quinta-feira, novembro 19, 2009

Festival Black & White 2010

A 7ª edição do Festival Audiovisual Black & White irá decorrer entre os dias 21 e 24 de Abril. Este é um festival organizado pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto (Campus da Foz) e que abrange três categorias: vídeo, fotografia e aúdio.

Todos aqueles que estiverem interessados em concorrer poderão fazê-lo até 25 de Janeiro, o prazo final para recepção de trabalhos.


Para mais informações consultem o site oficial, clicando na imagem.


É com muito gosto que anuncío que este blog voltará a colaborar com o festival pelo segundo ano consecutivo. Aproveito para expressar o meu agradecimento à organização e em particular ao Fernando Ribeiro.

quarta-feira, novembro 18, 2009

Depeche Mode no Atlântico 14/11/2009

E parece que o ditado é mesmo verdade pois há terceira foi mesmo de vez.
Finalmente após o terceiro bilhete que compro dos "Depeche Mode" os consegui ver pela primeira vez ao vivo e posso dizer que se no final do concerto começassem a vender bilhetes para um próximo eu tinha comprado num ápice, pois foi um espectáculo verdadeiramente grandioso, porra são os Depeche Mode!
Para tocar na primeira parte foi efectuada uma votação onde se encontravam nomeados os "Mundo cão", os "X-Wife", "Os Golpes" e os "Gomo", tendo estes últimos sido os vencedores. Foi uma boa abertura e das bandas nomeadas é a que possui o estilo mais próximo dos anfitriões. Os "Gomo" tocaram cerca de meia hora onde aproveitaram para apresentar canções do novo álbum revendo as mais populares do anterior.
Por esta altura era garantido que os "Depeche" não iam cancelar (não resisti). Quando a banda surge em palco é um sonho tornado realidade. Martin L. Gore sempre a sobressair na roupa que escolhe e claro Dave "bad boy"Gahan também sempre inconfundível. O espectáculo estava prestes a começar.
A banda começou por tocar três temas do novo álbum o que foi um pouco assustador para mim, pois confesso que ainda não o ouvi na sua totalidade. Claro que sabia que esta era a digressão "Tour of The Universe" a que tem por objectivo apresentar "Sounds of The universe" o último registo. Mas tratando-se de uma banda como os "Depeche Mode" que se quiser consegue tocar horas a fio usando apenas clássicos (sim são mesmo muitos) sempre achei que a maior parte da setlist recairia sobre o passado e não estava errado.
No fundo os "Depeche" tiveram uma óptima ideia ao despachar as novas músicas logo no início tocando "In Chains", "Wrong" e "Hole to Feed", voltando a tocar apenas mais uma faixa do disco em questão a meio do concerto "Miles Away / The Truth Is". Não me entendam mal são boas canções e funcionaram bastante bem ao vivo mas ao pé do resto do alinhamento são claramente as mais fracas e foi com a quarta canção "Walking in my Shoes" que o público se começou a render. Seguida de "A Question of Time", "Precious", "World In My Eyes", "Fly on the Windscreen" estava mais do que garantido que o concerto iria ser grandioso, a partir daqui foi praticamente sempre a subir.
Quando Martin L. Gore acompanhado apenas por teclas nos encantou com "Sister of Night" e principalmente "Home" onde a empatia banda-público atingiu aqui o seu primeiro grande momento.
Ouvir canções seguidas como "Policy of Truth", "It´s no Good", "In Your Room", "I Feel you", "Enjoy the Silence" e "Never Let Me Down Again" é qualquer coisa de monstruoso. Não há nunca um momento de descanso, um momento menor, e que bem que soam estas músicas ao vivo. O público estava mais que conquistado, as pazes feitas.
Como encore tivemos mais quatro momentos geniais "One Caress", "Stripped", "Behind the Wheel" e para o grande final (já se estava mesmo à espera) "Personal Jesus". Um final cheio de esplendor e glória.
Este concerto ficou marcado também por ter sido o primeiro que vi sentado no pavilhão atlântico e que longe está o palco. No balcão dois a olhar directo para o palco é realmente difícil distinguir os músicos. Porém a vista panorâmica de um pavilhão desta magnitude esgotado é qualquer coisa de majestoso. As diferentes cores provenientes do espectáculo a serem reflectidas em milhares de pessoas é uma imagem marcante.
Gostava muito que tocassem uma "Shake the Disease", "Black Celebration", "Just Can´t Get Enough", "Judas", "Master and Servant" entre muitas outras. Mas já se sabe que não há espaço para tudo e os "Depeche" têm mesmo tanta canção soberba que dificilmente sairíamos do Atlântico decepcionados.
Deixo um vídeo não do Atlântico mas que pertence à mesma digressão da "It´s No Good". Foi numa curta pesquisa a que encontrei com melhor qualidade.

sexta-feira, novembro 13, 2009

Peter Murphy - I'll Fall With Your Knife



"to the crowd
to the world
you were so dry
and with a token bird I made
sent it to fly
right to your side
with a broken wing you sail
oh like winter in july
a barren river wide
I'll pray for the flood
to wash on you
it's here, I'll stay with you
it's here, I'll be with you
I'll fall..."

quinta-feira, novembro 12, 2009

Alan Moore & Gorillaz











Damon Albarn não pára de me surpreender. Como músico é extremamente ambicioso, possuindo uma carreira longa e proveitosa nos Blur decide enveredar pelos caminhos da electrónica e do hip-hop em Gorillaz um projecto inovador que surge como uma brisa de ar fresco na música até pela própria imagem da banda. Como se não bastasse ainda formou os "The Good The Bad and The Queen" também muito aconselháveis.

Para quem conhece Gorillaz, está familiarizado com a imagem animada da banda, quase saídos de um livro de mangá.
Pois bem o duo por detrás desta banda Damon Albarn e Jamie Hewlett (desenhador de Tank Girl) quer trabalhar com a lenda que é Alan Moore e parece que o senhor aceitou. Pelo que sei Moore vai escrever o livro da ópera que os Gorillaz estão a cômpor.

Moore é um dos mais talentosos escritores do mundo e o meu fascínio pelos seus trabalhos é bem conhecido por quem lê este blog.

Isto promete!!!

terça-feira, novembro 10, 2009

#1 BAD ASS


Obrigado ao DC pela descoberta.

sábado, novembro 07, 2009

Entrevista a C.B. Cebulski

Foto de Ricardo Fino Sá da Costa


C.B. Cebulski é bem conhecido pelo seu trabalho no “Marvel Mangaverse” e por ter criado a série “Marvel Fairy Tales” nas quais adapta contos de fadas utilizando personagens do universo Marvel. Neste último já trabalhou com três artistas portugueses, Ricardo Tércio, Nuno Plati e João Lemos. Além de escritor é também editor da Marvel e visto por muitos como um “caça-talentos”.

Esteve recentemente no primeiro fim-de-semana do 20º Festival de Banda Desenhada da Amadora e em nome da Rua de Baixo não podia deixar passar a oportunidade de lhe dar uma palavrinha.

Para lerem a entrevista cliquem na imagem.

Quero aproveitar para agradecer à organização do festival em particular ao José Eduardo Ferreira pela disponibilidade e obviamente ao próprio autor que é cinco estrelas, gostei muito de o conhecer.
E claro ao Ricardo Fino Sá da Costa o fotógrafo que me tem acompanhado de forma imparável nesta caminhada pelo festival.

sexta-feira, novembro 06, 2009

Sardinha em Lata


O realizador/produtor Nuno Beato, juntamente com o realizador José Miguel Ribeiro (vencedor do “Cartoon d’Or” em 2000 com o filme “A Suspeita”) e com “uma não-artista com os pés na terra”, Eva Yébenes, decidiram em 2007 embarcar num novo desafio ao criarem a produtora de animação Sardinha em Lata. Uma produtora cujo objectivo principal é o de contribuir para o aumento da qualidade do cinema de animação em Portugal.

Para isso, esta equipa decidiu apostar em força na realização de séries de grande formato que possam concorrer e entrar no mercado Internacional e, ao mesmo tempo, continuar a criar curtas-metragens onde os autores podem explorar o seu lado mais intimista e experimental.

O resto do artigo encontra-se disponível na edição de Novembro da Rua de Baixo.
Lá poderão também encontrar a estreia mundial da série "Dodu - O Rapaz de Cartão" (ver imagem acima) realizada por José Miguel Ribeiro e escrita por Virgílio Almeida, com a exibição do episódio piloto.
Um muito obrigado a toda a equipa da "Sardinha em Lata" pela amabilidade com que nos receberam.
Cliquem na imagem para o link directo.

segunda-feira, novembro 02, 2009

Band Of Horses - No One's Gonna Love You



"And anything to make you smile
It is my better side of you to admire
But they should never take so long
Just to be over then back to another one

But no one is ever gonna love you more than I do"

quinta-feira, outubro 29, 2009

Them Crooked Vultures



Ao passar pelo Na outra banda descobri que uma canção dos "Them Crooked Vultures" já se encontra disponível.
A expectativa é grande não fosse esta banda composta por John Paul Jones (Led Zeppelin), Josh Homme (Kyuss, Queens of The Stone Age) e Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters).
O álbum está previsto sair em Novembro.

segunda-feira, outubro 26, 2009

O 5º Esq. Dos Infernos

Para quem ainda não conhece fica a sugestão de visitarem o webcomic "O 5º Esq. Dos Infernos".
Uma divertida ideia para animar as nossas semanas, da autoria de Nuno Duarte e Patrícia Furtado.
Apesar de Nuno Duarte ser mais conhecido como argumentista de TV ("Bocage", "Liberdade 21", "Manobras de Diversão") também o é na BD tendo participado em "Paris Morreu", "Mutant and Survive" entre outros e sendo o autor do recente "A Fórmula da Felecidade". Um livro fantástico que aconselho a todos. Posteriormente falarei dele.
Cliquem na imagem para aceder ao webcomic.

quinta-feira, outubro 22, 2009

terça-feira, outubro 20, 2009

Requiem Vampire Knight

"Requiem Chevalier Vampire" no seu titulo original, trata-se de uma BD da autoria de Pat "The Man" Mills e Olivier "Le Grand" Ledroi que começou a ser editada em 2000. Como refiro esta é uma saga publicada originalmente em francês, mas que também pode ser encontrada traduzida em inglês ou alemão (o título em alemão também tem uma sonoridade bestial "Requiem Der Vampirritter").
O livro que vou falar aqui trata-se da primeira compilação desta história editada pela "Panini" e que contém os dois primeiros capítulos da saga, "Ressurection" e "Danse Macabre".
Réssurection é o nome do local onde se desenrola esta história, no que aparenta ser o Inferno de Mills (já que existe o inferno de Dante porque não o de Mills também?), um local assustador e carregado de ideias alucinantes típicas do autor. Para começar todas as pessoas que vão para lá reencarnam em monstros consoante os pecados que cometeram quando ainda eram vivos. No entanto se pensam que justiça é uma palavra que faz parte do vocabulário deste mundo enganem-se, pois aqueles que foram mais maléficos em vida são os melhor recompensados. Então rapidamente podemos dizer que a classe mais baixa de criminosos re-encarna em Zombies e a mais alta em Vampiros. Por mais alta entenda-se os maiores e mais cruéis assassinos que passaram pela Terra.
Este exemplo foi apenas para dar uma ideia de como as coisas funcionam em Réssurection, pelo meio há muito mais, pois existem reencarnações específicas para todos os tipos de criminosos desde violadores, infanticidas, suicidas, etc. Os membros da inquisição juntamente com outras classes da Igreja Católica também possuem o seu lugar cativo, jamais Mills os esqueceria.
Uma curiosidade muito engraçada é que pessoas que cometeram o mesmo tipo de crimes podem re-encarnar em seres diferentes consoante a atitude que tiveram em vida, ou seja, aqueles que se enganaram a si próprios tentando convencer-se que estavam a fazer o que era correcto enquanto cometiam crimes horrendos não têm o direito de re-encarnarem como vampiros, não são dignos de tal honra, reencarnando ao invés em ghouls.
Mas o mais injusto e terrífico neste Inferno é que não é constituído apenas por criminosos, pois todas as vítimas vão lá parar também, reencarnando sob a forma de Lémures (espectros/fantasmas) e a única forma que têm de se libertar deste Inferno é eliminando os responsáveis pelas suas mortes. A ideia de que alguém que sofreu anos de tortura nas mãos de um psicótico em vida poderá voltar a sofrê-los em morte é de uma atrocidade enorme e um caso bem possível de acontecer por estas bandas. Será portanto desnecessário dizer que uma guerra entre Vampiros e Lémures está instalada por toda a Réssurection.
Neste Inferno as coisas parecem funcionar ao contrário da Terra, o próprio tempo move-se na direcção oposta e por isso todos (ou quase todos) rejuvenescem com o passar dos dias, até se tornarem em fetos e desaparecerem (quem sabe reencarnando novamente na Terra?). Apesar de ter a mesma forma redonda que a Terra, Réssurection tem fogo no lugar da terra e terra no lugar dos oceanos.
O personagem principal da trama é Heinrich Augsburg um soldado alemão que combateu e encontrou a sua morte na II Guerra Mundial. Uma vez que abraçou a carnificina de um soldado nazi, só poderia entrar no inferno pela porta grande, ou seja, como um vampiro.
Ao aterrar, confuso, em Réssurection observa uma disputa entre um grupo de zombies e um vampiro de nome Otto von Todt. Ajudando o vampiro, rapidamente cria um laço de amizade com ele e seguindo os seus conselhos acaba por aceitar ser treinado por Lord Cryptos a fim de se tornar um cavaleiro vampiro. Após ter completado o seu treino não será mais conhecido por Heinrich Augsburg, mas antes por Requiem, o cavaleiro vampiro.
A tragédia por detrás deste personagem é que em vida era apaixonado por Rebecca uma judia que foi assassinada pela Gestapo. Como seria de esperar Rebecca encontra-se em Réssurection e não demorará muito a travar contacto com ele. Dois amantes que durante a vida estavam em lados opostos voltam agora a repetir a dança durante a morte.
Com o tempo Requiem irá descobrir que existem segredos obscuros guardados dentro de si que nem ele próprio conhecia.
A título de curiosidade são imensas as figuras históricas que desfilam por esta obra, entre os vampiros temos Átila o Huno, Maximilien Robespierre, Aleister Crwoley, Nero, entre outros, e obviamente Vlad Tepes III mais conhecido por Drácula o soberano desta Réssurection.
O tempo foi algo que me confundiu a início na série, uma vez que pessoas que morreram depois de Requiem apareceram em Réssurection antes dele. Aparentemente a disposição porque cada um entra neste Inferno não segue a ordem das suas mortes.
Pat Mills afirmou que esta foi uma obra inspirada pelo tema da re-encarnação algo que ele já tinha explorado também com Ledroit em "Sha". Aqui a dupla volta a reunir-se e constrói uma obra que na minha opinião consegue ser mais grandiosa do que a anterior.
O sonho de qualquer apaixonado por BD é que tanto os desenhos como a história estejam ao mesmo nível e "Requiem" é precisamente um desses casos.
Ledroit dá uma vida enorme às ideias de Mills, a sua arte transcende as folhas de papel e facilmente nos perdemos nas suas pranchas. O seu estilo é perfeito para desenhar contos de horror. O traço, a cor, nada é deixado ao acaso por este senhor que constrói cenários literalmente do "outro mundo".
Pessoalmente considero-a uma das obras mais aliciantes de BD e uma das formas mais interessantes de explorar o conceito de Vampiro que saiu nos últimos anos.

Nota: Não encontrei imagens com melhor qualidade, mas confiem quando digo que os desenhos são de uma qualidade gigante.

quarta-feira, outubro 14, 2009

DocLisboa 2009


Isto não pára por Lisboa, depois de Motelx, veio o Queer, a festa do cinema francês e chega agora a vez do doclisboa.

Não há tempo para descansar.

Fica então o aviso para aqueles que puderem. O 4º doclisboa realiza-se entre 15 e 25 de Outubro.
Até agora ainda não falhei nenhum festival, espero que este também não.

Cliquem na imagem para aceder à página oficial.

quinta-feira, outubro 08, 2009

20º Amadora - Site Oficial

O site oficial do FIBDA já se encontra em funcionamento.
A informação ainda não abunda por lá, porém este ano há uma novidade que já está disponível.

A novidade é um jogo cujo objectivo é que cada um dos visitantes crie um boneco. Os desenhos a partir dos quais o boneco é construído são da autoria de Rui Lacas.

Todos os personagens irão aparecer num álbum de BD que estará em exibição no festival. Para isso têm de as criar até 13 de Outubro.

Aqui fica o que eu criei:

Nome: Loot
Idade: 871 anos
Localização: Limbo
Profissão: Grim Reaper

10º Festa do Cinema Francês

E começou ontem a 10º Festa do Cinema Francês.
Um aspecto fantástico neste festival é conseguir percorrer mais zonas do país além de Lisboa e Porto. Se pudessem todos ser assim seria formidável.
Cliquem na imagem para aceder à página oficial.

sexta-feira, outubro 02, 2009

Entrevista a Nelson Dona Director do Festival Internacional de BD da Amadora


O Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (FIBDA), que este ano ostenta um novo nome no cartaz, o de “Amadora BD”, comemora o seu 20º aniversário. O evento irá decorrer entre 23 de Outubro e 8 de Novembro e promete fazer um balanço destes 20 anos de BD em Portugal.

O núcleo central do festival localiza-se novamente no Fórum Luís de Camões, na Brandoa, mas como é costume haverão várias exposições espalhadas pela cidade tais como na Casa Roque Gameiro, nos Recreios da Amadora, no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (retrospectiva de Héctor Oesterheld), no Centro Comercial Dolce Vita Tejo/Kidzania, na Escola Superior de Teatro e Cinema, na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos e na Galeria Municipal Artur Bual onde decorrerá a merecida homenagem a Vasco Granja.

Para conhecermos um pouco melhor a história deste festival e a programação deste ano em nome da Rua de Baixo estive à conversa com o director do festival, Nelson Dona. Cliquem na imagem para aceder à entrevista.

Entrevista a Filipe Pina e Filipe Andrade


“BRK” é a mais recente aposta da ASA no que toca a edições de BD portuguesa.

O livro conta a história de David, um jovem de 17 anos cuja vida irá mudar drasticamente ao conhecer Bia, uma bela rapariga que o tenta convencer a juntar-se ao “Estalo” uma organização que tem por objectivo mudar a mentalidade das pessoas.
Tentando afastar-se da ideia, David acaba por se juntar ao grupo e é aqui que a sua aventura realmente começa.

Os autores Filipe Pina e Filipe Andrade começaram a trabalhar juntos em BD em 2003 quando criaram a tira cómica online “Fraggers”. Posteriormente iniciaram a história de “BRK”, o qual foi editado periodicamente no BD Jornal entre 2006 e 2008 e que nos chega agora em formato de livro.

Eu em nome da Rua de Baixo tive o prazer de estar à conversa com os autores para falarmos um pouco desta obra entre outras coisas. Para acederem à entrevista, que se encontra já disponível na edição de Outubro da Rua, cliquem na imagem.

quinta-feira, outubro 01, 2009

A Nightmare on Elm Street - Trailer



Não sei não, mas quando a coisa mais assustadora no trailer é a frase "From producer Michael Bay" é porque não é bom sinal.

Já o original é um clássico do género pois claro.

terça-feira, setembro 29, 2009

45 anos de Mafalda


Parabéns à Mafalda e a toda a sua turma.

Muitos parabéns Quino por todo o teu trabalho és um marco no Cartoon um dos meus artistas preferidos do género.

segunda-feira, setembro 28, 2009

Sessões no MOTELx 2009: Trick 'r Treat e Eel Girl


Trick 'r Treat


Este foi o segundo e último filme a que assisti no festival. Numa curta pesquisa pelo IMDB este "Trick 'r Treat" surgiu-me como uma opção bastante favorável não só pelas críticas mas também pelo elenco bem conhecido. Infelizmente não foi o caso.
O filme conta quatro histórias que se desenrolam durante o Halloween e se cruzam entre elas. As histórias são antecedidas sobre uma curta aparição por parte de um casal que quebra as tradições do halloween tradições do feriado, tradições essas que foram criadas para proteger as pessoas dos mortos mas que nos dias de hoje caíram no esquecimento.
No primeiro conto surge-nos o reitor Steven (Dylan Baker), um homem que esconde gostos terrivelmente macabros e sanguinários que ensinará uma "lição de vida" a um jovem rapaz sobre os cuidados a ter nesta noite.
De seguida conhecemos quatro amigas que se preparam para viverem uma enorme festa. Todas se encontram vestidas a rigor para este "Halloween" e para isso escolheram fantasias de "contos de fada". Laurie (Anna Paquin) aparenta ser das quatro a mais introvertida, o que muito provavelmente é a causa da sua ainda "virgindade", que é considerada uma vergonha por parte da sua irmã e amigas. Quem sabe se esta não é a noite em que Laurie irá finalmente provar esse sabor. Gosto dos finais do género deste conto apesar de não ter trazido nada de novo e original, mesmo assim foi das histórias que mais gostei, não valesse a pena só por ver Anna Paquin vestida de Capuchinho Vermelho.
A terceira história é sobre um grupo de miúdos que se encontra a reunir abóboras de halloween, as chamadas jack-o'-lanterns. As abóboras irão ser usadas para prestar homenagem a um grupo de crianças que caíram de um autocarro por um penhasco abaixo. Reza a lenda que foram os próprios pais que pagaram ao condutor para as matar. Se a lenda é verdadeira ou não é algo que estas crianças não demorarão em descobrir.
Por fim temos o vizinho do reitor Steven, Mr. Kreeg (Brian Cox) um velho solitário que vive apenas com o cão e é visitado por um estranho ser que dá pelo nome de Sam. Sam tem o tamanho de uma criança e parece o boneco saído da capa "Issues" dos Korn (ver poster). É também o personagem que surge em todos os outros contos nem que seja por breves instantes. Uma coisa é certa, Sam leva muito a sério as tradições do "Halloween" é ele quem encarna vigorosamente o espírito deste dia tenebroso e assustador.
O filme evoca estilos passados e nesse sentido funciona como uma homenagem a determinados contos de terror. Enquanto via o filme de facto sentia algo familiar e só mais tarde ao ler sobre o filme me apercebi que este me recordava os "Tales From The Cript" que eu via quando era mais novo na Sic. Em tom jocoso até comparei os contos aos "Arrepios" mas não, estes evocam mesmo o estilo dos velhinhos "Tales From The Cript".
O filme foi realizado por Michael Dougherty e é baseado na curta "Season's Greetings".
Infelizmente como falei acima o resultado não foi satisfatório. Os contos são fraquinhos e de assustadores têm muito pouco, verdade seja dita tal como os "Tales From The Cript" mas estes eu via em casa na TV não num Cinema. Este é um filme de terror para toda a família e talvez por ter ido à procura de algo mais intenso tenha saído mais desiludido do que devia para mim "Trick 'r Treat" tinha de trazer muito mais e não trouxe.




Eel Girl

Tal como já tinha mencionado todos os filmes no MOTELx eram precedidos por uma curta-metragem. Desta vez foi "Eel Girl" de de Paul Campion um filme da Nova Zelândia.
A história é sobre a obsessão de um cientista com uma criatura metade mulher metade enguia. Uma obsessão de cariz sexual que leva o cientista a não resistir à tentação e a entrar em contacto físico com a misteriosa criatura. Um filme sobre apetites para não dizer mais. Engraçado o suficiente que vale pela curiosa criatura.

domingo, setembro 27, 2009

Sessões no MOTELx 2009: Re-Animator e Papá Wrestling



Re-Animator


Apesar de ser um filme de 1985 esta foi a sua estreia em Portugal (em Cinema). Uma das grandes notícias é que o filme iria passar na sua versão integral e não censurada. A mítica cena sexual de uma cabeça cortada está lá e é um misto de repulsa e gargalhada bem ao género destes filmes.
Realizado por Stuart Gordon é uma adaptação do conto "Herbert West: Reanimator" de H. P. Lovecraft.
O filme conta a história de Herbert West (Jeffrey Combs) e Dan Cain (Bruce Abbott). O primeiro é um estudante de medicina tenebroso que é transferido de uma universidade em Zurique, na Suíça para a de Miskatonic na América. é lá onde conhece Dan Cain também ele um estudante de medicina conhecido por não lidar bem com a morte dos seus pacientes.
Dan é um excelente estudante, namora com a filha do director e nunca se mete em confusões, leva portanto uma vida bastante pacífica até ao dia em que começa a dividir casa com estranho Herbert.
Com o tempo Dan descobre que Herbert se encontra a pesquisar a reanimação de tecido morto tendo já criado um soro capaz de reanimar os mortos. Herbert acredita que quanto mais "fresco" estiver o exemplar melhor serão os resultados uma vez que o cérebro se encontra morto há pouco tempo. No entanto e em contradição com as ideias de Dr. Carl Hill (David Gale) acredita ser possível reanimar alguém cujo cérebro se encontra morto há vários dias, porém os resultados são muito piores.
"Re-Animator" é um clássico do género carregado de morte e humor que não deixará o espectador indiferente. O filme contou com a apresentação por parte do próprio Stuart Gordon que fez um discurso bastante divertido e até realista. Os aplausos foram imensos e mostraram bem a Gordon como é acarinhado pelos fãs do terror.


Papá Wrestling

Todos os filmes exibidos no "MOTELx" apresentavam inicialmente uma curta-metragem. Neste caso coube a honra a "Papá Wrestling" de Fernando Alle.
Como em muitos filmes a história é sobre um jovem rapaz cujo almoço é roubado pelos delinquentes da escola. Infelizmente para os delinquentes o pai do tal rapaz é um lutador de wrestling completamente maníaco e o que se segue é um festival de gore que resulta em puro divertimento.
Nunca a frase "enfiar-te as bolas pela boca adentro" foi usada de forma tão literal num filme.
"Papá Wrestling" não passou despercebido apesar de não ter vencido o concurso do festival recebeu uma menção e pela forma como o público o aplaudiu é caso para dizer que é um vencedor.

sexta-feira, setembro 18, 2009

13º Queer Lisboa


O Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa arranca hoje e dura até 26 do mesmo mês.
Parece que será nesta 13º edição que finalmente vou espreitar o que este festival tem para nos oferecer. 13 edições, 13 anos o tempo voa mesmo.
Para verem a página cliquem aqui e o blog aqui.

Inglorious Basterds

O primeiro filme que vi de Quentin Tarantino foi o clássico "Pulp Fiction" que me fez apaixonar instantaneamente pelo seu cinema. A partir daqui o nome Tarantino seria um nome a seguir. Fui buscar “Reservoir Dogs” e não restava margem para dúvidas “Pulp Fiction” não tinha sido um golpe de sorte (como se isso fosse possível) Tarantino é de facto um realizador incrivelmente talentoso, com uma bagagem cinematográfica invejável e com um talento do caraças para escrever diálogos. Estes diálogos "Tarantinescos" são precisamente aquilo que eu mais adoro nos seus devaneios cinematográficos.
Depois veio "Jacky Brown" e uns bons anos mais tarde "Kill Bill" (dividido em dois capítulos). Não estando ao nível dos anteriores (para mim) são obras cujo valor cinematográfico não se questiona. Tarantino continuava em grande. Infelizmente ainda me falta ver “Death Proof” um filme que faz parte do projecto “Grindhouse” que consistia em dois filmes que voltassem a relembrar o género com o mesmo nome, um realizado por Tarantino e outro pelo seu amigo de longa data, Robert Rodriguez de nome “Planet Terror”.
Agora em 2009 Tarantino regressa com "Inglorious Basterds" (que soa muito melhor quando pronunciado com qualquer um dos sotaques do Reino Unido). Um projecto já antigo na mente do realizador mas que só agora se concretizou.
"Basterds" é um regresso em grande e dizer isto de alguém que nunca fez um mau filme é um belo elogio. Apesar de à primeira vista parecer um filme de guerra, apresenta mais traços que nos remetem para um "western spaghetti" que apenas troca o velho oeste pela 2º Guerra Mundial.
O filme encontra-se dividido por capítulos que contam a história do Col. Hans Landa o "Caçador de Judeus" (Christoph Waltz), de Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) uma judia sobrevivente e do grupo secreto caçador de nazis cujo nome dá o título ao filme.
Se o ano passado uma das melhores aberturas pertenceu a "The Dark Knight" este ano pertencerá certamente a "Inglorious Basterds". Toda a sequência respira a "Western" e o diálogo à mesa entre o temível Col. Hans Landa e o senhor LaPadite (Denis Menochet) é de cortar a respiração. Felizmente que cenas com esta qualidade é coisa que abunda no filme.
A história em si desenrola-se maioritariamente em França, três anos após a fuga de Shosanna que se encontra agora em Paris a gerir um Cinema. O Pvt. Fredrick Zoller (Daniel Brühl) enfatua-se pela jovem e bela Shosanna e sem saber do seu passado trágico tudo faz ao seu alcance para que o filme alemão (inspirado em si) "Stolz der Nation" ("A Nation's Pride") tenha a sua noite de estreia no cinema dela.
A partir daqui todas as personagens irão convergir neste cinema. Os "Inglorious Basterds" não podem desperdiçar esta oportunidade que irá reunir tantos Nazis importantes dentro da mesma sala, principalmente quando sabem que Hitler também lá estará. O infalível Col. Hans Landa também marcará presença uma vez que é obviamente o chefe de segurança, não fosse ele o melhor naquilo que faz (e sempre que digo isto em voz alta lembro-me do Wolverine).
Como é bem sabido Tarantino é um grande apaixonado pela 7º arte e como não podia deixar de ser volta a fazer inúmeras referências cinematográficas em "Basterds" muitas que provavelmente me passaram ao lado, uma vez que a minha bagagem na área é bem menor.
Houve espaço também para algumas participações de amigos de longa data tal como a narração por Samuel L. Jackson e a voz do comandante da OSS que ouvimos no final do filme que pertence a Harvey Keitel. Julie Dreyfus que já tinha entrado em "Kill Bill" tem aqui um papel escrito especialmente para ela. O amigo e realizador Eli Roth ("Hostel") também entra nesta aventura personificando o Sgt. Donny Donowitz a.k.a. The Bear Jew e digamos que declama poesia com um bastão de Basebol como nunca antes tinha visto. Mike Meyers também faz uma perninha, enfim se continuar acho que nunca mais paro de escrever sobre isto.
De resto há os tão famosos diálogos "Tarantinescos", o fetiche por pés e claro uma sempre especial atenção à banda sonora. O início de uma vingança ao som da "Cat People" de David Bowie é qualquer coisa de especial. Canção esta que pertence a outro filme ("Cat People") mas cuja letra entra perfeitamente no espírito da cena em questão.
o Leque de actores é na sua maioria fantástico. O Lt. Aldo Raine de Brad Pitt é hilariante e a sua ascendência de Indío só contribui para lhe dar características ainda mais excêntricas como a sua fixação por escalpes. Dos "Basterds" é impossível não destacar também o Sgt. Hugo Stiglitz interpretado por Til Schweiger, sem dúvida uma das maiores dores de cabeça dos Nazis.
Outro personagem que sou obrigado a salientar é o Major Dieter Hellstrom. August Diehl conquistou-me com a sua interpretação de um oficial da Gestapo na cena do café em que este se senta ao lado dos aliados. Ver o tenente Archie Hicox (Michael Fassbender) e o Sgt. Hugo Stiglitz, entre outros a interagir com este oficial nazi resultou em uma das melhores cenas que este filme tem para nos oferecer.
Para o fim deixei Christoph Waltz, o Col. Hans Landa (que tem aqui a sua 1º participação num filme Americano, mas que certamente não será a última). Waltz venceu o prémio de melhor actor em Cannes e depois de ver o filme percebe-se claramente porquê. Além de ser um poliglota invejável todas as cenas em que Waltz aparece são ouro sobre azul. O seu personagem é arrepiante e incapaz de deixar alguém indiferente. Se até nós numa cadeira de cinema nos sentimos incomodados com as suas questões, nem quero imaginar como seria um contacto na vida real com o temível "caçador de Judeus".

terça-feira, setembro 15, 2009


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sexta-feira, setembro 11, 2009

quarta-feira, setembro 09, 2009

The Imaginarium of Doctor Parnassus -Trailer

Já está disponível o trailer de um dos filmes que mais anseio ver.
Adoro o estilo "louco" de Terry Gilliam. Este Monthy Python já nos presenteou com filmes fantásticos desde "King Fisherman", a "12 Monkeys" ou "Fear and Loathing in Las Vegas".
Desta vez surge com "The Imaginarium of Doctor Parnassus" um filme que passou por algumas dificuldades aquando da morte de Heath Ledger. Felizmente a fim de o terminar os talentosos Johnny Depp, Colin Pharrel e Jude Law vieram substituir o falecido actor.

Gostei bastante desta amostra e fico ansioso à espera que o filme chegue até nós.
E sim o Diabo é esse grande senhor cujo nome é Tom Waits.

A ver estas imagens volto a lembrar-me dos trabalhos de Ledger e que agora é que é definitivo. Nunca mais o iremos voltar a ver brilhar na tela.
Um dos seus próximos projectos por exemplo ia ser o novo de Terrence Malick, "The Tree of Life". Malick é daqueles realizadores que raramente faz um filme, mas quando faz pára tudo.
Adoraria ver uma colaboração entre estes dois e é uma pena que tal nunca aconteça. Por curiosidade foi Brad Pitt que substituiu Ledger no elenco.
Um grande actor, muito capaz, muito plástico nas suas transformações e que merece uma grande despedida do Cinema. Uma despedida que em tudo aparenta que irá ser mágica.

The Beatles 09/09/09



Porque hoje é dia de Beatles!

Hoje é o dia em que todos os álbuns dos Beatles voltam a ser lançados. Todos com o som remasterizado e todos com um documentário sobre o álbum em questão.

Para quem pode há uma edição de luxo com tudo disponível.
Passados 50 anos continuam a ser uma referência e daqui a mais 50 garantidamente que continuarão a ser.

segunda-feira, setembro 07, 2009

Amália Ontem

Aproveitando o grande conhecimento do projecto "Amália Hoje" decidi fazer este trocadilho para falar de um álbum que infelizmente passou um pouco despercebido na altura.
A ideia de re-interpretar músicas cantadas por Amália Rodrigues num estilo mais contemporâneo não é propriamente uma ideia nova.
"Amália Revisited" é um CD onde vários artistas da música portuguesa se juntam a fim de cumprir o objectivo e o resultado é muito interessante.
O álbum é composto por 15 temas interpretados por nomes como "Bullet e Liana", "Cool Hipnoise", "Lisbon City Rockers e Margarida Pinto", "Maria João Branco" entre muitos outros.
Todos os temas são novas formas de cantar canções da Amália, todos excepto dois que são precisamente o tema de "Sam The Kid" e "KaNdoo" que aqui usam a influência de Amália de uma forma nunca antes ouvida.
Para consultarem a lista de canções cliquem aqui.

Como aperitivo deixo precisamente a canção "Êthos" de Sam The Kid. Talvez uma das minhas preferidas deste artista.

quarta-feira, setembro 02, 2009

MOTELx - 3º Edição

Arraca hoje a 3º edição do "Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa" carinhosamente apelidado de MOTELx.
Infelizmente a sua duracção é muito curta, terminando já no próximo Domingo.
A todos aqueles que adoram o género fica aqui a sugestão.
Podem consultar o site oficial clicando na imagem.

segunda-feira, agosto 31, 2009

Dorian Gray - Teaser Trailer

Já tinha visto algumas imagens do filme há bastante tempo, agora saiu o teaser trailer.
A adaptação cinematográfica de "THe Picture of Dorian Gray" chega aos Cinemas este ano pela mão de Olive Parker e conta com Ben Barnes (O príncipe Caspian) no papel de Dorian Gray, Colin Firth como Lord Henry e Ben Chaplin como Basil Hallward.
O trailer tem melhor aspecto do que os posters que tinha visto anteriormente mas mesmo assim ainda não susciptou em mim grande interesse.
Espero que seja uma bela homenagem à obra de Oscar Wilde que é lindíssima.
Isto recordou-me também que a Marvel chegou a adaptar este livro e acabei por em esquecer de procurar isso.

quinta-feira, agosto 27, 2009

These Are My Twisted Words

Uma das novas dos Radiohead e não é preciso dizer mais!



estou com a sensação que vêm cá para o ano. O problema é que me engano muitas vezes.

segunda-feira, agosto 24, 2009

The Wolf Man - Trailer

O trailer deste remake do horror já está disponível.
O elenco é de classe e os efeitos parecem formidáveis.
Joe Johnston, já provou o seu talento a nível visual esperemos que com este "The Wolf Man" faça a devida homenagem ao género.
Segundo o IMDB parece ser este o senhor que vai realizar o filme do Capitão América com Jensen Ackles no papel de Rogers. Será?
Cliquem na imagem para ver o trailer.

quinta-feira, agosto 20, 2009

The Walking Dead - Adaptação Televisiva

Frank Darabont, realizador de filmes como "The Shawshank Redemption", "The Green Mile" e o mais recente "The Mist" (algo me diz que este senhor gosta muito de Stephen King), vai ser o responsável por realizar a série de TV "The Walking Dead" baseada na BD criada por Robert Kirkman e Tony Moore editada pela Image Comics.

Dentro do género do horror sempre me senti mais atraido pelos vampiros do que pelos zombies, por isso ando muito mais interessado em comprar livros como "Requiem The Vampire Knight" do que este "The Walking Dead". No entanto muita da coisa que tenho lido sobre a série me tem atraido e é uma questão de tempo e dinheiro até lhe dar uma oportunidade.

O livro conta a história de como um grupo de humandos vai sobrevivendo num mundo povoado maioritariamente por Zombies.

segunda-feira, agosto 17, 2009

A Voz do Fogo

Alan Moore é um nome que dispensa apresentações no mundo da banda desenhada, sendo considerado por muitos como um dos melhores contadores de histórias nesta arte, eu incluido. Livros como "Watchmen", "V For Vendetta" ou "From Hell" são já clássicos da 9º arte conhecidos mundialmente, nem que para isso tenham contribuído as adaptações cinematográficas.
"A Voz do Fogo" (Voice of the Fire) consiste no primeiro (e até à data único) romance deste autor, que foi editado originalmente em 1996.
O livro encontra-se dividido em 12 capítulos ao longo de 6000 anos, começando no ano 4000 a.c. e terminando em 1996 d.c.. Todas as histórias decorrem no mês de Novembro e na zona de Northampton, cidade Natal e actual do autor, em Inglaterra.
O primeiro capítulo, "O Porco de Hob" (Hob´s Hog), é aquele de maior dificuldade na sua leitura uma vez que é narrado por um rapaz que vive no ano 4000 a.c.. Moore escreve-o de uma forma muito elementar utilizando recorrentemente o presente do indicativo de forma a dotar o rapaz de uma aura mais primitiva que é precisamente o suposto. Este jovem do "tempo da pedra" é um rapaz bastante ingénuo que após a morte da sua mãe é expulso do seu grupo e obrigado a desbravar as aventuras deste mundo sozinho.
Tratando-se do primeiro capítulo poderá afastar os leitores devido às razões mencionadas, o que é uma pena pois trata-se de um dos melhores do livro cujo arrepiante final compensará a atribulada caminhada.
As histórias apesar de completamente diferentes encontram-se ligadas entre si pela "Voz do Fogo". São contos carregados de violência e luxúria, onde corpos queimados e cabeças decepadas farão grande parte da sua simbologia. No que toca à luxúria Moore entra na cabeça dos personagens e explora os seus desejos sexuais sem pudores ou eufemismos de uma forma directa e crua que para muitos terá um sabor ordinário.
Passando pela vida de um emissário Romano, de um antigo Cruzado ou até do "mendigo poeta de NorthamptonShire" John Clare ou do mulherengo Alf Rouse, esta aventura conta com um leque de personagens fascinantes, terminando no próprio autor. Sim! Alan Moore é o protagonista do 12º capítulo onde se encontra precisamente a concluir o livro em questão, como sendo "o último acto de um ritual de fé e magia", citando Neil Gaiman.
Em jeito de conclusão esta é uma viagem pela História de Northampton carregada de magia e luxúria, onde o autor mistura realidade e ficção com a classe que lhe é habitual.
A edição portuguesa da "Saída de Emergência" foi traduzida por David Soares que nos presenteia com uma secção de notas sobre cada capítulo fornecendo-nos informação base sobre a mitologia usada nas histórias e algumas ideias do autor, algumas das quais já haviam sido exploradas em outros dos seus trabalhos como por exemplo na série de BD "Promethea".
O prefácio é da autoria de Neil Gaiman que aconselha o início da leitura ou no primeiro ou no último capítulo uma vez que se trata de um livro que pode ser lido em qualquer ordem. Eu optei, tal como David Soares, por seguir o caminho de um peregrino, ou seja, começando no primeiro e terminando no décimo segundo.
Uma vez que se trata de um livro carregado de simbologia e cuja linguagem nem sempre é a mais acessível optei por ler primeiro esta edição portuguesa, até porque como referi contava com alguns apontamentos. Agora após este contacto inicial com "A Voz Do Fogo" já me sinto mais preparado para pegar na obra na sua língua original, algo que definitivamente farei daqui a uns anos. Até lá quero aproveitar também para aumentar a minha cultura esotérica a fim de conseguir mergulhar mais fundo ainda neste mundo mágico e negro.
Este foi um livro que infelizmente passou despercebido do público. Talvez por ser escrito por um autor de BD ou por simplesmente desistirem logo a início, visto o 1º capítulo ser como havia mencionado o mais desafiante. A fim de cativar novos leitores a editora "Saída de Emergência" planeia lançar uma nova edição com uma nova capa e algumas surpresas (quem sabe com as ilustrações de José Villarrubia presentes na edição de 2004 da Top Shelf)). Já agora aproveito para sugerir que corrigam nesta nova edição algumas gafes que se encontram na actual, já que estão com "a mão na massa".

terça-feira, agosto 11, 2009

Camões - De vós não conhecido nem sonhado?

A editora Plátano lançou no ano passado o livro “Camões – De vós não conhecido nem sonhado?” da autoria de Jorge Miguel que aqui volta novamente a viajar pela História de Portugal, debruçando-se agora sobre um dos seus maiores poetas.
O autor optou por iniciar esta história no mesmo ano em que a decidiu terminar, ou seja, 1580 naquele que viria a ser o ano da morte de Camões. No entanto rapidamente vai caminhando para trás no tempo até chegar a 1542 ano em que a narrativa propriamente dita tem início, mas não sem antes passar por 1552, aproveitando para fazer referência à rixa entre Camões e Gonçalo Borges a qual conduziria o primeiro ao encarceramento na tão famosa prisão do Tronco. Desta forma o autor consegue logo no início e em poucas páginas providenciar-nos uma ideia geral do tipo de homem que Camões foi, um boémio compulsivo que não pesava as consequências das suas acções.
Como havia referido a trama propriamente dita tem início em 1542, quando o poeta, com 18 anos, regressa a Lisboa vindo de Coimbra, cidade que abandona sem completar os estudos. Consigo traz uma carta de recomendação de seu tio, D. Bento de Camões, dirigida a D. Francisco de Noronha graças à qual se tornará o educador do seu filho, António de Noronha.
Não demora muito até os seus versos começarem a fazer furor entre a corte de D. João III, derretendo o coração de muitas mulheres e causando a inveja de muitos homens.
O seu espírito rebelde, tanto na escrita como nas acções levam-no a abandonar o país em mais do que uma ocasião. Desta forma é obrigado a aventurar-se no Norte de África, em Ceuta, local onde acabará por perder o seu olho direito. Posteriormente terá de embarcar para Goa repetindo o caminho descoberto por Vasco da Gama. Aqui escreveu grande parte dos “Lusíadas”, mas teve também tempo para irritar o seu Governador, na altura, Francisco Barreto com a “Comédia de Filodemo” e os “Disparates da Índia”, obras que o obrigarão a partir novamente. Desta vez consegue embarcar para Macau mas voltará a ser preso e despachado de volta para Goa. Foi neste regresso a Goa que ocorreu o tão famoso naufrágio no qual Camões conseguiu salvar não só a sua vida como o seu manuscrito de “Os Lusíadas”.
Devido a mais algumas peripécias acaba por ir parar a Moçambique. Sem dinheiro para regressar a Portugal vai sobrevivendo graças a expedientes. Em 1570 retorna novamente à pátria amada graças à ajuda de amigos. Após a aprovação do rei D. Sebastião e do Clero, publica em 1972 aquela que viria a ser a sua obra mais conhecida, “Os Lusíadas”.
Um dos aspectos mais bem conseguidos do livro é sem dúvida a utilização de versos do poeta ao longo da narrativa, sempre perfeitamente enquadrados na história e que contribuem para enaltecer a obra e tornar mais saborosa a sua leitura. Ao longo da narrativa somos também presenteados com alguns excertos de cartas de Camões a amigos onde aproveita para descrever pessoas e aventuras. A utilização da linguagem de Camões a partir destas cartas e dos versos ajudam a tornar o seu espírito mais presente na obra, algo com que o livro só tem a ganhar.
Em apenas 65 páginas Jorge Miguel consegue a proeza de contar de forma sucinta mas elaborada a vida de um dos maiores poetas de sempre, sem nunca cair no aborrecimento ou no sentimentalismo fácil.
Um livro aconselhado a todos os apaixonados pela obra de Camões ou por Banda Desenhada, o que devia abranger praticamente todos nós.

Este texto juntamente com uma entrevista ao autor Jorge Miguel encontram-se na edição de Agosto da "Rua de Baixo". Para verem cliquem aqui.

sábado, agosto 01, 2009

Mão Morta - Mutantes S.21

Lado 1
Lisboa (Por Entre as Sombras e o Lixo) - Já estive (mal seria também)
Amesterdão (Have Big Fun) - Já estive
Budapeste (Sempre a Rock & Rollar) - Já estive
Barcelona (Encontrei-a na Plaza Real) - Já estive
Marraquexe (Pç. das Moscas Mortas) - Parto hoje para lá

Lado 2
Berlim (Morreu a Nove) - Também já lá estive
Paris (Amour A Mort) - Idem idem aspas aspas
Istambul (Um Grito) - Quem sabe um dia
Shambalah (O Reino da Luz) - Também quero

E pronto depois desta cidade ficam só a faltar duas para conhecer este álbum totalmente.
Até daqui a uma semana.
Boas férias.

terça-feira, julho 28, 2009

Se Me Amas


Se Me Amas (Bizarra Locomotiva) - Bizarra Locomotiva

Ultimamente ando a recordar algumas canções do álbum de tributo aos 20 anos dos Xutos e Pontapés. É de salientar que existem verdadeiras pérolas neste CD.
É fantástico ver uma canção dos Xutos a ser trabalhada por determinadas bandas e assistir ao resultado final, como é o caso da versão "Mãe" pelos Mão Morta, "Esquadrão da Morte" pelos Da Weasel ou esta "Se Me Amas" pelos Bizarra Locomotiva.
Estas bandas pegaram em canções dos Xutos e tornaram-nas deles.
Voltando aos Bizarra tenho ideia que na altura em que fizeram esta música, Armando Teixeira ainda pertencia à banda. Ao vivo têm um espectáculo assombroso.

sexta-feira, julho 24, 2009

Rádios Humanos Ambulantes

Na semana passada quando entrei no metro em direcção a Santa Apolónia, deparei-me com o som altíssimo de uma música qualquer que pessoalmente não faz nada o meu género (mas mesmo que fizesse não é essa a questão).
Podia ter pensado que agora os metros tinham rádio mas pelo tipo de som e pela sua qualidade claramente não era o caso. Ora bem o som vinha de um telemóvel de um indivíduo qualquer.
Tantas e tantas pessoas ouvem música no metro com AUSCULTADORES. Achei aquilo uma palhaçada e não tivesse a viagem apenas duas paragens acho que tinha de ir lá falar com o tipo para desligar aquilo que era mesmo muito irritante.
Mais curioso é que saímos ambos em Santa Apolónia e lá andava ele pela estação de comboios sempre com um som altíssimo a emanar do telemóvel, acompanhado de duas mulheres que já agora bem podiam ir a dançar também para reforçar o ambiente videoclip.
Isto tinha morrido aqui e eu nunca me lembraria de contar esta história no blog. O problema é que quando contei isto no Porto me avisaram que lá se passa o mesmo e se está a tornar uma moda. Epá!!! Isso é que não. Agora fomentamos a poluição sonora? Não pode ser, daqui a nada nem conseguimos ler um livro descansados.
Confesso que se é pra isto achava mais engraçado os rádios ao ombro.

segunda-feira, julho 20, 2009

Lua

Hoje comemoram-se os 40 anos de chegada à Lua, teorias da conspiração à parte, pois muito boa gente questiona a veracidade das imagens com Neil Armstrong, mas isso agora não importa.
A Lua sempre foi uma enorme fonte de inspiração nas mais variadas formas de arte. Vários músicos, pintores, escritores, cineastas, fotógrafos, etc lhe prestaram enormes homenagens. Na Banda Desenhada Tintin já a tinha pisado 15 anos antes de Armstrong. Goste-se ou não há que admitir que Hergé sempre manifestou um enorme interesse pela ciência que ia explorando em "Tintin".
Para não deixar passar este dia em branco coloco aqui o clássico de David Bowie que foi usado pela BBC neste dia à 40 anos atrás.

A todos os interessados aconselho uma passagem pelo blog "Sound & Vision" onde Nuno Galopim tem dedicado o dia a este acontecimento.


terça-feira, julho 14, 2009

Transformers: Revenge of the Fallen

Michael Bay costuma ser daqueles realizadores que as pessoas ou adoram ou detestam, falando de uma forma (muito) geral. No entanto e independentemente do gosto de cada um há que lhe reconhecer mérito, afinal de contas não é qualquer pessoa que é capaz de gerar receitas de bilheteira de tal magnitude.
Pessoalmente é um realizador que me diz pouco, a maior parte da sua filmografia pouco ou nada me interessa, por isso foi com alguma surpresa que assisti ao primeiro "Transformers" que longe de ser perfeito conseguia cumprir até certo grau aquilo que eu esperava de um filme sobre este Universo.
Com o tempo venho a constatar que Bay consegue criar premissas minimamente interessantes, ou seja, a ideia é boa a sua exploração é que costuma falhar, ora veja-se o caso de "The Island" ou "Transformers" cuja introdução é bastante cativante mas aquando do seu desenvolvimento Bay perde-se em fogos de artifício deixando a forma prevalecer sobre a substância.
Ora uma vez que a introdução a esta raça alienígena já havia sido feita no primeiro capítulo em "Revenge of the Fallen" o realizador perde-se logo no início o que resulta numa sequela completamente banal.
Em "Transformers: Revenge of the Fallen" ficamos a saber que o primeiro contacto desta raça com o nosso planeta ocorreu há milhares de anos atrás por um grupo de Primes, os ascendentes de Optimus.
No presente os Autobots criaram juntamente com os humanos um grupo de operações especiais chamado NEST e que tem por objectivo caçar os restantes Decepticons que continuam na Terra. Bumblebee por seu lado continua a ser o guardião de Sam (Shia LaBeouf) que se encontra prestes a partir para a Universidade.
No final do capítulo anterior pudemos vislumbrar a retirada "corajosa" de Starscream. Pois bem ele está de volta e desta vez trás um exército consigo a fim de recuperar o seu antigo líder e de continuar a sua procura incessante por Energon, a energia necessária para a vida dos Transformers.
Com a destruição da Allspark todos pensavam que a busca por Energon estava perdida mas um inimigo do passado irá emergir em busca de um segredo que se tem mantido escondido há muito tempo.
É uma pena que com tantos Transformers interessantes como Ratchet ou Ironhide tenham optado por dar tanto tempo de antena aos irritantes Mudflap e Skids, dois gémeos que têm a mania que são gangsters.
Este era o filme que ia trazer o tão famoso Devastator, um robot gigante composto por um conjunto de transformers. No filme foi uma desilusão esperava muito mais.
Os humanos continuam a ser usados maioritariamente como comic relief veja-se o caso dos pais de Sam ou do seu companheiro de quarto, Leo (Ramon Rodriguez) ou até mesmo o regresso do alucinado Seymour Simmons (John Turturro).
Megan Fox continua o seu papel como Mikaela Banes a namorada de Sam que agora se encontra a trabalhar com o pai saído da prisão. Mikaela é uma mulher de armas e continuou a ser das coisas mais agradáveis para os meus olhos durante a visualização deste filme (é impressão minha ou aqueles lábios aumentaram?).
É sempre uma honra e alegria ouvir Peter Cullen a dar voz a Optimus Prime um dos personagens mais interessantes desta saga e que neste filme assume um enorme papel. Só é pena o filme não lhe fazer jus. Bumblebee continua bastante divertido e neste filme podemos ver também a sua alma de guerreiro.
Megatron foi outra desilusão uma vez que neste filme perde todo o seu carisma de vilão e é reduzido a um mero peão neste jogo. Jamais imaginei o temível líder dos Decepticons assim.

SPOILERS

Apesar de num estilo completamente diferente do da série animada teve piada ver Jetfire que tem a particularidade de ser um antigo Decepticon que passou para o lado dos Autobots.

E com tantas pessoas a trabalhar neste filme será que ninguém achou que colocar um Transformer a imitar um cão com cio na perna da Megan Fox não era uma boa ideia?

sábado, julho 11, 2009

Depeche Mode Cancelam

Hoje era definitivamente o dia D em termos de concertos. Depeche Mode no Porto e Dave Matthews Band em Lisboa.
Eu optei pelos primeiros e após uma viagem atribulada cá estou pela Invicta sabendo que novamente não os irei ver. Novamente porque esta é a segunda vez que tento ir ver esta banda e eles cancelam. Desta vez a razão dada foi uma lesão na perna do vocalista.
Penso que o "Super Bock Super Rock" irá sofrer muito nas receitas, foi o problema de este ano se concentrar apenas numa banda "Depeche Mode" no Porto e "The Killers" em Lisboa. Este é o ano em que o "Super Bock" menos se assemelhava a um festival e se é verdade que as bandas mencionadas chegam para vender bilhetes também é verdade que se uma delas cancela é um enorme tiro no pé.
A substituir estão os "Xutos e Pontapés" e os "The Gift". À última da hora não é nada fácil arranjar substitutos e actuar em vez dos Depeche Mode também não é tarefa fácil, por isso há que dar mérito a estas duas bandas.
Quanto a mim optei por não ir e pedir o dinheiro de volta afinal estamos a falar de 40€.

Hoje pensávamos que íamos ver Depeche Mode ao vivo mas afinal estávamos:

Michael Jackson - O Filme

O título é enganoso pois não há nada confirmado, queria apenas mencionar que nos tempos de hoje acredito que não demore muito até alguém conseguir realizar um biopic sobre a vida deste artista. E atenção ao actor escolhido que isto é material para óscar já se sabe.
O título já estou mesmo a ver qual seria: "Moonwalker".

sexta-feira, julho 03, 2009

Hugo Teixeira na edição de Julho da Rua de Baixo

Natural de Amarante e nascido em 1980, Hugo Teixeira é artista plástico e autor de Banda Desenhada. É conhecido maioritariamente por ter sido o primeiro autor a lançar um livro de manga em Portugal, juntamente com a editora “pedranocharco”. O livro em questão é “Bang Bang” um western pós-apocalíptico bem ao género cyberpunk, cujo 2º volume foi editado no passado Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (FIBDA).

Já tinha aqui falado do seu trabalho aquando da sua exposição de aguarelas intitulada "Aquasounds". Agora aproveitando a sua recente exposição no Festival internacional de BD de Beja (FIBDB) a RDB foi à sua procura.

Para quem estiver interessado em ler a entrevista é só clicar na imagem. Um especial destaque para as fotos da autoria de Marisa Cardozo.

quinta-feira, julho 02, 2009


Graham: A liar is the second lowest form of human being.
Ann: What's the first?
Graham: Lawyers.

James Spader em "Sex, Lies and Videotape"


Alan Shore: Let me tell you two things about myself. I too am a lawyer, I can be painfully vindictive, and I do not play fair.
Lester Tremont: That's three things.
Alan Shore: See? Not playing fair already. And I'm just getting started.

James Spader em "Boston Legal"