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terça-feira, março 29, 2016

The Walking Dead Vol. 13: Longe Demais


Novo volume publicado pela Devir. Falei sobre ele no Deus Me Livro.

segunda-feira, março 21, 2016

Kenshin, o Samurai Errante – 2: Dois Assassinos


O segundo volume de "Rurouni Kenshin", editado pela Devir, já se encontra disponível.
Volto a falar desta série que me é tão querida no Deus Me Livro.

sexta-feira, março 18, 2016

Here


Andava a adiar o texto, porque mal terminei de ler soube que "Here" de Richard McGuire é uma peça de BD que tem de ser partilhada e discutida.

Deixo-vos algumas linhas de reflexão sobre esta viagem de grande experimentalismo e que se tornou tão influente no universo da BD, aqui no site do Deus Me Livro.

quarta-feira, março 02, 2016

Olivier Schrauwen e a expansão da BD belga



É já nesta sexta que pelas 21:30 na bedeteca da Amadora vai decorrer a mesa-redonda com Benoît Crucifix sobre Olivier Schrauwen e a expansão da BD belga. Também estarei presente neste mesa-redonda para tecer algumas palavras sobre o autor e encetar conversa com Crucifix. Apareçam se puderem.

Aproveito para relembrar os textos que dediquei a Olivier Schrauwen, nomeadamente sobre as suas edições portuguesas. Podem ler sobre o Espelho de Mogli e Cinzas.

quinta-feira, fevereiro 18, 2016

Deadpool (2016)


É tempo de falar do mais recente filme da FOX sobre Super Anti-heróis, é tempo de falar do “Deadpool”.

Esta personagem foi criada em 91 por Rob Liefeld e Fabian Nicieza, como sendo um mercenário canadiano que ao ser diagnosticado com cancro terminal aceitou participar no programa Weapon X, onde lhe tentaram - com sucesso - replicar o poder curativo do Wolverine. O facto de Deadpool ter participado na experiência com células tumorais fez com que estas também se continuem a curar o que resultou numa deformação do seu corpo. Deadpool consegue curar-se de, praticamente tudo, menos do seu aspecto hediondo. A personagem foi apresentada à Marvel como sendo uma espécie de Homem-Aranha com armas (e mais psicótico e sangrento), mas a grande inspiração vem da DC, como já é tradição. Deadpool é uma versão alternativa (e mais humorística) do Deathstroke. Isto não é algo escondido, é comum entre as editoras e até os criadores de Deadpool lhe deram o nome Wade Wilson, como se este fosse um parente de Slade Wilson aka Deathstroke. É de sublinhar que as personagens mais populares tendem a ser mais antigas e a gozarem de algumas décadas de publicação. O Deadpool é do início dos anos 90 e já compete com os clássicos no lugar das personagens mais queridas e isso é algo que não deve ser esquecido.

Este é um projecto que Ryan Reynolds tem vindo a desenvolver há 11 anos, não porque precisasse deste tempo todo, mas porque convencer a FOX neste tipo de investimentos leva tempo. A produtora até não tem problemas em adaptar uma personagem como o Deadpool, até o chegou a fazer, o problema é que as pessoas envolvidas percebem tanto disto que depois temos pérolas chamadas: “X-Men Origins: Wolverine”. Tragédias cinematográficas que não são esquecidas nem por nós, nem pelos responsáveis por este novo filme.

Por isso, começando logo por aqui, ao vermos este “Deadpool” reconhecemos instantaneamente que existe muito amor pela personagem e é nessa atenção aos detalhes e respeito que o filme mais triunfa, porque se nota que as pessoas envolvidas na sua criação acreditam e gostam daquilo que estão a fazer. Uma sensação que passa também é a de que “Deadpool” é um filme de fãs para fãs. A história é relativamente plana, mas o tipo de humor e acção que o filme explora são triunfantes para qualquer apreciador desta personagem. Fica a questão no ar, se o resto do mundo irá receber tão bem este filme, porque nem todos vão gostar do tipo de humor ou apanhar as referências aos anos 90 e ao universo geek em geral. No entanto, tendo em conta os resultados das bilheteiras, não parece ser o caso e o filme não está condenado a um nicho de público, o que para o futuro da personagem é óptimo.

Voltando ao argumento é uma típica história de origem (necessárias nestes primeiros capítulos), aliada ao típico salvamento do interesse amoroso. Neste campo não há grandes malabarismos, nem surpresas, no entanto, o filme sabe contar a sua história bastante bem, o que é algo que nem todos os filmes de Super-Heróis podem dizer. Para começar, a opção por uma narrativa não linear ajuda-o e depois o próprio filme se auto-parodia, gozando com os comuns clichés do género - começando logo nos fantásticos créditos iniciais -, bem como com os próprios intervenientes, onde Ryan Reynolds dá o exemplo. Todo este lado satírico está dentro do espírito das histórias do Deadpool e funciona lindamente.



Em relação às personagens e às suas interacções, o filme é realmente especial. Reynolds parece partilhar algumas qualidades humorísticas com Wade Wilson, o que resulta num casamento perfeito entre actor e personagem. Reynolds abraça mesmo o Deadpool de corpo e alma e isso é algo que se sente até na forma como o actor abraçou o seu fato. Por norma os fãs deste género gostam de ver os seus heróis a enveredar os famosos fatos da BD (desde que não sejam fatos pirosos, o que nem sempre é fácil), contudo, é muito comum, a dada altura, as máscaras saltarem para mostrar a cara do actor. Até faz sentido se pensarmos que as expressões faciais são importantes na representação (se bem que em muitos casos se calhar é só mesmo para mostrar caras bonitas). Neste filme Reynolds ostenta a máscara com orgulho e só a tira quando é mesmo oportuno. Para isto resultar ajuda que o fato tenha sido tão bem desenvolvido, em particular a máscara na qual o actor consegue passar determinadas expressões muito bem, compensando o que não se vê com humor físico. Para quem não sabe esta personagem é conhecida por quebrar a quarta parede na BD, uma vez que tem noção de que é uma personagem fictícia. Isso não foi esquecido no filme e há uma série de grandes referências que vivem precisamente do quebrar desta regra. O Deadpool por qual ansiávamos, chegou mesmo ao Cinema.

A lindíssima Morena Baccarin é o interesse amoroso que dá por Vanessa, mas desenganem-se aqueles que possam pensar que esta será apenas mais uma donzela em apuros. Vanessa é uma personagem interessante por si só e que não vive na sombra do namorado. A personalidade do casal foi muito bem retratada e conta já com algumas cenas que irão continuar a ser lembradas durante muitos anos, principalmente nas épocas festivas.

O vilão Ajax Francis é que merecia mais profundidade, não acontece provavelmente porque o filme não envereda por contar outras histórias além da do casal. Ao menos, com o material que tem, Ed Skrein faz uma boa parelha com o hilariante Wade Wilson. Todas as piadas em torno do nome verdadeiro de Ajax vão não só criando um laço forte entre estes dois, como criam toda uma série de sequências cómicas ao longo do filme, terminando com uma cena que é outra cereja de comédia no topo de um bolo já tão engraçado por si só. Chegados ao fim é mesmo difícil escolher as melhores piadas, são imensas.

Muito bom também foi a adição de Colossus e Negasonic Teenage Warhead. Foram secundários valorosos que contribuíram muito bem para a piada do filme. O Colossus é finalmente retratado como uma personagem e não apenas músculo (ver todos os X-Men anteriores) e a Negasonic Teenage Warhead encarnou muito bem o espírito da adolescência. Apesar de saber que o seu nome vem de uma canção dos Monster Magnet (ideias à Grant Morrison claro), nunca li nada da personagem. T.J. Miller também faz uma perninha por aqui no papel do comic relief de Weasel, que juntamente com Al (Leslie Uggams) são os grandes (e hilariantes) companheiros de Wade Wilson.

Como é costume existem os famosos easter eggs, tais como a menção aos criadores desta personagem ou ao facto de a cena final parecer decorrer no helicarrier que caiu no "Avengers" (apesar de ser um filme da Dinsey e não da FOX). A música também foi escolhida a dedo, Deadpool é uma personagem dos anos 90 e isso nota-se não só em muitas das referências como na escolha da canção Shoop dos Salt-N-Pepa, a qual data de 1993 o ano em que Deadpool recebe a sua série a solo. O rap dos Teamheadkick foi outra bonita surpresa.

É fácil concluir que aqueles que simpatizam com este maníaco irão sair satisfeitos da sala de Cinema, "Deapool" conquista-nos logo com o seu lado parodista e violento. O facto de ser R-Rated possibilita um maior conforto na linguagem e na brutalidade das cenas que assentam ainda melhor ao filme. Além de que com tantos filmes do género a estrear por ano, é importante experimentar novas abordagens para que não se caia num provável marasmo. Atenção que as novas abordagens não se limitam a aumentar a idade dos espectadores, não é por isso que "Deadpool" sobressai, até porque já existiam outros nessa categoria. Não sei é se os estúdios vão perceber isso ao invés de simplesmente tentarem replicar este sucesso com uma série de filmes R-Rated para mais malta que se veste de Spandex.


Antes de terminar convém referir algumas palavras de apreço à fabulosa campanha de Marketing deste filme. Foi divertidíssima, diferente e acabou por compensar. Assim sim, vale a pena.

Os heróis também usam BI #13


Na letra M era obrigatório dar destaque a esta menina. Aqui no Deus Me Livro.

sexta-feira, fevereiro 12, 2016

Blue Exorcist Vol. 6


Mais um mangá editado pela Devir no "Deus Me Livro".

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Naruto Vol. 12





Falei sobre o volume 12 de Naruto (Devir) no "Deus Me Livro".

quarta-feira, janeiro 06, 2016

Umbrella Academy



Podem ler sobre um dos últimos lançamentos da Devir, aqui no Deus Me Livro.

segunda-feira, dezembro 28, 2015

Os melhores livros de 2015: Banda-Desenhada


Feliz Natal a todos (com o devido atraso). Aproveito este regresso aqui para deixar as minhas sugestões de leitura (em BD) de 2015, as quais podem ser lidas aqui.

Estas listas são sempre muito questionáveis, pois não li tudo o que foi publicado e alguns livros que me interessavam saíram por estes dias. De qualquer das formas é uma bela lista, diversificada e onde todas as leituras valem a pena. A Levoir tramou-me com uma data de clássicos que publicou. Escolhi apenas alguns, porque tratando-se de primeiras edições em Portugal, são livros - na sua maioria - com uns bons anos em cima e a ideia não era a de ofuscar as novidades editoriais, ou seja, os livros que foram criados originalmente em 2015.

Em particular tenho de destacar o novo do Francisco Sousa Lobo, porque dos livros criados em 2015 destaca-se como o melhor. Mais um trabalho portentoso de um autor que cada vez mais se cimenta como um dos mais importantes no panorama de BD actual (e não me refiro só ao português).

segunda-feira, dezembro 07, 2015

Cinzas



Olivier Schrauwen está de regresso com "Cinzas", uma edição MMMNNNRRRG e Mundo Fantasma.

Para saberem mais sobre este novo trabalhem passem aqui pelo Deus me Livro.

Galardões BD - Comic Con Portugal: Os Vencedores

A lista de vencedores já foi divulgada aqui e a entrega dos prémios ocorreu no passado Sábado na - obviamente - Comic Con Portugal.

Parabéns aos vencedores e a todos os nomeados.

sexta-feira, dezembro 04, 2015

Kenshin, o Samurai Errante


 Nova edição da Devir. Podem ler sobre ela aqui no Deus Me Livro.

segunda-feira, novembro 23, 2015

Os Heróis Também Usam BI - 11


Mais um BI, desta vez, directamente de um mangá. Podem ler aqui.

terça-feira, novembro 17, 2015

Galardões BD - Comic Con Portugal


Este ano uma das novidades da Comic Con Portugal são estes Galardões BD, os quais visam destacar as melhores publicações de BD em Portugal.

Num mercado frágil como o nosso (alguns dirão inexistente), a existência de mais um selo de prémios poderá não ser motivo de grande entusiasmo. Felizmente estes Galardões trazem consigo um prémio de 2000€ para o vencedor, algo que os distingue no panorama actual.

Por isso acabei por aceitar essa tarefa ingrata e difícil que é a de ser um dos jurados. Entretanto os nomeados já foram anunciados e podem ser vistos - bem como o regulamento - aqui.

Jim del Monaco: O Cemitério dos Elefantes


Falou-se do novo livro de Jim Del Monaco, um regresso para celebrar 30º aniversário das aventuras criadas por Luís Louro e Tozé Simões. Podem ler aqui no Deus Me Livro.

sexta-feira, outubro 09, 2015

Os nomeados para os Prémios AmadoraBD 2015


Sobre os nomeados escrevi este texto no Deus me Livro.

Como agora escrevo em casa, aproveito para expressar o meu obrigado ao júri por ter nomeado a "ohZona"  na categoria de melhor fanzine. Uma nomeação que já encerra em si muito contentamento. Não esperava ver o meu nome ao lado de alguns autores que tanto gosto, como o Marco Mendes ou o André Pereira, entre outros. Um muito obrigado por este momento.

quinta-feira, setembro 24, 2015

Os heróis também usam BI #10



Após sérias ponderações o protagonista de "Preacher" foi o escolhido para ser destacado nesta rubrica. Podem ler aqui no "Deus me Livro".

terça-feira, setembro 22, 2015

The Walking Dead 12 – Viver Entre Eles



Falei do mais recente volume editado pela Devir no "Deus Me Livro".

terça-feira, agosto 11, 2015

O Árabe do Futuro


 “O Árabe do Futuro” (Teorema, 2015) – com o sub-título Ser Jovem no Médio Oriente (1978-1984) – é o primeiro volume de uma trilogia da autoria de Riad Sattouf, na qual o autor pretende relatar a sua infância e juventude entre o Médio-Oriente e a Europa.

Mais aqui no Deus Me Livro.