sábado, junho 26, 2010

Akinator o Génio da Internet



Escolham um personagem, real ou irreal, vivo ou morto, que tome banho ou não (sim esta pergunta já me apareceu) e respondam às questões.

Cliquem na imagem para testar os conhecimentos de Akinator.

segunda-feira, junho 21, 2010

terça-feira, junho 15, 2010

Os Putos da Rua [1]

Os Putos da Rua

Publicado originalmente no fanzine "Venham + 5" #7.

domingo, junho 13, 2010

As Crónicas de Gelo e Fogo: A Guerra dos Tronos + A Muralha de Gelo



















As Crónicas de Gelo e Fogo são uma saga de fantasia da autoria de George R.R. Martin. Pensadas para sete livros, três dos quais ainda não foram publicados.
O primeiro volume, no original, "A Game Of Thrones" foi dividido em dois livros na edição Portuguesa, a cargo da Saída de Emergência. O primeiro volume chama-se "A Guerra dos Tronos" e o segundo "A Muralha de Gelo". Aproveito para avisar que todas as edições destes livros se encontram divididos em dois volumes nas da Saída de Emergência.
A acção desenrola-se num mundo fictício similar ao nosso durante os tempos medievais europeus. A história é contada através do ponto de vista de diferentes personagens, oito ao todo, neste volume em particular.

Podemos dividir esta aventura em três narrativas distintas.
Duas delas desenrolam-se em Westeros um dos três continentes deste mundo. Aqui residem os chamados "Sete Reinos" que actualmente são governados pelo Rei Robert da casa Baratheon. Antigamente cada um dos sete reinos era governado pelo seu rei, mas tudo mudou quando Aegon I da casa Targaryen decidiu conquistá-los, tomando em seu poder seis dos reinos e estabelecendo uma parceria com o que faltava. A partir daqui começou o reinado Targaryen que duraria muitos anos até a revolta de Robert (o actual rei), a chamada "Guerra do Ursurpador" e que aconteceu quinze anos antes do início deste "A Guerra dos Tronos".

Eddard Stark, Lorde de Winterfell é o governante do reino do Norte (apesar de haver apenas um rei, existe um lorde a governar cada reino). Stark Encontra-se a caminho de cumprir uma execução. No Norte ainda se mantém a tradição de que é o Lorde quem deve tirar a vida do criminoso e não um carrasco, a fim de nunca se esquecer de como é difícil tirar uma vida. A grande novidade é que pela primeira vez Ned leva Bran o seu filho de sete anos. Já está na idade de assistir e começar a compreender como funcionam as coisas. Bran acompanha assim entusiasmado o pai e os irmãos Robb (o primogénito) e Jon (o bastardo) ambos com 14 anos. Quando partem encontram na floresta cinco crias de lobos gigantes uma para cada um dos filhos de Ned. Será um presságio? Afinal o lobo gigante é o símbolo da casa Stark.
No entanto a vida de Ned está prestes a dar uma volta de 180º, quando recebe a visita do seu maior amigo e grande companheiro de batalha, o rei Robert, que vem convidar pessoalmente Ned a assumir o cargo de "Mão do Rei" após o triste falecimento de Jon Arryn. não só o antigo "Mão" como também o antigo tutor de Robert e Ned.
Ned é talvez o personagem mais honrado deste livro, é justo, sábio e corajoso, não imagino melhor homem para o serviço. Mas ser "Mão" implica mudar-se para o Sul e Ned ama demasiado a sua família e o Norte e pretende declinar a oferta do seu amigo, não fosse a súbita mensagem que ele e sua mulher, Catelyn, recebem de Lisa Arryn a recente viúva e irmã de Catelyn. Segundo Lysa, Jon Arryn foi assassinado e a mando, nada mais nada menos, do que de Cersei Lannister...a rainha. Após esta acusação Ned é forçado a aceitar o cargo e tentar desvendar este possível crime.
Esta é a narrativa maior das três que mencionei e seguimo-la através de seis dos oito personagens mencionados acima, são eles: Eddard, Catelyn, Bran, Sansa e Arya (as duas filhas de Eddard, a primeira uma donzela e a segunda uma maria-rapaz) e Tyrion Lannister um dos irmãos da rainha que é apelidado de duende por ser anão.

Outra parte da história decorre também em Westeros mas mais a norte, na muralha guardada pela Patrulha da Noite. A norte da muralha as terras não estão colonizadas e contam-se lendas de que gigantes e outros monstros vivem para lá delas. Os homens que se juntam a esta patrulha comprometem-se a proteger o continente, não podendo criar família ou abandonar o cargo até ao fim das suas vidas, vestindo-se para sempre de negro. Esta parte é contada a partir de Jon Snow o bastardo de Ned Stark. Quando Ned se muda para o Sul, pouco futuro vê para o seu filho bastardo. Ouvindo que ele mostrou interesse em seguir as pisadas de Benjen, seu irmão, na patrulha da noite decide deixar o filho partir, pois na patrulha não há bastardos, criminosos, ou nobres. Todos os que vestem o negro são iguais entre si, irmãos para a vida e um homem como Jon pode subir muito por lá, algo que nunca aconteceria em Winterfell, pois apenas os filhos legítimos de Ned têm direitos. Todos os bastardos têm um apelido característico da região a que pertencem, o de Jon é Snow.

Por fim temos a história de Daenerys Targaryen uma jovem de 13 anos que juntamente com o irmão Viserys é a última da linhagem Targaryen, a linhagem do Dragão. O último rei Dragão foi Aerys II "o rei louco", que perdeu a vida durante a rebelião de Robert. Foi morto por Jaime Lannister (irmão da actual rainha e de Tryrion o duende) o que lhe valeu a alcunha de Regicida.
Aerys II tinha três filhos, Rhaegar que foi morto por Robert em batalha e Viserys e Daenerys. Rhaegar tinha dois filhos, mas foram assassinados pelos Lannister, um deles, o rapaz, ainda dentro da barriga da sua mãe. Viserys e Daenerys foram os únicos dos dragões a escapar para Essos, um outro continente que contém as chamadas cidades livres. Viserys tem vindo assim a viver a sua vida planeando a vingança e reconquista dos sete reinos que na sua mente lhe pertencem por direito. Manipulado por outros e cego pelo poder decide vender a sua irmã a Khal Drogo, um poderoso guerreiro Dothraki, em troca de um exército com o qual pudesse reivindicar o seu reino.

A "Guerra dos Tronos" é uma aventura excepcional, com uma história muito bem pensada e orquestrada. Há tanta coisa a acontecer e digna de referência que é fácil perder-me a falar dela aqui. A crítica e o público não lhe poupam elogios, sendo vista como o novo "Senhor dos Anéis". E os elogios são merecidos, este é um livro que aconselho a todos, vale realmente muito a pena descobrir estas histórias de fogo e gelo.

Dentro dos personagens tenho de destacar Jon Snow e Tyrion Lannister. Sempre adorei personagens inteligentes e marginalizados. Snow é bastardo e Tyrion por ser anão é posto de lado pelo seu pai e maioria da familia (salvo Jaime). Jon é mais heróico mas Tyrion tem um sentido de humor perverso que é do melhor. Eddard é também um dos grandes, é como todos os Lordes deviam ser, um verdadeiro exemplo.
Mas todos os personagens estão muito bem construídos, e aqui está também uma das grandes forças do livro. Além dos "principais" tenho de referir também o Lorde Baelish (o mindinho) e Varys (a Aranha) que são manipuladores exímios e cujos planos queremos seguir com toda a atenção.
Há ainda outro personagem que gostaria de salientar, apesar de não aparecer na história, sendo apenas mencionado por outros, que é Rhaegar. Primeiro é-nos apresentado como tendo sido o raptor e violador de Lyanna Stark (irmã de Ned e prometida de Robert), o acto que acabou por despoletar a rebelião. Mas ao longo da história vamos nos apercebendo que talvez as coisas não tenham acontecido bem assim e até Ned parece ter Rhaegar em boa impressão. Isto não invalida claro que o seu pai tenha sido um rei louco. Tenho a certeza que ouviremos falar mais dele e da sua história com Lyanna que promete.

Em relação a esta edição em particular, tenho pena que ainda não tenham corrigido alguns erros (não sendo já a 1º edição) pois deparei-me com os nomes de alguns personagens trocados pelo menos duas vezes, mas nada que suscite confusão. Quanto à tradução temos uma nota a explicar o porquê de algumas decisões tomadas. Concordo em relação ao não terem traduzido alguns nomes de terras pois o subtexto perder-se-ia como em "Winterfell", mas eu ao contrário do que foi feito teria deixado todos os nomes em original, para não estar tudo misturado e não termos Winterfell e Correrrio como acontece. Mas é apenas uma opinião pessoal, os nomes traduzidos para português têm uma boa fluência.

De momento está a ser gravada a adaptação televisiva deste livro que deverá estar disponível no próximo ano. A ideia é adaptar um livro por temporada.

quinta-feira, junho 10, 2010

Mortal Kombat - Curta Metragem

Nunca fui um grande jogador de jogos de vídeo. Mas tive os meus momentos e Mortal Kombat está entre um dos poucos que me marcou. Um clássico dos Beat 'em up.
Já anda espalhado por essa net fora este vídeo. Uma curta-metragem foi feita para tentar vender a ideia de um novo filme à Warner.
Uma versão diferente mas que não parece nada mal. Bom bom era fazerem o filme.

E o que dizem do personagem revelado no final? Nunca pensei que fosse ele, é o maior.

Podem ler uma entrevista com o realizador Kevin Tancharoen aqui.
Às tantas diz: "Him (Scorpion) and Sub-Zero are both, to me, will be the main Mortal Kombat icons. ". O que para mim é fantástico pois se houver um novo filme feito por ele a narrativa principal centrar-se-á no duelo destes dois gigantes.


segunda-feira, junho 07, 2010

Influências/Semelhanças #2

NOTA: Este post data de Março de 2007, foi o 2º que construí dentro desta rubrica. é ainda hoje um dos meus predilectos, no entanto faltava adicionar um membro que na altura me esqueci. Já ando para fazer isto há mesmo muito tempo mas vou-me esquecendo. Hoje disse "Basta" e por isso aqui está ele completo.


O post de hoje será apenas referente a semelhanças e não a influências.
Normalmente existem sempre determinados personagens "tipo" num grupo, como por exemplo, o chefe, o brincalhão ou o bad boy.
Como cada vez mais se aproxima a estreia do novo filme das tartarugas ninja, decidi pegar nestes quatro amigos (e no seu sensei) que, fisicamente idênticos, possuem personalidades completamente distintas, para compará-los com os membros dos X-Men que representam o mesmo tipo de personagem.



O Mestre





















O mestre é aquele que decide criar o grupo, aquele que traça um objectivo e reúne discípulos para os ensinar e educar.
É o membro mais velho e por conseguinte o mais sábio. Normalmente não participa das actividades do grupo escolhendo um líder dentro do mesmo para que este tome as rédeas durante as suas missões.
No início dos grupos o mestre é o membro mais poderoso também, Splinter é o maior conhecedor das artes ninja e Xavier través da sua telepatia podia vencer todos os X-men. Isto no início, pois alguns membros do grupo com o tempo poderão vir a superar o mestre.
Como este não participa por norma nas missões tem de ter uma característica que justifique o facto de não entrar em combate regularmente (afinal são os melhores). Splinter tem a idade avançada e Xavier é paralítico. No entanto são usados para salvar o grupo em casos extremamente complicados.



O Líder

















Caracterizado por ser um excelente estratega e com grande capacidade de liderança (óbvio).
É normalmente o membro do grupo mais dedicado à sua causa.
Justo e determinado, costuma seguir sempre as regras sendo o típico herói politicamente correcto. Se Leonardo segue sempre os conselhos do seu mestre Splinter, o mesmo se pode dizer de Cyclops em relação a Xavier - pelo menos numa fase inicial.
Estão entre os membros mais corajosos de um grupo.



O Cérebro
























Mas alguém tem dúvidas de que Donatello é o cérebro das Tartarugas? E Beast dos X-Men? Também pensei que não.
Não me entendam mal, existem outras personagens bastante inteligentes no grupo e normalmente o próprio líder é melhor estratega do que este. Por cérebro quero apenas salientar os cientistas do grupo, aqueles com maior conhecimento na área das ciências.
São normalmente os que têm menos aptidão para combater, uma vez que preferem usar a maior parte do seu tempo para estudar e investigar do que treinar formas de combate.
Todos os grupos devem ter um, são dos membros mais importantes, pois sem eles, muitos dos problemas não seriam resolvidos.



The Joker

 























O comediante, todos os grupos têm um, é uma daquelas regras.
Nas tartarugas toda a gente sabe quem ele é: MichaelAngelo. Nos X-Men, penso que o melhor a reflectir este papel é mesmo o Iceman (versão BD e não do filme), afinal Bobby Drake está sempre na palhaçada.
É normalmente o membro mais cómico e que está constantemente a gozar com os seus companheiros.
É também dos membros mais preguiçosos.
Só soube recentemente e não tenho a certeza desta última parte, mas parece que MichaelAngelo é a tartaruga com maior potencial para as artes marciais, mas como é também a mais preguiçosa nunca o chega a atingir. Isto é curioso porque Iceman é também um dos mutantes com maior potencial sendo nível Omega.



O Anti-Herói

























É há semelhança do líder, muito dedicado (em grande parte porque quer ser o melhor), mas ao contrário não tem grande respeito pelas regras, sendo mais implacável e feroz, mas ao mesmo tempo o mais apaixonado.
Por fora querem demonstrar que são fortes e frios, que não se preocupam, mas no fundo são dos personagens que têm em maior estima a família e os amigos. Raphael é a tartaruga que mais crítica os seus irmãos, mas é também o primeiro a defendê-los. Wolverine aje como se não se importasse com ninguém mas é também o primeiro na linha de fogo quando os seus companheiros estão em perigo.
Têm uma forte personalidade que a maior parte das vezes entra em confronto com a do Líder. Raphael está sempre a discutir com Leonardo e penso que a relação entre Wolverine e Cyclops dispensa apresentações.
São também os membros mais solitários do grupo e talvez por isso os mais independentes.
Outra curiosidade/coincidência é que tanto Raphael como Wolverine lutam com armas similares (o sai e as três garras de Wolverine)

terça-feira, junho 01, 2010

Scott Pilgrim Vs. The World - Official Trailer

Inauguração expo Amadora BD Centenário República

Cartaz de Henrique Cayatte Design para a CNCCR, a partir de desenho de Stuart de Carvalhais

Segue o o press release:

"A Primeira República na Génese da Banda Desenhada e no Olhar do Século XXI”

Inaugura na próxima quarta-feira

2 de Junho, 19h00, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem

A reconstituição do mais antigo filme de animação português, bem como alguns dos desenhos e publicações nacionais de banda desenhada originais mais antigos, vão ser apresentados na exposição “A Primeira República na Génese da Banda Desenhada e no olhar do Século XXI”, que inaugura na próxima quarta-feira, dia 2 de Junho (véspera de Feriado), às 19h00, no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem.

Esta exposição é promovida em parceria entre a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e a Câmara Municipal da Amadora e estará patente até dia 5 de Outubro de 2010 no Centro Nacional de BD e Imagem, na Av. do Brasil, 52-A (ao Bairro do Bosque) - Falagueira - Amadora.

É constituída por cinco núcleos:

“A 1ª República e a Amadora”,

“A Caricatura Modernista e a Primeira República”,

“A Génese da Moderna BD Portuguesa”

“A Primeira República na BD Contemporânea”

“O Primeiro Filme de Animação Português”

Reúne peças das colecções de instituições como a Biblioteca Nacional de Portugal, o Museu da Presidência da República, o Museu Nacional de Cerâmica, a Biblioteca Pública do Porto, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, a Câmara Municipal da Amadora, entre outras, e de diversas colecções particulares.

Muitas dessas peças – desenhos originais de artistas e publicações das décadas de 1910 e 1920, assim como pranchas de BD de autores contemporâneos – são expostas em Portugal pela primeira vez e, dado o seu estado frágil de conservação, não poderão, nos próximos anos, “ver a luz” fora dos arquivos.

A exposição apresenta ainda a reconstituição do mais antigo filme de animação português, “O Pesadelo de António Maria”, realizada recentemente por Paulo Cambraia, com base nos 159 desenhos originais de 1923, da autoria do realizador da pelicula original Joaquim Guerreiro, que desapareceu.

Uma exposição a não perder. Uma experiência única para toda a família.

CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA

CENTRO NACIONAL DE BANDA DESENHADA

e

Comissão Nacional para as Comemorações

do Centenário da República

quinta-feira, maio 27, 2010

Os Putos da Rua


Os Putos da Rua são um projecto de tiras cómicas criado por mim e pelo Hugo Teixeira.

As quatro primeiras tiras podem ser encontradas no fanzine Venham + 5 nº7 cuja data de lançamento será já neste sábado às 16h00 na Bedeteca de Beja inserido no programa do Festival Internacional de BD de Beja.

As tiras também estarão em exibição na exposição dedicada ao colectivo toupeira.
Por tudo isto quero aproveitar para agradecer ao Paulo Monteiro pelo convite.
É também a primeira vez que este fanzine irá conter tiras cómicas.

A quem puder apareça por lá, pois o festival vale muito a pena. Se quiserem dar dois dedos de conversa eu e o Hugo estaremos por lá.

Para já deixo um pequeno aperitivo mostrando os "Putos" em versão metaleira.

segunda-feira, maio 24, 2010

VI Festival Internacional de BD de Beja


Arranca já no dia 29 de Maio mais uma edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja (FIBDB) que se prolongará até dia 13 de Junho. A cidade Alentejana volta assim a ser a capital da BD pela 6º vez consecutiva.

A continuação deste artigo pode ser lido na Rua de Baixo aqui.
Se quiserem aceder à página oficial do festival cliquem na imagem.

quinta-feira, maio 20, 2010

Lançamento - Zona Gráfica


Tinha falado do projecto Zona aqui.
Agora venho avisar que a nova Zona, desta vez a "Zona Gráfica" já tem data de lançamento e será no Domingo dia 30 de Maio no Festival Internacional de BD de Beja.

A primeira edição deste projecto, a "Zona Zero" foi lançada precisamente há um ano no mesmo festival. É caso para dizer, "o bom filho à casa torna".

Há semelhança da primeira edição esta também não será temática. A maior novidade prende-se com o facto de se tratarem de dois livros ao invés de um:



Zona Gráfica - Volume 1

Com 106 páginas é totalmente a preto e branco salvo a capa. Parte da capa pode ser vista na imagem acima e criada pelo Z! (artista previamente conhecido como José Pinto Coelho).
Coloco também o índice para consulta:







Zona Gráfica - volume 2

Com 52 páginas a cores. Em cima podemos ver uma parte da capa também, desta vez da autoria de Manuel Alves.
Tal como anteriormente, volto a colocar o índice para consulta:





Para mais informações visitem o blog da zona aqui.
Esta edição marca a minha primeira colaboração com este projecto (espero que haja mais). Trata-se de uma curta participação. Falei com o fil sobre uma ideia que tinha para uma ilustração e ele teve a amabilidade em a querer desenhar. O resultado está agora no volume 1 da Zona Gráfica.

terça-feira, maio 18, 2010

terça-feira, maio 11, 2010

Inception - Trailer 3



Mais um. E a baba continua a escorrer...

sexta-feira, maio 07, 2010

Entrevista a Mário Freitas



Mário Freitas é um nome que dispensa apresentações no mundo da BD nacional. O dono da “Kingpin Books” tem-se tornado cada vez mais activo também como autor e editor de BD.

Além disso decide criar ainda um novo festival dedicado ao género, o “AniComics Lisboa2010”, que irá decorrer já no próximo fim-de-semana (8 e 9 de Maio), na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro em Telheiras,
Em nome da Rua de Baixo estive à conversa com ele para falar da sua carreira e deste novo festival. Para lerem a entrevista cliquem aqui.

Para consultarem a página oficial do "AniComics Lisboa2010" cliquem aqui.
E aos que forem, encontramo-nos por lá.

quarta-feira, maio 05, 2010

Metropolis

É sabido que “Metropolis” de Fritz Lang contém cerca de 153 minutos, mas uma vez que a sua estreia em 1927 não foi popular, a fim de tornar o filme mais apelativo e, obviamente, lucrativo, cortaram imensas cenas para este ficar com apenas 90 minutos. Infelizmente mutias cenas se foram perdendo ao longo dos anos e nem todas vieram a ser recuperadas.
Quando estive em Berlim aproveitei a oportunidade para conhecer o seu Museu do Cinema, que é o local ideal para encontrar clássicos do Cinema alemão em DVD. Sendo assim e porque queria uma recordação do Museu trouxe precisamente “Metropolis”. Esta prometia ser a edição mais completa do filme até à data com cerca de 118 minutos. Apesar de ainda faltarem várias cenas nesta edição a solução arranjada para colmatar essa falha, foi dar uma explicação escrita do que se iria passar num tipo de letra diferente daquele em que a história é contada. Algumas dessas cenas foram recuperadas mas estavam em tão mau estado que não foram colocadas no DVD. A banda sonora é original composta por von Gottfried Huppertz.
Aparentemente há planos para lançar o filme novamente nos cinemas este ano juntamente com uma nova edição em DVD ainda mais completa com cerca de 25-30 minutos a mais que foram encontrados na Argentina (será esta a definitiva?). Quem sabe temos sorte e o filme passará nos grandes ecrãs portugueses também.
O filme de Lang é bem conhecido como sendo uma das grandes referências cinematográficas da ficção-científica e também por ser o filme mudo mais caro da História.
“The mediator between head and hands must be the Heart!”. Esta é a frase chave do filme, a mensagem que pretende transmitir ao contar os problemas entre a relação dos criadores e dos trabalhadores desta cidade futurista. “Metropolis” é uma cidade maquinal portentosa, mas que está longe de ser uma utopia. Enquanto os criadores moram na superfície da cidade, os trabalhadores têm de morar no subsolo. Temos portanto de um lado as mentes que planeiam o desenvolvimento, sem as quais não haveria evolução e do outro, igualmente importante, as mãos que mantêm as máquinas funcionais, máquinas sem as quais a cidade não pode funcionar tal como foi pensada. E nesta balança a vida dos que moram na superfície é claramente melhor à dos operários. Uma situação tipicamente capitalista.
Freder (Gustav Fröhlich) é o filho do fundador de “Metropolis”, John Fredersen (Alfred Abel) e durante toda a sua vida só conheceu a vida na superfície característica de todos os aristocratas. No entanto tudo isso está prestes a mudar quando vê Maria (Brigitte Helm) e a segue enamorado até à cidade subterrânea. Aqui Freder irá descobrir a dura realidade da vida dos operários. Angustiado e cheio de vontade em conhecer Maria convence um trabalhador, Georgy 11811, a trocar de roupas com ele substituindo-o nas máquinas. Mais tarde Freder assiste a uma palestra de Maria que tenta convencer a classe dos operários a não entrarem em motim, prometendo-lhes que “o mediador entre a cabeça e as mãos deve ser o coração” e que esse mediador está para chegar.
“Metropolis” é visualmente assombroso, a cidade idealizada por Fritz Lang é de uma beleza estonteante e é impossível não ficarmos rendidos a ela. A cidade é também um personagem do filme, disso não há dúvidas.
O filme mistura realidade e sonho, por vezes os próprios personagens não sabem se o que estão a ver é real ou não, como é o caso de Freder quando assiste à explosão de uma das máquinas que mata vários trabalhadores. Nesta cena Freder vê a máquina como Moloch e a morte dos trabalhadores como um ritual de sacrifício. Neste sentido fiquei muito curioso em ler o livro escrito por Lang e sua mulher, Thea von Harbou, que de certeza desenvolverá mais alguns aspectos e ideias. É de chamar a atenção que os novos 25-30 minutos de filme que foram adicionados na “nova” versão tornam, aparentemente, algumas cenas do filme mais claras e desenvolvem melhor alguns personagens secundários, tais como Joseph e o Thin Man. Sem falar que finalmente vamos ver cenas míticas que até agora só tínhamos lido a sua descrição.
O tema do capitalismo mais especificamente das relações entre as diferentes classes bem como a sua conclusão é abordado de uma forma leve e sonhadora. Temos o filho do maior capitalista de todos a descobrir que afinal o mundo não é tão justo como pensava e enquanto se encontra como homem encontra também o amor, tem sempre de haver lugar para o amor. A maneira de olhar para o “coração” como o mediador perfeito é muito romântica, mas podemos sonhar com esse mundo não podemos? Afinal de contas o Cinema também é isto: sonhar.

terça-feira, maio 04, 2010

Inception - Trailer 2



Cristopher Nolan é um dos realizadores mais entusiasmantes da actualidade.
Conquistou-me com o primeiro filme que vi dele "Memento", fez com Batman no cinema aqueilo que Frank Miller tinha feito na BD. "Insomnia" e "Prestige" confirmaram a sua qualidade e o quanto é um realizador "cerebral".
Por tudo isto "Inception" é dos mais esperados do ano e aposto que não vai desiludir.

domingo, maio 02, 2010


Mãe do Ano

"I wish the Lord would take me now"

Livia Soprano

sexta-feira, abril 30, 2010


quarta-feira, abril 28, 2010

Curso de Banda Desenhada e Mangá

A todos os interessados cliquem na imagem para mais informações.

terça-feira, abril 27, 2010

Super Heróis da Bíblia


Outro dia deparei-me numa livraria, mais especificamente, na secção infantil com esta pérola "Super Heróis da Bíblia". Antes de mais isto não se trata de um livro mas de um jogo de cartas onde personagens bíblicas são desenhadas ao bom estilo do super-herói, tal como um Super Homem ou um Homem Aranha. Não, eu não estou a inventar, é mesmo verdade e foi editado pela "Paulus" (só podia).
Qual o objectivo? Ora é precisamente atrair a pequenada a conhecer os grandes ícones da BD, ups, religião Católica.
Novamente a Igreja volta a estar atrasada no tempo, então não é bem sabido que a pequenada agora gosta é de Manga. Narutos e afins é que são o caminho certo, cartas com o Rurouni Jesus ou Lucifer Ronin. Agora Super Jesus ou o Moisés Prateado já não estão na moda.
Eu obviamente vi as cartas todas, Jesus parece um piloto da fórmula 1, Gabriel é o óbvio Arcanjo Cavaleiro e Moisés tinha um ar implacável a segurar a Pedra com os 10 mandamentos, parecia que ia dar com aquilo na cabeça de alguém. Mas o melhor é o Espírito Santo inspirado claramente no Tocha Humana da Marvel. Só faltava a frase "Em Chamas".
O jogo em si é estilo o UNO e ainda bem pois se fosse Poker o jogo nunca mais saía pois teria de haver um intenso debate sobre qual seriam as cartas que iriam compor o Royal Flush.
A concorrência está neste momento a preparar-se, os Mormons irão lançar um dominó baseado nas tábuas de Nefi, os Cientologistas um jogo do "Senhor Doutor" onde perde quem deixar a senhora grávida gritar e os Judeus um "Quem é Quem" um jogo extremamente difícil de jogar porque todos os personagens têm barba.