quarta-feira, outubro 22, 2008

E o vencedor da Sondagem foi: The Penguin

Em português, o Pinguim, foi o grande vencedor da última sondagem do blog, referente à questão: "Qual deveria ser o vilão no próximo filme do Batman?".
Apesar de ter vencido com 27% dos votos esteve muito próximo do Ridller (25%) e da Catwoman (24%).














A escolhas estão longe de ser surpreendentes, sempre acreditei que os três vilões com mais pontos seriam estes três. No entanto pensava que a Catwoman estaria à frente.
São vilões de peso e qualquer um será de certeza uma boa aposta para o novo capítulo de "The Dark Knight" principalmente se os rumores de Phillip Seymor Hoffman e Johnny Depp, como Pinguim e Ridller respectivamente, se confirmarem.
No entanto não deixo de pensar que são as escolhas óbvias e por um lado gostava de ver um vilão mais arriscado a ser escolhido. Um Clayface seria sem dúvida um enorme desafio, mas tenho uma preferência pela Poison Ivy.
Resta-nos agora esperar para ver o que Nolan e companhia vão decidir. Com um leque de vilões como estes é garantido que qualquer que seja a escolha estaremos sempre bem servidos, ou assim o espero.
Obrigado a todos pela participação.

terça-feira, outubro 21, 2008

quinta-feira, outubro 16, 2008

Blacksad: Algures Entre As Sombras

Blacksad foi criado pelo escritor Juan Díaz Canales e pelo artista Juanjo Guarnido. Apesar de os autores serem espanhóis o seu mercado alvo de Banda Desenhada era o Fraco-Belga e por isso todos os livros foram originalmente publicados em Francês.
Existem até à data três livros de Blacksad sendo o primeiro este "Algures Entre As Sombras" editado pela primeira vez pela editora Dargaud no ano 2000 em França e mais tarde em 2002 em Portugal pela editora Asa que recentemente voltou a lançar este e o segundo volume em parceria com o jornal Público.
A primeira coisa que salta à vista nesta obra é a de que os autores decidiram utilizar como personagens, para contar esta história, animais antropomórficos. Uma decisão que teve consequências deveras interessantes pois permitiu-lhes usar a natureza inerente de cada espécie animal ao definir a personalidade dos personagens e o resultado é fantástico.
Sendo assim temos canídeos a representar grande parte da força policial, animais de grande porte a interpretarem pugilistas ou guarda costas como é o caso do gorila, do rinoceronte e do urso, um rato que simboliza a traição e obviamente o detective solitário e herói desta história, o gato que dá pelo nome de John Blacksad. Mas isto são apenas alguns exemplos há vários pormenores a serem apreciados ao longo de todo o livro.
A história desenrola-se no final dos anos 50 e tem início com o assassinato de uma bela actriz de Cinema, Nathalia Willford. Blacksad torna-se o detective responsável por desvendar este mistério. Porém dizer que a morte de Nathalia é apenas mais um caso é um erro crasso, pois Blacksad e ela foram, algures no tempo, amantes.
Envolvendo-se pessoalmente na investigação, Blacksad vai subindo cada vez mais na "cadeia alimentar" há medida que vai descobrindo novas pistas. O problema é que no topo desta cadeia encontra-se alguém muito poderoso e que usará todos os meios que tem disponíveis para encerrar esta investigação. Resta-nos agora saber se quando chegar a derradeira hora Blacksad saberá tomar a decisão certa.
O ambiente de "policial noir" criado por Juanjo Guarnido em todo livro é simplesmente brilhante. O retrato sujo e corrupto da cidade é perfeito e os animais estão todos representados com uma enorme humanidade e com tudo o que isso traz de bom e de mau.
Infelizmente o argumento de Juan Díaz Canales não consegue atingir o mesmo nível de perfeição obtido pela arte. E com isto não pretendo dizer que a história de "Blacksad" é má, antes pelo contrário, apenas saliento que o desenrolar deste mistério fica um pouco aquém das expectativas, o que poderá ter ocorrido devido ao pouco tempo (ou número de páginas) que Canales teve para explorar a história em questão.
Mas devemos olhar para "Blacksad" como uma série de aventuras onde "Algures Entre As Sombras" serve perfeitamente como uma bela introdução ao personagem, apresentando-nos o seu mundo, quem ele é e aquilo de que é capaz.
Com isto tudo quero dizer que aconselho vivamente a leitura de "Blacksad" e garanto-vos que a partir daqui o mundo deste detective só tende a melhorar. Claro que se não concordarem não reembolso o dinheiro a ninguém.

quarta-feira, outubro 15, 2008

The Incredible Hulk - Cena Cortada

Na altura em que falei do filem "The Incredible Hulk" mencionei que várias cenas dos filmes foram cortadas e que provavelmente iriam ser disponíveis no dvd.
Enquanto isso não acontece deixo aqui um vídeo que encontrei no Cineblog onde uma dessas cenas é revelada, ou seja, o início original do filme, aquele em que Banner se tenta suicidar e falhar.



Uma das surpresas deste vídeo (com muita fraca qualidade de facto) é que dá para ter um vislumbre do Capitão América enterrado no gelo, ora espreitem aqui nesta imagem que retirei do site FilmSchoolRejects.

quinta-feira, outubro 09, 2008

19º FIBDA, 2008

O 19º Festival internacional de Banda Desenhada da Amadora (FIBDA) está quase aí a bater à porta, tendo já início no próximo dia 24 de Outubro e terminando no dia 9 de Novembro.
Este ano o festival tem como tema a "Tecnologia e Ficção Científica" que quanto a mim consiste em uma excelente escolha. Por isso contem com exposições sobre Flash Gordon, Valérian e muitos mais.
Como autores convidados vão estar presentes Dave Mckean (The Sandman, Signal To Noise, Cages) que pela terceira vez este ano regressa a Portugal, Pat Mills (Judje Dredd, Requiem: Le Chevalier Vampire), Tara McPherson (Fables: 1001 Nights of Snowfall), Maurício de Sousa (Turma da Mónica) entre outros.
Cliquem na imagem para aceder à página oficial, mas uma vez que a esta ainda não contém toda a informação sobre o festival, cliquem aqui para obter o programa na sua íntegra.

segunda-feira, outubro 06, 2008

Depeche Mode em Portugal!

Lembram-se que no final do "Optimus Alive" mencionaram que para o próximo ano já tinham confirmado um grande nome da música e que começava por D.?
Pois bem queria só dizer que esse misterioso D. não são os Depeche Mode, uma vez que a banda está confirmada para vir actuar dia 11 de Julho no Porto inseridos no festival "Super Bock Super Rock".
São óptimas notícias, não só porque os excelentes Depeche Mode vêm cá mas porque cada vez mais acredito que o misterioso D. é o Mr. Bowie!. Só espero que os festivais não calhem no mesmo dia.
Segundo o Blitz este concerto fará parte da digressão do seu novo álbum (que ainda está para sair).

domingo, outubro 05, 2008

Skins - Season I & II


Standing In The Way Of Control - The Gossip

Estreada em 2007 "Skins" é uma série que visa contar as aventuras de jovens adolescentes e dos seus problemas na escola, em casa e entre eles.
Há semelhança de outras séries juvenis, e porque nem todos podem ficar na escola eternamente, a ideia é a de o elenco se ir renovando de duas em duas temporadas. Este texto é precisamente sobre a primeira geração de "Skins" cujas histórias se desenrolam em Bristol, Inglaterra.
Cada episódio desta série tem como título o nome de um personagem da série (ocasionalmente dois). Esse episódio em questão será maioritariamente sobre essa personagem o que constitui uma forma bastante interessante de ir conhecendo todo o grupo há medida que a trama principal se vai desenrolando.
São nove os amigos em questão e cada um acrescenta algo a este grupo.
Tony (Nicholas Hoult) é o rapaz popular que tem o mundo a seus pés, é inteligente, bonito e um verdadeiro sucesso entre as mulheres. Namora com Michelle (April Pearson) mas nada o prende de se ir divertindo ao longo do caminho. É um manipulador nato, gosta de brincar com a vida dos outros para quebrar a monotonia e simplesmente ver o que pode acontecer. Partilha uma amizade mais especial com Sid (Mike Bailey).
Sid é aquele rapaz trapalhão que quer ser como Tony mas não é. Ainda é virgem e não tem grande sucesso nem com as mulheres nem com a escola. É um grande amigo e fará tudo por Tony mesmo que por vezes isso o prejudique. É o eterno apaixonado pela namorada do seu melhor amigo, mas isso poderá mudar quando começar a conhecer Cassie (Hannah Murray).
Cassie é uma rapariga instável que tem problemas de alimentação (anorexia, bulimia?). É muito sensível e por vezes sente que o mundo é demasiado cruel tentando escapar dele das formas que consegue. Apaixona-se por Sid mesmo sabendo que o coração deste está preso a Michelle.
Michelle juntamente com Tony e Sid são o trio amoroso do grupo. Ela ama perdidamente o seu namorado mas sente que quem a ama da maneira correcta é Sid e não Tony que muito provavelmente a trai e usa.
Anwar (Dev Patel) é um rapaz Muçulmano, e o membro do grupo que vem de uma cultura diferente. É o melhor amigo de Maxxie (Mitch Hewer) e tal como muitos jovens da sua idade a sua maior preocupação na vida é a de tentar arranjar miúdas para ter sexo.
Maxxie é a estrela do grupo, um dançarino soberbo que sonha fazer disso uma carreira. É o único membro do grupo gay. É muito seguro de si próprio e daquilo que quer. A sua orientação sexual nunca foi um problema pois para ele as pessoas que não o respeitam simplesmente não interessam. Porém quando o seu melhor amigo começa a criar problemas com isso porque a sua religião não aceita homosexuais então pela primeira vez vi Maxxie verdadeiramente magoado.
Chris (Joseph Dempsie) é uma força da natureza, provavelmente o amigo que mais drogas consome e que vive a vida como se todos os dias fosse uma festa. No entanto nem tudo é tão simples como parece, com um irmão morto e um pai que o abandonou a vida familiar de Chris está longe de ser tolerável quando mais normal. Nutre uma enorme paixão por uma das suas professoras, Angie (Siwan Morris).
Jal (Larissa Wilson) é a boa rapariga, uma aluna exemplar, toca maravilhosamente clarinete e é sem dúvida o membro mais responsável do grupo o que muitas vezes lhe custa algumas provocações por parte do mesmo. É a filha que todos os pais querem ter, mas até ela tem dificuldades em manter uma relação saudável com o seu pai, um antigo artista musical famoso.
Por fim ainda temos Effy (Kaya Scodelario) a irmã mais nova de Tony. Não pertencendo à mesma faixa etária do grupo e estando noutra escola faz com que não apareça tanto, mas sempre que surge mostra-nos que há semelhança do seu irmão é muito esperta e manipuladora. Tudo indica que ela continuará na próxima temporada.
Na segunda temporada é acrescentada ainda outra personagem, Sketch (Aimee-Ffion Edwards). Esta rapariga torna-se obcecada por Maxxie e fará de tudo para eles ficarem juntos. Sketch até sabe que Maxxie é gay e para lhe agradar anda sempre com as suas mamas apertadas para o seu corpo se assemelhar mais ao de um rapaz.
"Skins" pode ser uma série juvenil mas os seus dramas são bem maduros e divertidos. Com esta série não faltarão grandes momentos no espírito de "Sexo, Drogas e Música Alternativa".
E por falar em música, tenho a dizer que a banda sonora desta série é um dos seus melhores atributos. Foi a série que logo no início me fez vibrar com "Standing in the way of control" dos Gossip e que terminou de uma forma magnífica ao som de "Time to Pretend" dos MGMT. Pelo meio há espaço para Radiohead, Tricky, Sigur Rós, Depeche Mode, Bloc Party, Yeah Yeah Yeahs, The Hives e até (soam tambores) Buraka Som Sistema!!!! Entre muitos outros.
Numa alusão aos "Morangos com Açucar" Nuno Markl apelidou esta série de "Morangos com Tomates" e penso que este título fala por si.
Pessoalmente nunca pensei que "Skins" me fosse marcar de uma forma tão grande, deixando aquele sentimento de "vazio" após os episódios terem terminado. O episódio final da primeira temporada por exemplo é um dos melhores momentos de televisão que vi nestes últimos tempos e sobre isso apenas revelarei duas palavras: "Cat Stevens". A segunda temporada é igualmente muito boa, apenas mais triste e cruel, com um daqueles finais simplesmente fantásticos.
Os seus criadores vão ter uma tarefa árdua ao substituir este grupo, pois vai custar ver outras caras nos seus lugares.


Trailer

sexta-feira, outubro 03, 2008

Prémios Dardos


Um muito obrigado ao Red Dust e ao Fifeco por me terem indicado para este prémio cujo objectivo é o de: "reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, o seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstrem a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras...".
No seguimento deste prémio devo agora escolher 15 blogs que respeitem a premissa acima descrita.
Então sem mais demoras aqui ficam os blogs que costumo visitar. Alguns deixei de parte porque ultimamente encontram-se ou em pausa ou adormecidos e outros infelizmente já fecharam as portas.

1 Lugar ao Sol
Amorita
Ante-Cinema
Área Negativa
Breath Away
Cinefolia
Cinema is my Life
Cinema Notebook
Grandes Planos
Já Cheiro o Samádhi
Leituras de BD
Os Filmes
Scotch Gin and Soda
Shadowplay
The Blogfather

Com esta lista reparei que tenho mesmo de actualizar os meus links.

quinta-feira, outubro 02, 2008

Série de TV sobre o Robin???

Andava eu a visitar o TV dependente quando me deparo com esta notícia.
Aparentemente uma série sobre a vida de Dick Grayson, antes de este se tornar o super herói Robin, está a ser preparada por Kelly Souders e Brian Peterson (produtores de "Smallville") e por McG (produtor executivo de "Supernatural").
Não é preciso ver o nome destes produtores para nos lembrarmos de "Smallville" a série que pretendia contar a vida do jovem Clark Kent antes de este se ter tornado no ícone mundial que é o Super Homem. Basicamente esta seguirá a mesma ideia.
Não sei se é por eu não gostar de "Supernatural" ou porque "Smallville" apesar de ter a Kristen Kreuk não ser uma grande série ou porque simplesmente acho o Robin uma criatura que nunca devia ter existido, mas a verdade é que esta ideia não me convence em nada.
No entanto se Marv Wolfman e George Pérez já foram capazes de dar estilo ao Robin quando criaram Nightwing e se o Jim Lee já conseguiu desenhar um fato de Robin bem bom (em Hush o fato do falecido Jason Todd) então tudo é possível. Mas sinceramente acho que isto vai falhar redondamente.

quarta-feira, outubro 01, 2008

As 7 Canções

O Queiroz desafiou-me para escolher 7 canções e desafiar 7 pessoas a fazerem o mesmo.
Ora escolher as minhas 7 canções preferidas não é só uma tarefa Hercúlea como impossível.
Mas como gosto de partilhar músicas e porque se fosse assim tão rigoroso nunca fazia tops que tanto gosto, decidi escolher 7 canções que são muito especiais para mim. Podiam ser outras, mas escolhi neste momento estas.
Outra coisa que achei curiosa foi a escolha do número 7 que simboliza a perfeição. (Se bem que tenho ideia que o 3 também).
Sem mais demoras e sem uma ordem em particular aqui ficam as minhas escolhas.


Sigur Rós - Viðrar vel til loftárása



A canção que me fez apaixonar por esta banda. Não que as outras não sejam igualmente boas, mas apenas porque foi a primeira que ouvi deles.


Radiohead - Paranoid Android

Paranoid Android - Radiohead

Os Radiohead são presença obrigatória nesta lista, afinal são uma das bandas da minha vida. Escolher uma das suas muitas canções não é fácil. Escolho "Paranoid Android" porque simboliza o quanto este á uma banda que gosta de explorar na música e porque "OK Computer" só é um dos melhores álbuns que pisou a face da Terra.


Queen - Bohemian Rhapsody

Bohemian Rhapsody - Queen

A minha canção predilecto dos "Queen". É muitas vezes considerada a melhor canção de sempre e percebe-se porquê. Toda a sua construção aliada à guitarra da May e à voz de Mercury fazem de "Bohemian Rhapsody" uma canção monstruosa.


Bob Dylan - Like A Rolling Stone
Like a Rolling Stone - Bob Dylan

Bob Dylan não é de certeza o melhor cantor do mundo nem o melhor guitarrista. é acima de tudo um poeta musical que marcou uma geração.
As suas músicas são de uma enorme qualidade e por isso não é de admirar que por várias vezes outras bandas as toquem.
A escolher uma canção deste artista escolho "Like A Rolling Stone" porque já ouvi várias das suas canções serem maravilhosamente interpretadas por outros, como é o caso dos Calexico ou dos Dave Matthews Band entre muitos outros, mas em relação a esta em particular (desculpem Rolling Stones) quem me tira a versão de Dylan tira-me tudo.


David Bowie - A Small Plot Of Land



David Bowie é um talento multifacetado na música.
Não é à toa que tem a alcunha do "Camaleão da música", pois com o passar do tempo Bowie muda de cor e fá-lo sempre (ou quase) com uma qualidade acima da média.
É um mestre e jamias faria um top destes que não incluísse uma canção sua. Podiam estar aqui muitas hoje está esta.


Tom Waits - Tom Traubert's Blues (Four Sheets to the Wind in Copenhagen)



Uma das canções mais maravilhosas que ouvi na vida.
É simplesmente arrepiante e a voz de Waits dá-lhe uma dimensão completamente distinta, pois já a ouvi pela voz de outros (Rod Stewart) e acreditem não é o mesmo.


Tool - Eulogy



Dizem que não há amor como o primeiro. Neste caso não será o caso pois acho Eulogy uma canção tão genial como muitas outras dos Tool.
Mas sendo obrigado a escolher uma e não estando a conseguir decidi optar pela primeira música que ouvi deles que continua a ser uma das minhas favoritas (juntamente com outras 20).
A canção é do álbum "Aenima" o meu álbum predilecto.

Passo este desafio a estes 7 magníficos:

- Cube
- Maria del Sol
- Menphis
- Gonçalo (para o Shadowplay)
- Amorita
- The Tripper
- Já Cheiro o Sámadhi

terça-feira, setembro 30, 2008

The Curious Case of Benjamin Button - Trailer 2

O último filme de David Fincher já tem um novo trailer.
Neste temos uma maior noção de como a história se irá desenrolar e de como será o amor entre duas pessoas que envelhecem ao contrário uma da outra e que a certa altura no tempo se encontrarão na mesma idade física.
Fincher e Pitt já demonstraram por duas vezes que sempre que trabalham juntos são uma força imparável, esperemos que o mesmo aconteça em "The Curious Case of Benjamin Button". Para já a curiosidade é muita e além dos mencionados este filme conta ainda com a grande Cate Blanchett.
Cliquem na imagem para ver o trailer.

segunda-feira, setembro 29, 2008

Time To Pretend

Agora que ando a ouvir "MGMT" questiono-me sobre quem terá tido a brilhante ideia de os ter colocado a tocar ao mesmo tempo que os "The National" no "Optimus Alive"?
Resta-me então dizer que ainda bem que optei por não os ouvir na altura, não que a escolha fosse diferente mas assim não custou tanto.
Time To Pretend - MGMT

sábado, setembro 27, 2008

quinta-feira, setembro 25, 2008

Momento SNL

Uma vez que isto tem andado um bocado parado e infelizmente continuará assim durante os tempos mais próximos decidi animar as coisas com dois vídeos do "Saturday Night Live".

O primeiro é sobre a Natalie Portman para mostrar que eu gosto muito desta senhora :)



...e o segundo é uma paródia a uma cena da série OC (a cena original pode ser vista aqui).
Depois deste vídeo muitos outros começaram a copiar a ideia para o "Matrix", "Star Wars" e muitos outros filmes. Mas não aconselho muito as suas visualizações porque basicamente é a repetição da mesma ideia e pior depois a música não vos vai sair da cabeça!!!

segunda-feira, setembro 22, 2008

Desafio: As 10+

Aceitei o desafio do Red Dust e do Fifeco para escolher as 10 actrizes da actualidade que mais gosto.
Pelo que percebi podem entrar aqui vários factores nomeadamente não só a forma de representação mas também a beleza, o empenho ou a sensualidade e tentando ser equilibrado em todos os parâmetros aqui deixo a minha lista
.


10 - Michelle Pfeiffer



9 - Rachel Weisz


8 - Emily Watson




7 - Scarlett Johansson


6 - Monica Bellucci


5 - Angelina Jolie


4 - Juliette Binoche


3- Cate Blanchett



2 - Kate Winslet



1 - Jennifer Connelly


Passo o desafio a:

Carla (Já Cheiro o Sámadhi) (apesar de já saber que o Ewan Mcgregor vai estar em primeiro)
Anita (Amorita)
Gonçalo Trindade (Cinefolia)
DC (The Void)
Ricardo (Breath Away)
Queiroz (Escritos Malditos)

sábado, setembro 20, 2008

Múrmurio das Profundezas em Almada

O livro de Banda Desenhada "Múrmurios das Profundezas" que já aqui tinha falado na altura em que ocorreu o Festival de Banda Desenhada de Beja vai ter direito a uma sessão de apresentação hoje em Almada.
Como podem ver no cartaz vai haver uma sessão de autógrafos, uma feira de BD, desenho ao vivo entre outras coisas. Aproveito também para salientar que os últimos exemplares serão vendidos aqui.
A todos os amantes de BD ou aqueles que querem descobrir mais um pouco deste mundo fica aqui a sugestão eu estarei por lá.
O evento vai ter início às 22h no bar "Fim de Página" que fica na Praça da Liberdade, Fórum Municipal Romeu Correia 2800-648 Almada.

quarta-feira, setembro 17, 2008

Fanzine dedicado ao Albatroz

A editora Qual Albatroz encontra-se a planear um Fanzine dedicado ao Albatroz a ser publicado no início do próximo ano.

Trata-se de um projecto sem fins lucrativos cujo objectivo é o de ajudar o projecto "Save The Albatross" (todas as receitas irão para esta associação) e o de promover novos escritores e ilustradores.

A editora lança então este desafio a todos os interessados, pedindo também que divulguem esta ideia para chegar a um maior número de pessoas.

Cliquem na imagem para aceder ao regulamento.

sexta-feira, setembro 12, 2008

O Regresso dos Grandes

Tanto Mickey Rourke como Robert Donwey Jr. cedo mostraram o seu enorme talento para a sétima arte.
Infelizmente devido a problemas pessoais ambos tiveram alguns precalços na sua carreira e estiveram ausentes dos grandes papéis durante um certo período de tempo. As boas notícias é que estes dois grandes talentos estão de volta e aparentam continuar em grande.

Começando por Mickey Rourke ele já tem participado em vários filmes conhecidos, mas o de maior destaque no seu regresso deve ter sido "Sin City" quando ele deu vida a Marv no que foi quanto a mim uma das melhores interpretações de um personagem de BD.
Actuamente tem recebido enormes elogios por "The Wrestler" o novo filme de Darren Aronofsky que foi o grande vencedor do Leão de Ouro no festival de Veneza.
Pelo que tenho lido Rourke tem em "The Wrestler" uma das grandes interpretações da sua vida.

Quanto a Robert Downey Jr. nestes útlimos anos tem felizmente voltado a aparecer e com alguns excelentes e muito divertidos papeis como é o caso em "Kiss Kiss bang Bang", "Zodiac" e outros. Em 2008 teve o que aparenta ser mais um excelente ano, começando com "Iron Man" um dos grandes filmes deste Verão, "Tropic Thunder" e em Novembro regressará em "The Soloist" o novo projecto de Joe Wright.
Wright tem recebido vários elogios pelo seu trabalho em "Pride & Prejudice" e em "Atonement". Infelizmente ainda não tive oportunidade de os ver, apesar de a curiosidade ser muita, principalmente com "Atonement".
"The Soloist" aparenta ser mais uma bela e sólida obra que conta também com Jamie Foxx que para já aparenta ter neste filme um dos seus grandes papéis.
Cliquem aqui para ver o trailer deste filme.

quarta-feira, setembro 10, 2008

I Killed Adolf Hitler

Imaginem um "mundo" onde o homicídio é uma profissão tão legal e comum como outra qualquer.
Se neste "mundo" é possível ser-se um assassino tal e qual como se pode ser um médico ou um jornalista é de calcular que a actividade de matar outros se torne eventualmente em algo banal.
Pois é exactamente neste "mundo" que a acção de "I Killed Adolf Hitler" se desenrola.
O personagem principal desta história é precisamente um assassino. Como disse anteriormente a sua profissão tornou-se tão habitual que os seus trabalhos variam entre matar esposas traidoras, patrões e vizinhos que fazem simplesmente demasiado barulho.
Se estivermos num bar e subitamente alguém ao nosso lado for morto, independentemente de termos medo ou não, tal acção não nos atinge como sendo surpreendente é apenas mais um dia neste "mundo" caótico. O problema é se algum dia essa pessoa no café formos nós?
Após esta introdução, imaginem agora que são o assassino desta história e que certo dia um cientista entra pela vossa porta e requisita os vossos serviços para matar nada mais nada menos do que Adolf Hitler. Vocês fariam-no?
É sem dúvida um assunto que levanta enormes questões de moral, no entanto não demonstrando qualquer tipo de sentimento e com toda a calma e profissionalismo possível o protagonista desta história simplesmente aceita o trabalho.
Uma vez que nos encontramos no presente, a ideia do cientista é a de que o assassino utilize a sua máquina do tempo para viajar até ao passado e matar Hitler, eliminando assim a existência do holocausto. O único problema da sua máquina é que demora 50 anos a carregar, ou seja, o assassino só terá uma oportunidade.
Como seria de esperar até porque se não o fosse a história seria demasiado curta. A tentativa de assassinato de Hitler falha redondamente e este ao entrar na máquina do tempo para averiguar do que se trata regressa acidentalmente ao presente.
Agora com um Hitler solto na Berlim dos dias de hoje e com uma máquina do tempo que necessita de 50 anos para voltar a funcionar, quem conseguirá finalmente matar Adolf Hitler?
Por fim imaginem esta história desenhada num estilo cartoon, utilizando animais antropomórficos no lugar de pessoas e terão uma história divertidíssima e cheia de reviravoltas cuja cena final não sendo surpreendente é deveras curiosa, nem que seja de um ponto de vista espácio-temporal.
Este livro é da autoria do cartoonista Noruêgues John Arne Sæterøy mais conhecido neste meio por Jason. Este foi o seu primeiro trabalho que li mas aparentemente o seu uso de animais antropomórficos para contar estas histórias já se tornou bem conhecido e característico.
Antes de terminar gostava de salientar que "I Killed Adolf Hitler" foi o vencedor do prémio Eisner para a melhor edição Americana de material internacional em 2008.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Milk -Trailer

O novo de Gus Van Sant já tem trailer e pelo seu aspecto parece ser mais um projecto vencedor deste excelente realizador.
O elenco é também ele de luxo. O papel principal está a cargo do fantástico Sean Penn que na arte da representação simplesmente não falha. Como secundários temos o veterano Josh Brolin, James Franco, Diego Luna e a estrela em ascensão Emile Hirsh.
Fez-me recordar que ainda não vi o seu "Paranoid Park" que foi considerado por muitos uns dos melhores filmes de 2007.
Cliquem na imagem para ver o trailer.

quarta-feira, setembro 03, 2008

WALL·E

“Vem aí o E.T. versão século XXI” anuncia o jornal Expresso e anuncia muito bem, afinal de contas as semelhanças entre o personagem de StEVEn Spielberg e WALL•E são claramente notórias onde um terá sido garantidamente fonte de inspiração do outro.
E há semelhança de E.T. em 1982, WALL•E conquistou o coração de muitos nós, garantindo já um lugar na memória do Cinema.
Existem sequências inicias num filme que nos marcam para sempre. Dentro da animação temos por exemplo o caso do “Rei Leão”. Aquele pôr-do-sol e reunião dos animais são simplesmente majestosos. WALL•E apesar de num tom mais apocalíptico possui também uma daquelas aberturas que para sempre permanecerão nas nossas mentes. Há medida que nos vamos aproximando do planeta Terra, começamos a conseguir observar a existência de vários arranha-céus, até que nos apercebemos que no fundo não são edifícios o que observamos mas sim colunas gigantes de lixo. Aterrador e magnífico ao mesmo tempo, tudo isto é WALL•E.
O filme desenrola-se num futuro onde os habitantes da Terra há já muito abandonaram o seu planeta que se encontra completamente atolado em lixo. Salvo a excepção de um robot WALL•E e de uma barata (sem dúvida os derradeiros sobreviventes) não existem aparentemente mais habitantes no planeta. Os robots WALL•E foram criados para compactar e armazenar o lixo produzido pelos Humanos. Actualmente apenas um desses robots ainda se encontra activo e a cumprir o trabalho para o qual foi criado, mas este pequeno amigo tem qualquer coisa de diferente, qualquer coisa de humano.
Há medida que o nosso amigo vai recolhendo o lixo vai também guardando alguns objectos que lá encontra e considera interessantes. Ao fim do dia quando se desloca até sua casa, vemos que possui uma vasta colecção dos mais variados artigos e que adora musicais. Apesar de agora ter um novo amigo (a barata) toda a sua vida continua a ser muito solitária e WALL•E sonha com o dia em que poderá pegar na mão de alguém tal e qual como viu no filme “Hello, Dolly!”.
No entanto o destino tem algumas surpresas reservadas para a vida deste pequeno robot que nunca mais será a mesma. O primeiro factor de mudança na sua rotina ocorre quando este descobre que existe novamente vida no planeta ao encontrar dentro de um frigorífico uma planta. O segundo grande acontecimento é a chegada de EVE um robot super avançado que foi deixado na Terra para procurar a existência de vida.
WALL•E apaixona-se assim por EVE e faz de tudo para se aproximar dela na busca infinita por aquele cruzar de mãos, aquele toque metálico que embora frio por fora nos aquece a todos.
Quando EVE descobre a planta armazena-a dentro de si e aguarda em modo “Stand-by” até que a venham recolher. Nesse período WALL•E cuida e está sempre a seu lado, um eterno apaixonado à espera que a sua “bela adormecida” desperte. Quando a Nave Mãe regressa à Terra e leva consigo EVE, WALL•E larga tudo e parte nessa viagem para ir atrás dela, mal sabendo que não estava a caminhas apenas para uma aventura de amor, mas também para uma aventura que poderá salvar o seu Planeta.
Uma vez que EVE é um robot não só feminino como muito mais avançado que WALL•E, Andrew Stanton foi procurar inspiração aos computadores da APPLE, na sua opinião os mais bonitos. A ideia de escolher formas redondas e curvilíneas para a construção de EVE e rectangulares para a construção de WALL•E a fim de tornar um robot mais feminino e outro masculino, apesar de me parecer normal, não deixou de ser curiosa. Stanton tirou a ideia de um concerto de Peter Gabriel onde este sempre que cantava uma música de teor mais feminino subia para cima de um círculo e quando tocava uma canção de teor mais masculino subia para cima de um quadrado.
Coincidência ou não, porque Stanton já queria trabalhar com ele há muito, Peter Gabriel participa na banda sonora do filme com mais uma grande canção.
Um filme que de certo agradará tanto a miúdos como a graúdos, que acima de tudo fala de amor, mas que também vem com o bónus de nos fazer sair do cinema além de apaixonados com uma bela lição ambiental.

Cini Minis - Edição Especial "The Dark Knight" Parte 2

O Menphis perguntou-me se a edição especial dos Cini Minis trazia alguma oferta e eu na altura disse que não. Hoje descobri em casa que estava enganado, afinal oferecem um Carro do Batman que serve de tigela para comer os cereais.
Citando o Celtic "Que marketing tão massivo!".

terça-feira, setembro 02, 2008

MOTELx 2008

Começa amanha mais uma edição do "Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa", o MOTELx.
Mais uma vez a edição vai decorrer nos cinemas São Jorge entre 3 a 7 de Setembro.
O ano passado ainda consegui passar por lá para ver "El Espinazo del Diablo" e não só adorei o filme como adorei a decoração do São jorge.
Este ano vai ser mais complicado mas espero ter a oportunidade de pelo menos dar lá um salto.
A todos os interessados cliquem na imagem para aceder ao site oficial.

Hellboy II: The Golden Army

Como para mim a filmografia de Guillermo Del Toro tem sido uma descoberta recente, aproveitei para a ir partilhando aqui no blog há medida que via os seus filmes. Fiquei, como disse na altura, fascinado com o mundo fantasioso e sonhador que descobri em “El Laberinto del Fauno” e em “El Espinazo del Diablo”.
Na altura como apenas conhecia “Blade II” e baseando-me neste último tracei uma linha no cinema de Del Toro, colocando de um lado filmes como “Blade II” e “Hellboy”, obras mais Hoolywoodescas e do outro os dois mencionados acima, mais intimistas e mágicos. Sem dúvida estes últimos eram os que mais vontade tinha de conhecer.
Não que não tivesse gostado de “Blade II”, mas tal como “Hellboy” são adaptações do mundo de outros e naquele momento eu estava mesmo era interessado no seu “mundo”.
Um pensamento destes vem também do facto de na altura nunca ter lido a obra mais popular de Mike Mignola. Após ter lido uma BD e visto o primeiro filme percebo que “Hellboy” tem tudo para triunfar nas mãos de Del Toro, que é fã assumido do livro. Após a leitura acredito até que ao longo dos anos Mignola possa ter sido uma grande influência na criação de algumas das atmosferas nos filmes de Del Toro.
O primeiro filme sobre este diabo vermelho constitui uma adaptação da graphic novel “Hellboy: Seed of Destruction”, ou seja, este primeiro filme consistia na adaptação do mundo de Mike Mignola ao cinema pelas mãos de Del Toro, o homem ideal para trabalhar este herói.
Até aqui nada de estranho. Pois bem é aqui que entra “Hellboy II: The Golden Army”. Esta sequela não se trata da adaptação de nenhuma BD mas é antes uma história escrita tanto por Mignola como por Del Toro e que resulta numa mistura dos seus dois mundos.
Agora as personagens criadas por Mignola terão de deixar de parte os típicos vilões nazis para entrar no mundo de fantasia de Guillermo Del Toro e enfrentar as suas criaturas mágicas numa espécie de “Hellboy visita o Labirinto de Fauno” e o resultado é, além de visualmente fantástico, mesmo muito divertido.
Para quem não sabe Hellboy é um ser proveniente de outra dimensão. No ano de 1944 quando Grigori Rasputin (aliado aos Nazis) conseguiu abrir um portal entre dois mundos e antes que os aliados o conseguissem fechar, uma criatura vermelha ainda bebé conseguiu passar. Em vez de vir a ser destruído este pequeno demónio acabou por ser adoptado pelo exército dos U.S.A. e por toda a equipa da B.R.P.D. (Bureau for Paranormal Research and Defense) mais especificamente pelo professor Trevor 'Broom' Bruttenholm (John Hurt). Como já perceberam este bebé é Hellboy.
Uma das grandes temáticas na BD de Mignola e com a qual somos novamente confrontados neste filme nem que seja por um muito breve momento, consiste no facto de Hellboy ser na verdade o Anticristo (apesar de tal palavra nunca ser mencionada nos filmes), o filho do Anjo caído cujo destino é o de destruir a Terra. Até agora Hellboy tem provado ser um digno defensor da mesma, mas até quando? Se o meio é de facto fundamental no desenvolvimento da personalidade, Hellboy tem sido até agora a prova viva disso. Eu cá continuo a acreditar no grandalhão.
Uma das suas características mais engraçadas consiste no facto de ele aparar os seus cornos na tentativa de se assemelhar mais aos humanos.
Quando Hellboy era ainda uma criança, o seu pai adoptivo contou-lhe a história sobre o exército dourado. Em tempos de guerra entre os Humanos e os seres do mundo fantástico, houve um Orc que ofereceu ao Rei do mundo místico, o Rei Balor (Roy Dotrice), construir-lhe um exército indestrutível. Seguindo o conselho do seu filho, o Príncipe Nuada o Rei aceitou. Para controlar o exército foi criada uma coroa que apenas poderá ser usada por aqueles que possuírem sangue real.
Os Humanos que até agora tinham sido os grandes vencedores desta guerra foram devastados quando o exército dourado se ergueu. Arrependido por ter cometido tal destruição o Rei Balor fez um tratado de tréguas com os Humanos deixando-os viver na Terra e ficando com o seu povo a ocupar as florestas. Além disso escondeu o exército dourado e partiu a coroa que os controlava em três pedaços, dois para o seu povo e um para os Humanos. Não compreendendo a decisão de seu pai o Príncipe Nuada exilou-se jurando regressar mais tarde quando o seu povo mais precisasse dele.
O problema das histórias é que algumas são verdadeiras.
Nos tempos presentes Nuala sente agora que é tempo de agir e fará tudo ao seu alcance para despertar o exército dourado e devolver a Terra ao seu povo. Claro que para conseguir concretizar o seu plano terá de enfrentar a super equipa da B.P.R.D.
Ron Perlman, Doug Jones e Selma Blair regressam novamente e muito bem a encarnar os papéis de Hellboy, Abe Sapien e Liz Sherman respectivamente. John Myers (Rupert Evans) que tinha sido criado de propósito para o primeiro filme não regressa nesta sequela.
A esta equipa juntar-se-á um novo líder, Johann Krauss um personagem absolutamente delirante, cuja voz é dada por Seth Mcfarlane, esse mesmo, o génio por detrás de “Family Guy”.
Luke Goss já tinha trabalhado com Del Toro em "Blade II" como Nomak e apesar de ainda não ter visto o terceiro arrisco-me a dizer que foi o melhor vilão da trilogia. Em “Hellboy II: The Golden Army” ele é o Príncipe Nuada e volta mais uma vez a criar um vilão de peso. Claro que chamar vilão a Nuada é exagerado, é certo que os seus meios não são os mais correctos, mas ele apenas luta para devolver o mundo ao seu povo, afinal de contas a Terra é tanto deles como nossa. É curioso que nunca vejo Luke Goss em mais nenhum filme, o que é pena pois pelo menos como vilão de acção, este actor tem muita classe e talento, o seu príncipe Nuada alia graciosidade a temor.
Doug Jones cada vez mais se torna “o” actor de Del Toro e juntos têm criado alguns personagens simplesmente maravilhosos. Além de ser um Abe Sapien formidável, nesta sequela Jones também interpreta “The Chamberlain” e “The Angel Of Death”, dois personagens que são visualmente impressionantes, como seria de esperar vindo desta dupla fantástica.
Hellboy junta-se assim a “Iron Man”, “The Dark Knight” e “Wall-E” no grupo dos grandes vencedores deste Verão. Filmes como “The Incredible Hulk” que eu até gostei, arriscam-se a ser esquecidos rapidamente tal a qualidade destas outras obras.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Cini Minis - Edição Especial "The Dark Knight"

Uma pessoa chega a casa e depara-se com isto. Ora com esta é que eu não estava à espera.
Já aqui muito se falou sobre a qualidade de "The Dark Knight" ou até sobre a sua gigantesca campanha de Marketing, no entanto com esta apanharam-me de surpresa.
Pois é, os meus actuais cereais de eleição, possuem agora uma edição limitada sobre o filme "The Dark Knight".
Nem sei o que dizer sobre isto é sem dúvida uma grande prova da popularidade que este filme tem conquistado, mas talvez estejamos a cair no exagero.
O que eu sei é que agora até estou com pena de os comer.