de vampiros que vi o ano passado.
Inocente e macabro ao mesmo tempo.



5 - Sita Sings The Blues

Ler comentário aqui.



4 - Gran Torino

Ficou marcado como sendo o último filme em que Eastwood irá representar, felizmente não é o último que irá realizar.
sempre que Eastwood se coloca atrás das câmaras podemos esperar algo especial e "Gran Torino" não desilude. A história de um veterano de guerra que encontra nos seus vizinhos Hmong algo que não contra na sua própria família.



3 - The Wrestler

Já o tenho dito várias vezes Darren Aronofsky e Paul Thomas Anderson são dois dos melhores "novos" realizadores que surgiram nos últimos tempos e que certamente se tornarão os Scorsese's de amanhã.
O ano passado pudemos assistir a "The Wrestler" um filme onde o personagem e o actor se fundem num só. Este foi o regresso definitivo de Mickey Rourke. Sim ele já andava por cá novamente, afinal quem se pode esquecer do seu Marv? Mas "Wrestler" fez as pazes entre Rourke e a indústria de Hollywood e provou que este actor ainda tem tudo o que preciso.



2 - (無聲風鈴) Soundless Wind Chime


Este é a primeira longa metragem de Wing Kit Hung, um filme que se desenrola na Suiça e em Hong Kong.
Esta é a história de Ricky, Pascal e Ueli. Uma história de amor e perda, de realidade e de ilusão. Não leiam quaisquer sinopses pois encontrei algumas que apenas contribuem para estragar o filme.
O ponto mais forte do filme é a aliança entre o som e a imagem. A banda sonora foi escolhida divinamente, fiquem com o trailer para terem uma amostra:



2 - Inglorious Basterds

Comentário aqui.


1 - Revolutionary Road

O grande regresso de Sam Mendes.
Revolutionary Road é um filme forte, por vezes bastante difícil de assistir, principalmente quando nos revemos nalguns estados de espírito, quando os personagens partilham dos mesmos receios que nós.
Leonardo di Caprio e Kate Winslet estão magníficos a interpretar este casal suburbano que tenta mudar a sua vida.
Destaque para Michael Shannon que mesmo aparecendo pouco nos marca fervorosamente. O seu personagem alucinado é talvez aquele que possui a maior clareza entre todos.



Menção Especial:


Fig Trees

Não quis misturar os documentários com os outros filmes, pois são géneros tão distintos.
Vi apenas dois este ano e tinha de salientar "Fig Trees" como uma das melhores peças cinematográficas deste ano.
Um filme Ópera sobre a SIDA que nos conta entre várias coisas a história de Zackie Achmat um homem notável que se recusou a tomar a medicação enquanto esta não estivesse disponível para todos os Sul-Africanos.
Um filme original, sensível e poderoso. Foi exibido durante o "Queer Lisboa".

domingo, janeiro 17, 2010

Oh Captain My Captain!

Após ver o final de "Where The Wild Things Are" passei o dia a recordar esse momento clássico, no final de "Dead Poets Society", em que Todd Anderson (Ethan Hawke) se levanta para cima da sua mesa e proclama "Oh Captain My Captain!".
Para mim a cena final de um filme sempre foi das cenas mais importantes, "nunca" comento um filme sem ver o seu final e é o último momento a despedida. Já não me lembro com que idade o vi pela primeira vez, mas sei que esta é uma cena que me marcou e continuará a fazê-lo até sempre.
Keating (Robin Williams) era o professor que todos queriamos ter, aqueles eram os alunos que queríamos ser e havia ainda a magia da poesia.
Anderson é obviamente o primeiro a levantar-se, seguem-se os membros do clube e outros alunos também tocados pelo professor. O traidor olha perplexo para os colegas e o toque final do rufia a levantar-se é soberbo. Faltam dois infelizmente, um por causa do fado e outro porque foi expulso.
Os olhares dizem tudo.

É por causa de momentos como este que o Cinema para muitos de nós é mágico...

quarta-feira, janeiro 13, 2010

All Along The Watchtower II


Ainda me lembro quando fiz um post sobre algumas covers dessa maravilha que é "All Along The Watchtower". Na altura escolhi apenas 6 o número de actores que personificava Bob Dylan em "I´m Not There", mas há obviamente muitas mais.

Enquanto ouvia "Black Opal" o último álbum de Lisa Gerrard, uma das minhas senhoras predilectas na música desde os "Dead Can Dance".
Já estão a ver o que vem a seguir, pois é em "Black Opal" também Gerrard decide criar a sua versão de "All Along The Watchtower".

Aqui fica:

sábado, janeiro 09, 2010

Entrevista a David Lloyd


Fotografia de Ricardo Fino Sá da Costa
David Lloyd foi sem dúvida alguma um dos nomes a ter maior destaque no último fim-de-semana do 20º Festival de Banda Desenhada da Amadora, não fosse ele o desenhador de “V For Vendetta”, um marco na BD que dispensa qualquer tipo de apresentações.


Conhecido maioritariamente pelos seus desenhos, Lloyd tem-se dedicado também nos últimos anos à escrita. Prova disso é a sua novela gráfica “Kickback” sobre a qual veio falar.



Para lerem a entrevista cliquem na imagem.



Terminam assim as entrevistas conduzidas durante o festival, aproveito para agradecer novamente à organização por me proporcionarem esta primeira experiência internacional e obviamente a David Lloyd pela entrevista estando sempre muito amigável, foi um prazer enorme poder falar sobre uma das minhas BDs predilectas com um dos seus autores.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Top 10 Séries de 2009

Depois da ausência volto à carga começando por um balanço do ano passado. É um pouco ridículo fazer um top 10 de séries quando vi 13 o ano passado, mas eu gosto, por isso aqui fica.



10 - How I Met Your Mother (4º temporada) / Entourage (6º Temporada)













Não ficou muito presente na memória, estou a pensar no que escrever e nem sei. Lembro-me que o Tedd foi abandonado no altar e pouco mais. Sei que é uma série que também já esteve melhor mas continua a ser muito divertida de assistir e tem Barney e Marshall (quase) sempre com momentos hilariantes.
Em relação a Entourage as palavras são um pouco as mesmas, já esteve melhor mas continua a valer a pena e as personagens já são da casa.



9 - Californication (3º temporada)

Adorei o último episódio desta temporada. Hank Moody é um grande personagem a primeria temporada de Californication é memorável mas confesso que tem perdido a sua piada com o tempo. A série precisa de episódios como o que falo para não se tornar banal e nesse sentido esperava amis da terceira temporada, mas obviamente que a série não está na lista apenas por um episódio, houve grandes momentos, com Hank Moody como podia não haver?
Já disse que quando for grande quero ser como o Hank Moody?



8 - The Vampire Diaries (0.5º temporada)


De facto a primeira temporada ainda vai a meio por isso talvez esteja a ser precepitado, mas acho que Vampire Diaries merece algum destaque. Não me chamou a atenção quando começou e dei-lhe uma chance porque li críticas muito positivas referentes à mesma, além de que é sobre vampiros um tema que me fascina desde sempre.
Não achei os episódios com uma qualidade tão grande como lia mutias vezes, mas provou ser uma série de muito bom entretendimento que me fazia esperar ansiosamente pelo próximo episódio. Até o Damon que a início me irritava é agora o predilecto da série.



7 - Damages (2º temporada)

Começou muito bem, um elenco que já por si era de muita qualidade vinha ainda com mais reforços de peso apra esta 2º temporada. O problema é que demasiados desenvolvimentos começaram a ser explorados e no final faltaram atar algumas pontos, pelo menos é a recordação que tenho. Já lá vai o tempo em que vi isto.
Mas é Damages e valeu a pena e espero que continue a valer pois seguirei a terceira temporada que não tardará muito a começar.



6 - Sons of Anarchy (2º temporada)


Depois de uma primeira temporada que aumentava de qualidade a cada episódio que passava. Depois de um episódio tão bom como o 12º que me fez pensar que era a season finale descobrindo muito mais tarde que afinal ainda havia um 13º (isto tudo é referente há 1º temporada) a vontade de ver a 2º temporada era enorme.
Não houve o tipod e mudanças que se tinha prometido, mas esta 2º temporada foi sempre muito sólida e com grande qualidade. Venham mais Sons que isto vale mesmo a pena.



5 - True Blood (2º temporada)


E o enredo complica-se e vai-se desvendando. Esta temporada foi fantástica, trouxe-nos mais Eric e melhor e trouxe também Godric um vampiro adolescente há mais de 2000 anos. O último episódio com ele foi um dos melores momentos. Ah e temos de agradecer a Alan Ball por não ter morto Lafayette e por ter criado Jessica, a cena da regeneração do hímen é daquelas que nos faz pensar "como é que nunca ninguéms e lembrou disto antes?".
A vilã também foi excepcional.



4 - The Big Bang Theory (2º temporada)

Se não estou em erro a 2º temporada (melhor que a actual terceira) terminou no iníciod este ano e há piadas que ainda perduram. Sheldon é uma das grandes personagens da actualidade, o seu aniversário e o rompimento com a sua espécie de namorada (a cereja no topo deste bolo) foram hilariantes.



3 - Battlestar Galactica (4º Temporada)

É muito complicado numerar as séries por si só, muito mais quando umas estão mais presentes que outras na memória. A 4º e última temporada de Galactica termineou no início do ano. A primeira metade foi uma viagem alucinante a segunda teve também momentos inesquecíveis e mesmo não tendo a melhor das conclusões não deixou de ser uma das melhores aventuras.assistidas.



2 - Lost (5º Temporada)

Esta temporada desenvolveu as viagens no tempo e para quem como eu é fã do género é diversão garantida.
Houve muitos bons momentos como o episódio dedicado ao Faraday outro dos meus personagens predilectos. O pior foi mesmo haver muito pouco Desmond, mas como acho que ele merece o seu final feliz não me queixei (muito).
Destaque para a season finale o melhor episódio da série, aquele que nos mostrou Jacob.



1 - Dexter (4º Temporada)


Esta é a par com Lost uma das minhas séries predilectas da actualidade. Sem dúvida que a década passada ficou marcada por séries como esta. Depois de uma 3º temporada menos emocionante Dexter regressa no seu melhor nível.
Foi uma grande viagem, desde o primeiro episódio em que somos apresentados ao assassino em série mais assustador da série, brilhantemente interpretado por John Litgow, até ao final sufocante que resulta do confronto entre Dexter e o apelidado Trinity Killer.
Falhou a história secundária entre Laguerta e Batista, sinceramentem quems e lembra destes dois depois da temporada ter terminado?